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Operação “Quebra Molas” desmantela rede de garimpo ilegal de ouro na Huíla

Operação “Quebra Molas” desmantela rede de garimpo ilegal de ouro na Huíla
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Mais de 50 indivíduos foram detidos na província da Huíla durante a primeira fase da operação “Quebra Molas”, conduzida pela Polícia Nacional de Angola no município do Dongo, numa acção de combate intensivo ao garimpo ilegal de ouro em zonas rurais da região sul do país.

A operação foi desencadeada com o objectivo de desmantelar estruturas organizadas envolvidas na exploração ilícita de recursos minerais, que vinham a operar nas localidades de Cahali e Capama. Segundo as autoridades, estas áreas registavam movimentações frequentes de garimpeiros ilegais, com impacto directo na degradação ambiental e na exploração descontrolada dos solos.

De acordo com informações avançadas pela Polícia Nacional de Angola, a intervenção permitiu neutralizar uma rede logística que apoiava a actividade de mineração ilegal, incluindo pontos de apoio, meios de transporte e equipamentos utilizados na extracção de ouro de forma não autorizada.

Durante a operação, as forças policiais apreenderam diversos instrumentos usados no garimpo, ao mesmo tempo que procederam à dispersão de grupos que operavam de forma clandestina nas zonas identificadas. As autoridades sublinham que a acção foi executada com reforço operacional para garantir o controlo efectivo da área e evitar reacções violentas.

A polícia considera que o garimpo ilegal tem vindo a representar um risco crescente para a segurança das comunidades locais, além de provocar danos ambientais significativos, como a destruição de solos agrícolas, poluição de cursos de água e degradação de ecossistemas na província da Huíla.

Os detidos foram encaminhados para as unidades policiais competentes, onde decorrem os trâmites legais para o devido processamento judicial. As autoridades estão igualmente a investigar possíveis ligações entre os detidos e redes mais amplas de exploração ilegal de ouro que operam na região.

A Polícia Nacional de Angola avançou que a operação “Quebra Molas” terá continuidade noutras zonas consideradas críticas, reforçando o compromisso de combate ao garimpo ilegal e de protecção dos recursos naturais em Angola, com especial atenção às áreas de maior pressão mineira.

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Marcelino Vasconcelos

Mais de 50 indivíduos foram detidos na província da Huíla durante a primeira fase da operação “Quebra Molas”, conduzida pela Polícia Nacional de Angola no município do Dongo, numa acção de combate intensivo ao garimpo ilegal de ouro em zonas rurais da região sul do país.

A operação foi desencadeada com o objectivo de desmantelar estruturas organizadas envolvidas na exploração ilícita de recursos minerais, que vinham a operar nas localidades de Cahali e Capama. Segundo as autoridades, estas áreas registavam movimentações frequentes de garimpeiros ilegais, com impacto directo na degradação ambiental e na exploração descontrolada dos solos.

De acordo com informações avançadas pela Polícia Nacional de Angola, a intervenção permitiu neutralizar uma rede logística que apoiava a actividade de mineração ilegal, incluindo pontos de apoio, meios de transporte e equipamentos utilizados na extracção de ouro de forma não autorizada.

Durante a operação, as forças policiais apreenderam diversos instrumentos usados no garimpo, ao mesmo tempo que procederam à dispersão de grupos que operavam de forma clandestina nas zonas identificadas. As autoridades sublinham que a acção foi executada com reforço operacional para garantir o controlo efectivo da área e evitar reacções violentas.

A polícia considera que o garimpo ilegal tem vindo a representar um risco crescente para a segurança das comunidades locais, além de provocar danos ambientais significativos, como a destruição de solos agrícolas, poluição de cursos de água e degradação de ecossistemas na província da Huíla.

Os detidos foram encaminhados para as unidades policiais competentes, onde decorrem os trâmites legais para o devido processamento judicial. As autoridades estão igualmente a investigar possíveis ligações entre os detidos e redes mais amplas de exploração ilegal de ouro que operam na região.

A Polícia Nacional de Angola avançou que a operação “Quebra Molas” terá continuidade noutras zonas consideradas críticas, reforçando o compromisso de combate ao garimpo ilegal e de protecção dos recursos naturais em Angola, com especial atenção às áreas de maior pressão mineira.

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