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António Domingos Simão Pedro, de 39 anos, “deficiente físico”, órfão de pai e mãe e fundador da “Escola Comunitária Cantinho da Sabedoria”, contactou nesta segunda-feira, 18 de Maio, a redacção da “Ongoma News” para tornar público um “apelo urgente” de ajuda, após o encerramento da iniciativa social em 2024, devido às dificuldades financeiras e à falta de instalações próprias. Criada em 2017, nos municípios do Cazenga e Hoji-Ya-Henda, a escola beneficiou mais de “800 crianças carenciadas” ao longo de sete anos.
Movido pela paixão pelo ensino e pelo desejo de transformar vidas através da educação, António criou uma “escola comunitária” capaz de oferecer não apenas alfabetização, mas também orientação social, disciplina e esperança a menores provenientes de famílias em situação de vulnerabilidade. Com poucos recursos, mas muita determinação, o projecto começou de forma modesta e rapidamente conquistou reconhecimento nas comunidades onde funcionava.
Durante anos, a “Escola Comunitária Cantinho da Sabedoria” tornou-se um verdadeiro ponto de apoio para dezenas de famílias. Muitas crianças encontraram naquele espaço uma alternativa às ruas e à marginalidade, recebendo educação, acompanhamento e incentivo para sonhar com um futuro melhor. Além das aulas, a instituição promovia valores de cidadania, respeito e convivência social.
Sem instalações próprias, a escola funcionava em espaços arrendados no município do Cazenga e, posteriormente, no Hoji-Ya-Henda. Apesar dos esforços constantes para manter as actividades, as dificuldades financeiras agravaram-se com o passar do tempo. As sucessivas exigências de desocupação dos imóveis e a falta de apoio acabaram por inviabilizar a continuidade da escola, levando ao encerramento das actividades em 2024.
Desde então, António Domingos Simão Pedro enfrenta enormes dificuldades para sustentar a família, depois de perder a única fonte de rendimento. Ainda assim, garante que nunca perdeu a vontade de continuar a ensinar e apoiar “crianças vulneráveis”. Segundo o responsável, muitas famílias continuam a procurá-lo diariamente, na esperança de ver o “Cantinho da Sabedoria” voltar a funcionar.
A situação tem mobilizado moradores, antigos encarregados de educação e membros da comunidade, que reconhecem o impacto positivo que a escola teve na vida de centenas de crianças. António acredita que, com o apoio de cidadãos solidários, empresas privadas, igrejas e instituições sociais, será possível recuperar o projecto e beneficiar novamente mais de “400 crianças por ano”.
Perante este cenário, o fundador deixa um “apelo urgente à solidariedade nacional”. Qualquer contribuição poderá ajudar a devolver educação, dignidade e esperança a centenas de crianças que actualmente enfrentam dificuldades para continuar os estudos. Para apoiar o projecto, os interessados podem contactar através dos números: 923 763 017 / 953 809 044.
António Domingos Simão Pedro, de 39 anos, “deficiente físico”, órfão de pai e mãe e fundador da “Escola Comunitária Cantinho da Sabedoria”, contactou nesta segunda-feira, 18 de Maio, a redacção da “Ongoma News” para tornar público um “apelo urgente” de ajuda, após o encerramento da iniciativa social em 2024, devido às dificuldades financeiras e à falta de instalações próprias. Criada em 2017, nos municípios do Cazenga e Hoji-Ya-Henda, a escola beneficiou mais de “800 crianças carenciadas” ao longo de sete anos.
Movido pela paixão pelo ensino e pelo desejo de transformar vidas através da educação, António criou uma “escola comunitária” capaz de oferecer não apenas alfabetização, mas também orientação social, disciplina e esperança a menores provenientes de famílias em situação de vulnerabilidade. Com poucos recursos, mas muita determinação, o projecto começou de forma modesta e rapidamente conquistou reconhecimento nas comunidades onde funcionava.
Durante anos, a “Escola Comunitária Cantinho da Sabedoria” tornou-se um verdadeiro ponto de apoio para dezenas de famílias. Muitas crianças encontraram naquele espaço uma alternativa às ruas e à marginalidade, recebendo educação, acompanhamento e incentivo para sonhar com um futuro melhor. Além das aulas, a instituição promovia valores de cidadania, respeito e convivência social.
Sem instalações próprias, a escola funcionava em espaços arrendados no município do Cazenga e, posteriormente, no Hoji-Ya-Henda. Apesar dos esforços constantes para manter as actividades, as dificuldades financeiras agravaram-se com o passar do tempo. As sucessivas exigências de desocupação dos imóveis e a falta de apoio acabaram por inviabilizar a continuidade da escola, levando ao encerramento das actividades em 2024.
Desde então, António Domingos Simão Pedro enfrenta enormes dificuldades para sustentar a família, depois de perder a única fonte de rendimento. Ainda assim, garante que nunca perdeu a vontade de continuar a ensinar e apoiar “crianças vulneráveis”. Segundo o responsável, muitas famílias continuam a procurá-lo diariamente, na esperança de ver o “Cantinho da Sabedoria” voltar a funcionar.
A situação tem mobilizado moradores, antigos encarregados de educação e membros da comunidade, que reconhecem o impacto positivo que a escola teve na vida de centenas de crianças. António acredita que, com o apoio de cidadãos solidários, empresas privadas, igrejas e instituições sociais, será possível recuperar o projecto e beneficiar novamente mais de “400 crianças por ano”.
Perante este cenário, o fundador deixa um “apelo urgente à solidariedade nacional”. Qualquer contribuição poderá ajudar a devolver educação, dignidade e esperança a centenas de crianças que actualmente enfrentam dificuldades para continuar os estudos. Para apoiar o projecto, os interessados podem contactar através dos números: 923 763 017 / 953 809 044.