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Novo Hospital dos Queimados contará com tecnologia hiperbárica pela primeira vez em Angola

Novo Hospital dos Queimados contará com tecnologia hiperbárica pela primeira vez em Angola
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O futuro Hospital dos Queimados Presidente Julius Nyerere, em construção na Centralidade do Kilamba, em Luanda, deverá reforçar a oferta de cuidados especializados em Angola, com serviços voltados para o tratamento de grandes queimados e outras patologias complexas. A unidade contará com novas valências tecnológicas, entre as quais câmaras hiperbáricas, ainda inexistentes no país.

Durante uma visita às obras realizada esta terça-feira, 2 de Junho, o Presidente da República, João Lourenço, acompanhou o andamento da construção da futura unidade hospitalar. Na ocasião, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, afirmou que a presença do Chefe de Estado reflecte a atenção que o Executivo continua a dedicar ao sector da saúde e aos investimentos de carácter social.

Segundo a ministra, o acompanhamento regular dos projectos estruturantes demonstra o compromisso do Executivo com a melhoria dos serviços públicos e com o reforço da capacidade de resposta do Sistema Nacional de Saúde. Sílvia Lutucuta destacou ainda que o novo hospital permitirá disponibilizar cuidados especializados que actualmente são limitados no país.

Com capacidade para 248 camas, o Hospital dos Queimados Presidente Julius Nyerere foi concebido para responder a casos clínicos de elevada complexidade, sobretudo no tratamento de grandes queimados. A unidade contará com blocos operatórios, unidades de cuidados intensivos, serviços especializados de diagnóstico, laboratórios equipados, áreas de investigação científica e espaços destinados à formação de profissionais de saúde.

A nova infra-estrutura deverá também contribuir para reduzir a necessidade de evacuações médicas para o exterior, permitindo que pacientes com patologias complexas recebam assistência especializada em território nacional. O projecto integra os esforços de expansão e modernização da rede hospitalar do país, com foco no acesso a cuidados diferenciados.

Entre os principais destaques da unidade está a instalação de três câmaras hiperbáricas, tecnologia ainda indisponível em Angola. Utilizada no tratamento de queimaduras graves, feridas de difícil cicatrização, traumas severos, infecções complexas e acidentes de mergulho, a medicina hiperbárica deverá ampliar as opções terapêuticas disponíveis no país e reforçar a capacidade de resposta dos serviços especializados de saúde.

Para Sílvia Lutucuta, a introdução desta tecnologia permitirá disponibilizar tratamentos até agora inexistentes em Angola, contribuindo para o fortalecimento do sistema de saúde e para a melhoria da assistência prestada aos pacientes que necessitam de cuidados altamente especializados.

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Marcelino Vasconcelos

O futuro Hospital dos Queimados Presidente Julius Nyerere, em construção na Centralidade do Kilamba, em Luanda, deverá reforçar a oferta de cuidados especializados em Angola, com serviços voltados para o tratamento de grandes queimados e outras patologias complexas. A unidade contará com novas valências tecnológicas, entre as quais câmaras hiperbáricas, ainda inexistentes no país.

Durante uma visita às obras realizada esta terça-feira, 2 de Junho, o Presidente da República, João Lourenço, acompanhou o andamento da construção da futura unidade hospitalar. Na ocasião, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, afirmou que a presença do Chefe de Estado reflecte a atenção que o Executivo continua a dedicar ao sector da saúde e aos investimentos de carácter social.

Segundo a ministra, o acompanhamento regular dos projectos estruturantes demonstra o compromisso do Executivo com a melhoria dos serviços públicos e com o reforço da capacidade de resposta do Sistema Nacional de Saúde. Sílvia Lutucuta destacou ainda que o novo hospital permitirá disponibilizar cuidados especializados que actualmente são limitados no país.

Com capacidade para 248 camas, o Hospital dos Queimados Presidente Julius Nyerere foi concebido para responder a casos clínicos de elevada complexidade, sobretudo no tratamento de grandes queimados. A unidade contará com blocos operatórios, unidades de cuidados intensivos, serviços especializados de diagnóstico, laboratórios equipados, áreas de investigação científica e espaços destinados à formação de profissionais de saúde.

A nova infra-estrutura deverá também contribuir para reduzir a necessidade de evacuações médicas para o exterior, permitindo que pacientes com patologias complexas recebam assistência especializada em território nacional. O projecto integra os esforços de expansão e modernização da rede hospitalar do país, com foco no acesso a cuidados diferenciados.

Entre os principais destaques da unidade está a instalação de três câmaras hiperbáricas, tecnologia ainda indisponível em Angola. Utilizada no tratamento de queimaduras graves, feridas de difícil cicatrização, traumas severos, infecções complexas e acidentes de mergulho, a medicina hiperbárica deverá ampliar as opções terapêuticas disponíveis no país e reforçar a capacidade de resposta dos serviços especializados de saúde.

Para Sílvia Lutucuta, a introdução desta tecnologia permitirá disponibilizar tratamentos até agora inexistentes em Angola, contribuindo para o fortalecimento do sistema de saúde e para a melhoria da assistência prestada aos pacientes que necessitam de cuidados altamente especializados.

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