
Os diamantes produzidos em Angola estão a reforçar a sua presença num dos mercados mais competitivos e exigentes do mundo. Em 2025, cerca de 30 por cento dos diamantes comercializados pela joalharia norte-americana Brilliant Earth tiveram origem angolana, um indicador que confirma o crescente reconhecimento internacional da indústria diamantífera nacional.
A informação foi avançada pelo director-geral da Sociedade Mineira de Catoca, Pedro Galiano, com base em dados consolidados da empresa norte-americana, considerada uma das principais referências mundiais na comercialização de diamantes de origem certificada. No período em análise, a Brilliant Earth registou vendas na ordem dos 400 milhões de dólares.
Segundo o responsável, o desempenho alcançado pelos diamantes angolanos resulta da aposta na transparência, na rastreabilidade e nos elevados padrões de certificação adoptados pela mina de Catoca, uma das maiores operações diamantíferas do continente africano.
“O mercado norte-americano é extremamente rigoroso no que diz respeito à aceitação e comercialização de diamantes. A Brilliant Earth é uma das empresas mais exigentes do sector e valoriza não apenas a qualidade das pedras, mas também o impacto social gerado pelos projectos mineiros nas comunidades”, afirmou Pedro Galiano, citado pela Rádio Nacional de Angola (RNA).
Antes de reforçar as suas compras em Angola, representantes da empresa norte-americana visitaram diversas operações mineiras do país para avaliar as condições de produção, os mecanismos de controlo da cadeia de fornecimento e os programas de responsabilidade social desenvolvidos junto das comunidades locais.
O resultado dessas avaliações traduziu-se num aumento significativo da confiança da empresa nos diamantes angolanos. Actualmente, três em cada dez diamantes comercializados pela Brilliant Earth têm origem em Angola.
“Podemos confirmar que 30 por cento dos diamantes vendidos por esta empresa são provenientes de Angola. Trata-se de um resultado expressivo que demonstra a credibilidade da nossa produção e que pretendemos ampliar nos próximos anos”, sublinhou o director-geral da Catoca.
O crescimento da presença dos diamantes angolanos no mercado norte-americano surge numa altura em que o sector procura consolidar a imagem do país como fornecedor de minerais produzidos de forma responsável, sustentável e alinhada com as melhores práticas internacionais.
Especialistas do sector consideram que a valorização da certificação de origem e dos programas de desenvolvimento comunitário poderá abrir novas oportunidades para Angola em mercados de elevado valor acrescentado, reforçando as receitas de exportação e a reputação internacional da indústria diamantífera nacional.
Os diamantes produzidos em Angola estão a reforçar a sua presença num dos mercados mais competitivos e exigentes do mundo. Em 2025, cerca de 30 por cento dos diamantes comercializados pela joalharia norte-americana Brilliant Earth tiveram origem angolana, um indicador que confirma o crescente reconhecimento internacional da indústria diamantífera nacional.
A informação foi avançada pelo director-geral da Sociedade Mineira de Catoca, Pedro Galiano, com base em dados consolidados da empresa norte-americana, considerada uma das principais referências mundiais na comercialização de diamantes de origem certificada. No período em análise, a Brilliant Earth registou vendas na ordem dos 400 milhões de dólares.
Segundo o responsável, o desempenho alcançado pelos diamantes angolanos resulta da aposta na transparência, na rastreabilidade e nos elevados padrões de certificação adoptados pela mina de Catoca, uma das maiores operações diamantíferas do continente africano.
“O mercado norte-americano é extremamente rigoroso no que diz respeito à aceitação e comercialização de diamantes. A Brilliant Earth é uma das empresas mais exigentes do sector e valoriza não apenas a qualidade das pedras, mas também o impacto social gerado pelos projectos mineiros nas comunidades”, afirmou Pedro Galiano, citado pela Rádio Nacional de Angola (RNA).
Antes de reforçar as suas compras em Angola, representantes da empresa norte-americana visitaram diversas operações mineiras do país para avaliar as condições de produção, os mecanismos de controlo da cadeia de fornecimento e os programas de responsabilidade social desenvolvidos junto das comunidades locais.
O resultado dessas avaliações traduziu-se num aumento significativo da confiança da empresa nos diamantes angolanos. Actualmente, três em cada dez diamantes comercializados pela Brilliant Earth têm origem em Angola.
“Podemos confirmar que 30 por cento dos diamantes vendidos por esta empresa são provenientes de Angola. Trata-se de um resultado expressivo que demonstra a credibilidade da nossa produção e que pretendemos ampliar nos próximos anos”, sublinhou o director-geral da Catoca.
O crescimento da presença dos diamantes angolanos no mercado norte-americano surge numa altura em que o sector procura consolidar a imagem do país como fornecedor de minerais produzidos de forma responsável, sustentável e alinhada com as melhores práticas internacionais.
Especialistas do sector consideram que a valorização da certificação de origem e dos programas de desenvolvimento comunitário poderá abrir novas oportunidades para Angola em mercados de elevado valor acrescentado, reforçando as receitas de exportação e a reputação internacional da indústria diamantífera nacional.