
O secretário de Estado para a Agricultura e Pecuária, Castro Paulino Camarada, revelou em Luanda que Angola conta actualmente com 9.754 escolas agrícolas, estruturas consideradas fundamentais para o desenvolvimento de competências técnicas, transferência de conhecimento e modernização do sector agrário nacional. A informação foi avançada no quadro das estratégias do Executivo voltadas para o reforço da segurança alimentar e aumento da produção nacional.
Segundo o governante, as escolas agrícolas desempenham um papel decisivo na capacitação de camponeses, técnicos e jovens ligados ao sector produtivo, sobretudo nas zonas rurais, onde a agricultura familiar continua a sustentar milhares de famílias. As instituições funcionam como centros de aprendizagem prática, permitindo a disseminação de novas técnicas de cultivo, gestão agrícola e utilização de tecnologias adaptadas às necessidades locais.
A expansão destas escolas surge numa altura em que o Executivo intensifica programas de apoio à agricultura comercial e familiar, através de iniciativas coordenadas pelo Ministério da Agricultura e Florestas. Entre os projectos em curso destacam-se o MOSAP III, o SAMAP e o PDAC, voltados para o aumento da produtividade, resiliência climática e fortalecimento das cadeias de valor agrícolas no país.
Especialistas do sector defendem que a formação técnica continua a ser um dos principais desafios da agricultura angolana, principalmente diante da necessidade de mecanização e modernização da produção. Neste contexto, as escolas agrícolas assumem um papel estratégico na preparação de mão-de-obra qualificada, capaz de responder às exigências do mercado e contribuir para a redução das importações alimentares.
O Governo angolano tem igualmente procurado atrair investimento estrangeiro para acelerar a transformação do agronegócio. Recentemente, empresários belgas manifestaram interesse em investir em soluções tecnológicas para o sector agrícola em Angola, incluindo fertilização de precisão, drones para apoio à produção e sistemas inteligentes para a pecuária.
Durante vários encontros institucionais, o secretário de Estado sublinhou que Angola dispõe de vastas áreas aráveis e potencial para se tornar uma referência agrícola na região da SADC. O responsável reiterou ainda que o foco do Executivo passa pelo aumento da produção de cereais como milho, arroz, trigo e soja, considerados essenciais para garantir maior autossuficiência alimentar.
Com a criação e consolidação das escolas agrícolas, o país procura não apenas fortalecer o conhecimento técnico nas comunidades rurais, mas também incentivar o empreendedorismo jovem e dinamizar a economia nacional através do sector agrícola. A aposta na formação é vista como um dos pilares para transformar a agricultura num motor efectivo de crescimento económico e geração de emprego em Angola.
O secretário de Estado para a Agricultura e Pecuária, Castro Paulino Camarada, revelou em Luanda que Angola conta actualmente com 9.754 escolas agrícolas, estruturas consideradas fundamentais para o desenvolvimento de competências técnicas, transferência de conhecimento e modernização do sector agrário nacional. A informação foi avançada no quadro das estratégias do Executivo voltadas para o reforço da segurança alimentar e aumento da produção nacional.
Segundo o governante, as escolas agrícolas desempenham um papel decisivo na capacitação de camponeses, técnicos e jovens ligados ao sector produtivo, sobretudo nas zonas rurais, onde a agricultura familiar continua a sustentar milhares de famílias. As instituições funcionam como centros de aprendizagem prática, permitindo a disseminação de novas técnicas de cultivo, gestão agrícola e utilização de tecnologias adaptadas às necessidades locais.
A expansão destas escolas surge numa altura em que o Executivo intensifica programas de apoio à agricultura comercial e familiar, através de iniciativas coordenadas pelo Ministério da Agricultura e Florestas. Entre os projectos em curso destacam-se o MOSAP III, o SAMAP e o PDAC, voltados para o aumento da produtividade, resiliência climática e fortalecimento das cadeias de valor agrícolas no país.
Especialistas do sector defendem que a formação técnica continua a ser um dos principais desafios da agricultura angolana, principalmente diante da necessidade de mecanização e modernização da produção. Neste contexto, as escolas agrícolas assumem um papel estratégico na preparação de mão-de-obra qualificada, capaz de responder às exigências do mercado e contribuir para a redução das importações alimentares.
O Governo angolano tem igualmente procurado atrair investimento estrangeiro para acelerar a transformação do agronegócio. Recentemente, empresários belgas manifestaram interesse em investir em soluções tecnológicas para o sector agrícola em Angola, incluindo fertilização de precisão, drones para apoio à produção e sistemas inteligentes para a pecuária.
Durante vários encontros institucionais, o secretário de Estado sublinhou que Angola dispõe de vastas áreas aráveis e potencial para se tornar uma referência agrícola na região da SADC. O responsável reiterou ainda que o foco do Executivo passa pelo aumento da produção de cereais como milho, arroz, trigo e soja, considerados essenciais para garantir maior autossuficiência alimentar.
Com a criação e consolidação das escolas agrícolas, o país procura não apenas fortalecer o conhecimento técnico nas comunidades rurais, mas também incentivar o empreendedorismo jovem e dinamizar a economia nacional através do sector agrícola. A aposta na formação é vista como um dos pilares para transformar a agricultura num motor efectivo de crescimento económico e geração de emprego em Angola.