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As autoridades sanitárias da província do Cubango estão em alerta devido ao aumento de casos de circuncisão mal realizada em comunidades rurais, uma situação que tem afectado sobretudo jovens e crianças e gerado complicações de saúde consideradas graves pelas equipas médicas locais.
A informação foi avançada no domingo, 3 de Maio, pela Rádio Nacional de Angola (RNA), que cita responsáveis do sector da saúde na província, indicando que os registos mais preocupantes têm sido observados em zonas rurais, onde o acesso a serviços médicos formais continua limitado.
Segundo as autoridades, o problema tem origem na realização do procedimento por técnicos não qualificados e em espaços improvisados, muitas vezes sem condições de esterilização adequada, o que aumenta significativamente o risco de infecções e hemorragias.
Os dados referentes a 2025 apontam para um cenário crítico, com mais de 40 jovens e crianças internados em unidades hospitalares do Cubango devido a complicações resultantes destas práticas, algumas das quais exigiram intervenção médica de emergência.
Em vários casos registados, a evolução clínica dos pacientes agravou-se devido ao atraso no socorro e à falta de acompanhamento pós-operatório adequado, o que levou a situações extremas, incluindo amputações.
Perante este quadro, as autoridades sanitárias do Cubango reforçam o apelo à população para que recorra exclusivamente a unidades de saúde certificadas, sublinhando a necessidade de prevenção, fiscalização e maior sensibilização comunitária para travar o aumento destes casos.
As autoridades sanitárias da província do Cubango estão em alerta devido ao aumento de casos de circuncisão mal realizada em comunidades rurais, uma situação que tem afectado sobretudo jovens e crianças e gerado complicações de saúde consideradas graves pelas equipas médicas locais.
A informação foi avançada no domingo, 3 de Maio, pela Rádio Nacional de Angola (RNA), que cita responsáveis do sector da saúde na província, indicando que os registos mais preocupantes têm sido observados em zonas rurais, onde o acesso a serviços médicos formais continua limitado.
Segundo as autoridades, o problema tem origem na realização do procedimento por técnicos não qualificados e em espaços improvisados, muitas vezes sem condições de esterilização adequada, o que aumenta significativamente o risco de infecções e hemorragias.
Os dados referentes a 2025 apontam para um cenário crítico, com mais de 40 jovens e crianças internados em unidades hospitalares do Cubango devido a complicações resultantes destas práticas, algumas das quais exigiram intervenção médica de emergência.
Em vários casos registados, a evolução clínica dos pacientes agravou-se devido ao atraso no socorro e à falta de acompanhamento pós-operatório adequado, o que levou a situações extremas, incluindo amputações.
Perante este quadro, as autoridades sanitárias do Cubango reforçam o apelo à população para que recorra exclusivamente a unidades de saúde certificadas, sublinhando a necessidade de prevenção, fiscalização e maior sensibilização comunitária para travar o aumento destes casos.