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Maioria dos consumidores angolanos aponta dificuldades no acesso a serviços

Maioria dos consumidores angolanos aponta dificuldades no acesso a serviços
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Cerca de 77% dos consumidores angolanos consideram difícil o acesso a serviços no país, segundo dados apresentados nesta quinta-feira, 8 de Maio, durante a conferência Hype CX 2026, realizada em Luanda pelo TARGETING.

O estudo divulgado no Centro Cultural Paz Flor revela ainda que 64% dos clientes entendem que as actuais soluções digitais continuam sem responder de forma eficaz às suas necessidades, colocando Angola abaixo da média dos países emergentes em matéria de experiência do cliente.

Sob o lema “Quem entende, lidera”, o encontro reuniu representantes dos sectores da Banca, Energia, Telecomunicações e Seguros para discutir os desafios da relação entre empresas e consumidores num mercado cada vez mais exigente.

O curador do evento, Josemar Afonso, afirmou que o cliente angolano vive uma fase de maior consciência e exigência, defendendo que as empresas devem escutar melhor o consumidor local em vez de replicarem apenas modelos externos.

Durante os debates, a necessidade de interpretar melhor os dados dos consumidores foi apontada como um dos principais caminhos para melhorar os serviços e fortalecer os negócios.

Para Eduardo Bettencourt, administrador da EMIS, os relatórios sobre experiência do cliente precisam de uma análise mais segmentada, considerando diferenças entre províncias, faixas etárias e estratos sociais.

Já Francisco Kuvalela, director-geral do TARGETING e coordenador do Hype CX 2026, defendeu que a experiência do cliente deixou de ser apenas uma questão operacional, tornando-se um factor estratégico para o desempenho financeiro e a liderança empresarial.

A conferência foi estruturada em torno de temas ligados à estratégia de negócio, análise do comportamento do consumidor, ferramentas tecnológicas e metodologias de Customer Experience.

O encerramento do evento reforçou a ideia de que, num mercado cada vez mais competitivo, compreender o consumidor poderá ser um dos principais factores de diferenciação das empresas angolanas nos próximos anos.

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Veloso de Almeida

Repórter

Veloso estudou Comunicação Social no Instituto Superior Técnico de Angola (ISTA) e estagia como jornalista no portal ONgoma News.

Cerca de 77% dos consumidores angolanos consideram difícil o acesso a serviços no país, segundo dados apresentados nesta quinta-feira, 8 de Maio, durante a conferência Hype CX 2026, realizada em Luanda pelo TARGETING.

O estudo divulgado no Centro Cultural Paz Flor revela ainda que 64% dos clientes entendem que as actuais soluções digitais continuam sem responder de forma eficaz às suas necessidades, colocando Angola abaixo da média dos países emergentes em matéria de experiência do cliente.

Sob o lema “Quem entende, lidera”, o encontro reuniu representantes dos sectores da Banca, Energia, Telecomunicações e Seguros para discutir os desafios da relação entre empresas e consumidores num mercado cada vez mais exigente.

O curador do evento, Josemar Afonso, afirmou que o cliente angolano vive uma fase de maior consciência e exigência, defendendo que as empresas devem escutar melhor o consumidor local em vez de replicarem apenas modelos externos.

Durante os debates, a necessidade de interpretar melhor os dados dos consumidores foi apontada como um dos principais caminhos para melhorar os serviços e fortalecer os negócios.

Para Eduardo Bettencourt, administrador da EMIS, os relatórios sobre experiência do cliente precisam de uma análise mais segmentada, considerando diferenças entre províncias, faixas etárias e estratos sociais.

Já Francisco Kuvalela, director-geral do TARGETING e coordenador do Hype CX 2026, defendeu que a experiência do cliente deixou de ser apenas uma questão operacional, tornando-se um factor estratégico para o desempenho financeiro e a liderança empresarial.

A conferência foi estruturada em torno de temas ligados à estratégia de negócio, análise do comportamento do consumidor, ferramentas tecnológicas e metodologias de Customer Experience.

O encerramento do evento reforçou a ideia de que, num mercado cada vez mais competitivo, compreender o consumidor poderá ser um dos principais factores de diferenciação das empresas angolanas nos próximos anos.

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