Actualidade
Sociedade

Sindicato dos Jornalistas Angolanos confirma greve de quatro dias na comunicação social

Sindicato dos Jornalistas Angolanos confirma greve de quatro dias na comunicação social
Foto por:
vídeo por:
DR

A assembleia de jornalistas realizada neste sábado, 9 de Maio, em Luanda, decretou uma greve no sector da comunicação social, a decorrer entre os dias 18 e 21 deste mês, alegadamente em resposta à falta de respostas ao caderno reivindicativo apresentado pela classe. A decisão foi tomada em reunião que juntou profissionais de vários órgãos de comunicação social, num clima de insatisfação generalizada face ao impasse nas negociações.

Segundo a deliberação, a greve terá início à meia-noite do dia 18 e prolongar-se-á por quatro dias, período durante o qual os jornalistas irão suspender as suas actividades laborais regulares. A paralisação é apresentada como uma forma de pressão para a resolução das preocupações já anteriormente expostas às entidades competentes.

De acordo com o comunicado lido no final do encontro, durante o período da greve deverão ser asseguradas apenas informações consideradas de interesse público e de carácter urgente, como situações de calamidade, emergências e outros comunicados essenciais dirigidos à população, de modo a não comprometer totalmente o direito à informação.

A orientação inicial do Sindicato dos Jornalistas Angolanos indicava que os seus filiados não deveriam comparecer nos locais de trabalho durante o período de paralisação, reforçando a adesão à greve como forma de unidade da classe jornalística.

Entretanto, o sindicato esclareceu que continua a consultar especialistas em matéria laboral e jurídica, com o objectivo de garantir que todo o processo decorra dentro dos parâmetros legais e sem gerar conflitos laborais adicionais com as entidades empregadoras.

A paralisação poderá afectar a normal produção e difusão de conteúdos informativos em diversos órgãos de comunicação social, levantando preocupações quanto ao impacto na cobertura noticiosa durante o período anunciado.

Apesar da decisão de greve, os jornalistas reafirmam a abertura ao diálogo, sublinhando que o objectivo principal é alcançar respostas concretas às reivindicações apresentadas e melhorar as condições de trabalho no sector da comunicação social em Angola.

6galeria

Marcelino Vasconcelos

A assembleia de jornalistas realizada neste sábado, 9 de Maio, em Luanda, decretou uma greve no sector da comunicação social, a decorrer entre os dias 18 e 21 deste mês, alegadamente em resposta à falta de respostas ao caderno reivindicativo apresentado pela classe. A decisão foi tomada em reunião que juntou profissionais de vários órgãos de comunicação social, num clima de insatisfação generalizada face ao impasse nas negociações.

Segundo a deliberação, a greve terá início à meia-noite do dia 18 e prolongar-se-á por quatro dias, período durante o qual os jornalistas irão suspender as suas actividades laborais regulares. A paralisação é apresentada como uma forma de pressão para a resolução das preocupações já anteriormente expostas às entidades competentes.

De acordo com o comunicado lido no final do encontro, durante o período da greve deverão ser asseguradas apenas informações consideradas de interesse público e de carácter urgente, como situações de calamidade, emergências e outros comunicados essenciais dirigidos à população, de modo a não comprometer totalmente o direito à informação.

A orientação inicial do Sindicato dos Jornalistas Angolanos indicava que os seus filiados não deveriam comparecer nos locais de trabalho durante o período de paralisação, reforçando a adesão à greve como forma de unidade da classe jornalística.

Entretanto, o sindicato esclareceu que continua a consultar especialistas em matéria laboral e jurídica, com o objectivo de garantir que todo o processo decorra dentro dos parâmetros legais e sem gerar conflitos laborais adicionais com as entidades empregadoras.

A paralisação poderá afectar a normal produção e difusão de conteúdos informativos em diversos órgãos de comunicação social, levantando preocupações quanto ao impacto na cobertura noticiosa durante o período anunciado.

Apesar da decisão de greve, os jornalistas reafirmam a abertura ao diálogo, sublinhando que o objectivo principal é alcançar respostas concretas às reivindicações apresentadas e melhorar as condições de trabalho no sector da comunicação social em Angola.

6galeria

Artigos relacionados

Thank you! Your submission has been received!
Oops! Something went wrong while submitting the form