
Durante dois dias, Luanda transformou-se num ponto de encontro para o pensamento médico e científico. O Congresso Científico da Clínica Sagrada Esperança reuniu mais de mil especialistas nacionais e internacionais, num exercício colectivo de reflexão sobre os caminhos e desafios da saúde em Angola.
No centro das discussões estiveram temas estruturantes como a saúde materno-infantil, doenças infecciosas, cirurgia especializada, cuidados intensivos, inovação tecnológica e gestão hospitalar, áreas que espelham tanto as fragilidades como as ambições do sistema de saúde nacional.
Entre mesas-redondas, palestras e trocas informais, médicos, enfermeiros, técnicos e investigadores exploraram também a importância da investigação científica e da formação contínua, num sector onde o conhecimento evolui à velocidade da urgência.
O congresso contou com 836 participantes, 200 prelectores e 96 convidados, incluindo representantes institucionais de peso. Na abertura, o Secretário de Estado para o Petróleo e Gás, José Alexandre Barroso, sublinhou o valor simbólico e estratégico do encontro, descrevendo-o como uma celebração do conhecimento e do compromisso com a qualidade e inovação no sector.
No encerramento, o Secretário de Estado para a Área Hospitalar, Leonardo Europeu Inocêncio, reforçou a ideia de que o futuro da saúde em Angola passa inevitavelmente pela ciência, pela tecnologia e pela formação contínua dos profissionais, destacando ainda a necessidade de maior articulação entre os sectores público e privado.
A mesma visão foi partilhada por Esmael Tomás, Director Clínico da instituição organizadora, que apontou o congresso como um espaço privilegiado onde a prática clínica se transforma em conhecimento científico aplicável à realidade do país.
Antes mesmo do início oficial, o evento já deixava marcas. Entre os dias 6 e 9 de Abril, 237 profissionais participaram em 11 cursos pré-congresso, focados em áreas críticas como cuidados intensivos, cirurgia e saúde materno-infantil, numa aposta clara na capacitação técnica.
Com mais de três décadas de experiência, a Clínica Sagrada Esperança consolida-se, assim, como um dos pilares na formação e investigação em saúde em Angola. Mais do que um evento, o congresso afirmou-se como um espaço de construção — onde ideias se cruzam, experiências se somam e o futuro da medicina começa, discretamente, a ganhar forma.
Durante dois dias, Luanda transformou-se num ponto de encontro para o pensamento médico e científico. O Congresso Científico da Clínica Sagrada Esperança reuniu mais de mil especialistas nacionais e internacionais, num exercício colectivo de reflexão sobre os caminhos e desafios da saúde em Angola.
No centro das discussões estiveram temas estruturantes como a saúde materno-infantil, doenças infecciosas, cirurgia especializada, cuidados intensivos, inovação tecnológica e gestão hospitalar, áreas que espelham tanto as fragilidades como as ambições do sistema de saúde nacional.
Entre mesas-redondas, palestras e trocas informais, médicos, enfermeiros, técnicos e investigadores exploraram também a importância da investigação científica e da formação contínua, num sector onde o conhecimento evolui à velocidade da urgência.
O congresso contou com 836 participantes, 200 prelectores e 96 convidados, incluindo representantes institucionais de peso. Na abertura, o Secretário de Estado para o Petróleo e Gás, José Alexandre Barroso, sublinhou o valor simbólico e estratégico do encontro, descrevendo-o como uma celebração do conhecimento e do compromisso com a qualidade e inovação no sector.
No encerramento, o Secretário de Estado para a Área Hospitalar, Leonardo Europeu Inocêncio, reforçou a ideia de que o futuro da saúde em Angola passa inevitavelmente pela ciência, pela tecnologia e pela formação contínua dos profissionais, destacando ainda a necessidade de maior articulação entre os sectores público e privado.
A mesma visão foi partilhada por Esmael Tomás, Director Clínico da instituição organizadora, que apontou o congresso como um espaço privilegiado onde a prática clínica se transforma em conhecimento científico aplicável à realidade do país.
Antes mesmo do início oficial, o evento já deixava marcas. Entre os dias 6 e 9 de Abril, 237 profissionais participaram em 11 cursos pré-congresso, focados em áreas críticas como cuidados intensivos, cirurgia e saúde materno-infantil, numa aposta clara na capacitação técnica.
Com mais de três décadas de experiência, a Clínica Sagrada Esperança consolida-se, assim, como um dos pilares na formação e investigação em saúde em Angola. Mais do que um evento, o congresso afirmou-se como um espaço de construção — onde ideias se cruzam, experiências se somam e o futuro da medicina começa, discretamente, a ganhar forma.