
A ENSA Seguros de Angola realizou, nesta quarta-feira, 29 de Abril, em Luanda, a cerimónia de outorga da XVIII edição do Prémio ENSA-ARTE, uma das mais relevantes iniciativas de promoção das artes visuais no país. O evento reuniu artistas, convidados institucionais e representantes dos sectores cultural e empresarial, num ambiente marcado pela celebração da criatividade e da identidade artística angolana.
Nesta edição, os grandes prémios foram atribuídos após um rigoroso processo de avaliação conduzido por um júri especializado, que distinguiu obras de elevada qualidade nas categorias de pintura e escultura. O concurso mantém o seu propósito de valorizar o talento nacional e incentivar a produção artística contemporânea, reforçando a arte como instrumento de reflexão social e expressão cultural.
Na categoria de pintura, o Grande Prémio foi atribuído a Adriano João Gaspar, pela obra “Mujikulu”, enquanto Maiomona Vua conquistou o segundo lugar com “O Legado Cultural de uma Nação”. O mesmo artista destacou-se igualmente na escultura, ao vencer o primeiro lugar com a obra “Bocas Abertas, Protestos Sobre a Fome”, demonstrando forte impacto artístico e social nas suas criações.
Outros destaques incluem o Prémio Alliance Française, conquistado por Dionísio António com a obra “Espelho das Opiniões”, bem como o Prémio Juventude, que distinguiu novos talentos emergentes. Na escultura jovem, Aurélio Nivas venceu com “Hungu”, enquanto na pintura jovem Dionísio António voltou a ser reconhecido com “Mother of the World”, evidenciando a diversidade e renovação geracional no panorama artístico.
A edição de 2026 marcou também a introdução da categoria de Performance Artística, alargando o prémio a expressões contemporâneas que combinam teatro, música, dança e artes plásticas. Nesta estreia, Domingos Miguel “Mussunda” foi distinguido com a obra “Currulo-Currulo”, reforçando a abertura do concurso a novas linguagens criativas.
Os vencedores receberam prémios monetários de até 6 milhões de kwanzas para os primeiros classificados e 3,5 milhões para os segundos lugares, além de uma viagem de intercâmbio artístico-cultural a França para o vencedor do Prémio Alliance Française. Os incentivos visam estimular a produção artística e promover a internacionalização dos criadores angolanos.
Com mais de três décadas de existência, o ENSA-ARTE consolida-se como uma das principais plataformas de valorização das artes em Angola, contribuindo para a projecção de artistas nacionais. No ano em que celebra 48 anos de actividade, a ENSA reafirma o seu compromisso com o desenvolvimento cultural e a promoção da criatividade no país.
A ENSA Seguros de Angola realizou, nesta quarta-feira, 29 de Abril, em Luanda, a cerimónia de outorga da XVIII edição do Prémio ENSA-ARTE, uma das mais relevantes iniciativas de promoção das artes visuais no país. O evento reuniu artistas, convidados institucionais e representantes dos sectores cultural e empresarial, num ambiente marcado pela celebração da criatividade e da identidade artística angolana.
Nesta edição, os grandes prémios foram atribuídos após um rigoroso processo de avaliação conduzido por um júri especializado, que distinguiu obras de elevada qualidade nas categorias de pintura e escultura. O concurso mantém o seu propósito de valorizar o talento nacional e incentivar a produção artística contemporânea, reforçando a arte como instrumento de reflexão social e expressão cultural.
Na categoria de pintura, o Grande Prémio foi atribuído a Adriano João Gaspar, pela obra “Mujikulu”, enquanto Maiomona Vua conquistou o segundo lugar com “O Legado Cultural de uma Nação”. O mesmo artista destacou-se igualmente na escultura, ao vencer o primeiro lugar com a obra “Bocas Abertas, Protestos Sobre a Fome”, demonstrando forte impacto artístico e social nas suas criações.
Outros destaques incluem o Prémio Alliance Française, conquistado por Dionísio António com a obra “Espelho das Opiniões”, bem como o Prémio Juventude, que distinguiu novos talentos emergentes. Na escultura jovem, Aurélio Nivas venceu com “Hungu”, enquanto na pintura jovem Dionísio António voltou a ser reconhecido com “Mother of the World”, evidenciando a diversidade e renovação geracional no panorama artístico.
A edição de 2026 marcou também a introdução da categoria de Performance Artística, alargando o prémio a expressões contemporâneas que combinam teatro, música, dança e artes plásticas. Nesta estreia, Domingos Miguel “Mussunda” foi distinguido com a obra “Currulo-Currulo”, reforçando a abertura do concurso a novas linguagens criativas.
Os vencedores receberam prémios monetários de até 6 milhões de kwanzas para os primeiros classificados e 3,5 milhões para os segundos lugares, além de uma viagem de intercâmbio artístico-cultural a França para o vencedor do Prémio Alliance Française. Os incentivos visam estimular a produção artística e promover a internacionalização dos criadores angolanos.
Com mais de três décadas de existência, o ENSA-ARTE consolida-se como uma das principais plataformas de valorização das artes em Angola, contribuindo para a projecção de artistas nacionais. No ano em que celebra 48 anos de actividade, a ENSA reafirma o seu compromisso com o desenvolvimento cultural e a promoção da criatividade no país.