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A residência artística do ResiliArt Angola, situada na ilha do Mussulo, acolheu no último sábado, 9 de Maio, um encontro que reuniu jornalistas de diversos órgãos de comunicação social angolanos, numa iniciativa promovida pela American School of Angola (ASA).
O convívio decorreu num ambiente marcado pela partilha cultural e pela valorização das artes, servindo igualmente para apresentar o trabalho desenvolvido pelo projecto ResiliArt Angola, implementado em parceria com a UNESCO.
Criado pela UNESCO em Abril de 2020, durante o período mais crítico da pandemia da COVID-19, o movimento ResiliArt surgiu com o objectivo de apoiar artistas e profissionais da cultura afectados pela crise económica no sector criativo. Em Angola, o projecto foi introduzido em 2021, direccionado sobretudo ao fortalecimento cultural e artístico em contextos emergentes.
No país, a iniciativa tem promovido workshops de capacitação, residências artísticas e programas de intercâmbio internacional, com enfoque na valorização da identidade cultural angolana. Entre os elementos destacados estão a promoção da indústria têxtil nacional e do tecido Samacaca.
Integrado na Bienal de Luanda, o projecto procura também utilizar a arte como instrumento de diálogo, aproximação cultural e promoção da paz.
Ao longo dos últimos anos, a residência artística recebeu participantes provenientes de diferentes países, incluindo representantes culturais de cidades norte-americanas como Nova Iorque e New Jersey, no âmbito de programas de intercâmbio.
A American School of Angola, promotora do encontro, é uma instituição internacional de ensino sediada em Luanda, que adopta o currículo americano e aposta num modelo de ensino tecnológico e híbrido. A escola funciona no Condomínio Rosalinda, na Estrada da Samba, e oferece formação do ensino infantil ao secundário.
O encontro terminou num ambiente informal de convivência entre profissionais da comunicação, artistas e representantes ligados ao sector cultural, reforçando o papel da arte como espaço de diálogo e aproximação entre diferentes experiências e realidades.
A residência artística do ResiliArt Angola, situada na ilha do Mussulo, acolheu no último sábado, 9 de Maio, um encontro que reuniu jornalistas de diversos órgãos de comunicação social angolanos, numa iniciativa promovida pela American School of Angola (ASA).
O convívio decorreu num ambiente marcado pela partilha cultural e pela valorização das artes, servindo igualmente para apresentar o trabalho desenvolvido pelo projecto ResiliArt Angola, implementado em parceria com a UNESCO.
Criado pela UNESCO em Abril de 2020, durante o período mais crítico da pandemia da COVID-19, o movimento ResiliArt surgiu com o objectivo de apoiar artistas e profissionais da cultura afectados pela crise económica no sector criativo. Em Angola, o projecto foi introduzido em 2021, direccionado sobretudo ao fortalecimento cultural e artístico em contextos emergentes.
No país, a iniciativa tem promovido workshops de capacitação, residências artísticas e programas de intercâmbio internacional, com enfoque na valorização da identidade cultural angolana. Entre os elementos destacados estão a promoção da indústria têxtil nacional e do tecido Samacaca.
Integrado na Bienal de Luanda, o projecto procura também utilizar a arte como instrumento de diálogo, aproximação cultural e promoção da paz.
Ao longo dos últimos anos, a residência artística recebeu participantes provenientes de diferentes países, incluindo representantes culturais de cidades norte-americanas como Nova Iorque e New Jersey, no âmbito de programas de intercâmbio.
A American School of Angola, promotora do encontro, é uma instituição internacional de ensino sediada em Luanda, que adopta o currículo americano e aposta num modelo de ensino tecnológico e híbrido. A escola funciona no Condomínio Rosalinda, na Estrada da Samba, e oferece formação do ensino infantil ao secundário.
O encontro terminou num ambiente informal de convivência entre profissionais da comunicação, artistas e representantes ligados ao sector cultural, reforçando o papel da arte como espaço de diálogo e aproximação entre diferentes experiências e realidades.