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Rose Palhares apresenta coleção inspirada na herança bantu e promove debate sobre identidade feminina

Rose Palhares apresenta coleção inspirada na herança bantu e promove debate sobre identidade feminina
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A estilista angolana Rose Palhares apresentou a coleção “E Se Vénus Fosse Bantu?” num encontro que reuniu moda, conhecimento e reflexão sobre a identidade feminina. O evento juntou participantes de diferentes áreas para debater temas ligados à autoestima, ao autocuidado e ao bem-estar da mulher, culminando com a apresentação oficial da nova proposta criativa da designer.

Ao longo da programação, as participantes acompanharam palestras conduzidas pela Dra. Noelma Viegas de Abreu, Mell Chaves, Dra. Georgia Lorenzi e Ana Fernandes. As intervenções abordaram questões relacionadas com a saúde física e emocional, incentivando a partilha de experiências e conhecimentos sobre qualidade de vida e desenvolvimento pessoal.

O momento central do encontro foi a apresentação da coleção “E Se Vénus Fosse Bantu?”, resultado de um processo de investigação sobre referências históricas, culturais e estéticas africanas. A proposta explora a influência da herança bantu na construção de narrativas contemporâneas de moda, identidade e representação feminina.

Antes do desfile, foi exibido um vídeo conceptual que contextualizou o processo criativo da coleção e apresentou as referências que inspiraram o seu desenvolvimento. As peças destacaram-se pela integração de elementos visuais africanos numa abordagem contemporânea, conjugando design, simbolismo cultural e expressão artística.

Segundo Rose Palhares, a coleção procura estabelecer uma ligação entre património cultural e modernidade. “Esta coleção nasce de um processo de pesquisa sobre referências históricas e estéticas africanas que continuam a influenciar diferentes expressões da moda contemporânea. Procurámos transformar esse património cultural numa proposta actual, sofisticada e alinhada com a mulher africana de hoje”, afirmou.

A iniciativa reforça a aposta da marca na valorização das referências culturais africanas através da moda e contou com o apoio de parceiros institucionais e comerciais, entre os quais a Textang, Corpore, Fazenda Portal Verde, MAGS Eventos, Grupo CHA, Platina Line, BMWorkz, Kurguen, San Martin, Sou Dessas e Only.

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Veloso de Almeida

Repórter

Veloso estudou Comunicação Social no Instituto Superior Técnico de Angola (ISTA) e estagia como jornalista no portal ONgoma News.

A estilista angolana Rose Palhares apresentou a coleção “E Se Vénus Fosse Bantu?” num encontro que reuniu moda, conhecimento e reflexão sobre a identidade feminina. O evento juntou participantes de diferentes áreas para debater temas ligados à autoestima, ao autocuidado e ao bem-estar da mulher, culminando com a apresentação oficial da nova proposta criativa da designer.

Ao longo da programação, as participantes acompanharam palestras conduzidas pela Dra. Noelma Viegas de Abreu, Mell Chaves, Dra. Georgia Lorenzi e Ana Fernandes. As intervenções abordaram questões relacionadas com a saúde física e emocional, incentivando a partilha de experiências e conhecimentos sobre qualidade de vida e desenvolvimento pessoal.

O momento central do encontro foi a apresentação da coleção “E Se Vénus Fosse Bantu?”, resultado de um processo de investigação sobre referências históricas, culturais e estéticas africanas. A proposta explora a influência da herança bantu na construção de narrativas contemporâneas de moda, identidade e representação feminina.

Antes do desfile, foi exibido um vídeo conceptual que contextualizou o processo criativo da coleção e apresentou as referências que inspiraram o seu desenvolvimento. As peças destacaram-se pela integração de elementos visuais africanos numa abordagem contemporânea, conjugando design, simbolismo cultural e expressão artística.

Segundo Rose Palhares, a coleção procura estabelecer uma ligação entre património cultural e modernidade. “Esta coleção nasce de um processo de pesquisa sobre referências históricas e estéticas africanas que continuam a influenciar diferentes expressões da moda contemporânea. Procurámos transformar esse património cultural numa proposta actual, sofisticada e alinhada com a mulher africana de hoje”, afirmou.

A iniciativa reforça a aposta da marca na valorização das referências culturais africanas através da moda e contou com o apoio de parceiros institucionais e comerciais, entre os quais a Textang, Corpore, Fazenda Portal Verde, MAGS Eventos, Grupo CHA, Platina Line, BMWorkz, Kurguen, San Martin, Sou Dessas e Only.

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