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África faz história e garante 10 selecções no Mundial de 2026

África faz história e garante 10 selecções no Mundial de 2026
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O futebol africano alcançou um marco sem precedentes ao assegurar, pela primeira vez na história, a presença de dez selecções na fase final de um Campeonato do Mundo. A participação recorde acontece no Mundial de 2026, que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México, consolidando o crescimento da influência africana no futebol internacional.

A expansão da competição de 32 para 48 equipas permitiu à Confederação Africana de Futebol beneficiar de um aumento significativo no número de vagas. Nove selecções garantiram o apuramento directo através das eliminatórias africanas, enquanto a décima vaga foi conquistada através do processo de repescagem internacional.

As dez representantes africanas no Mundial são Marrocos, Tunísia, Egito, Argélia, Gana, Cabo Verde, África do Sul, Costa do Marfim, Senegal e República Democrática do Congo. O lote reúne algumas das principais potências do continente e inclui também histórias inspiradoras de superação e crescimento competitivo.

Entre os destaques está Marrocos, que chega ao torneio ainda impulsionado pela histórica campanha realizada no Qatar, em 2022, quando se tornou a primeira selecção africana a atingir as meias-finais de um Mundial. O feito elevou as expectativas em torno das equipas africanas e reforçou a convicção de que o continente pode lutar por resultados cada vez mais ambiciosos no principal palco do futebol mundial.

Outro caso que chama a atenção é o de Cabo Verde, que fará a sua estreia numa fase final do Campeonato do Mundo. Com uma população de cerca de 600 mil habitantes, o arquipélago tornou-se uma das grandes surpresas das eliminatórias e simboliza o crescimento de países que tradicionalmente não figuravam entre as principais forças do futebol africano.

A República Democrática do Congo também escreveu uma página especial na sua história ao garantir a última vaga disponível para África através da repescagem internacional. O apuramento marcou o regresso do país ao Mundial mais de cinco décadas depois da sua única participação, quando competiu sob a designação de Zaire, em 1974.

Mais do que um simples recorde numérico, a presença de dez selecções representa o reconhecimento da evolução do futebol africano nas últimas décadas. Com mais representantes, maior visibilidade internacional e uma nova geração de talentos a actuar nos principais campeonatos do mundo, África chega ao Mundial de 2026 determinada a reforçar o seu estatuto e a lutar por campanhas históricas na maior competição de futebol do planeta.

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Marcelino Vasconcelos

O futebol africano alcançou um marco sem precedentes ao assegurar, pela primeira vez na história, a presença de dez selecções na fase final de um Campeonato do Mundo. A participação recorde acontece no Mundial de 2026, que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México, consolidando o crescimento da influência africana no futebol internacional.

A expansão da competição de 32 para 48 equipas permitiu à Confederação Africana de Futebol beneficiar de um aumento significativo no número de vagas. Nove selecções garantiram o apuramento directo através das eliminatórias africanas, enquanto a décima vaga foi conquistada através do processo de repescagem internacional.

As dez representantes africanas no Mundial são Marrocos, Tunísia, Egito, Argélia, Gana, Cabo Verde, África do Sul, Costa do Marfim, Senegal e República Democrática do Congo. O lote reúne algumas das principais potências do continente e inclui também histórias inspiradoras de superação e crescimento competitivo.

Entre os destaques está Marrocos, que chega ao torneio ainda impulsionado pela histórica campanha realizada no Qatar, em 2022, quando se tornou a primeira selecção africana a atingir as meias-finais de um Mundial. O feito elevou as expectativas em torno das equipas africanas e reforçou a convicção de que o continente pode lutar por resultados cada vez mais ambiciosos no principal palco do futebol mundial.

Outro caso que chama a atenção é o de Cabo Verde, que fará a sua estreia numa fase final do Campeonato do Mundo. Com uma população de cerca de 600 mil habitantes, o arquipélago tornou-se uma das grandes surpresas das eliminatórias e simboliza o crescimento de países que tradicionalmente não figuravam entre as principais forças do futebol africano.

A República Democrática do Congo também escreveu uma página especial na sua história ao garantir a última vaga disponível para África através da repescagem internacional. O apuramento marcou o regresso do país ao Mundial mais de cinco décadas depois da sua única participação, quando competiu sob a designação de Zaire, em 1974.

Mais do que um simples recorde numérico, a presença de dez selecções representa o reconhecimento da evolução do futebol africano nas últimas décadas. Com mais representantes, maior visibilidade internacional e uma nova geração de talentos a actuar nos principais campeonatos do mundo, África chega ao Mundial de 2026 determinada a reforçar o seu estatuto e a lutar por campanhas históricas na maior competição de futebol do planeta.

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