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Entre os dias 5 e 9 de maio de 2026, o Camões – Centro Cultural Português (CCP), em Luanda, acolhe o festival “Em Comum, Festival da Língua Portuguesa”, uma iniciativa que assinala o Dia Mundial da Língua Portuguesa e os 30 anos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Ao longo de cinco dias, o espaço transforma-se num ponto de encontro entre diferentes expressões da lusofonia, reunindo escritores, poetas, músicos e agentes culturais. A proposta passa por valorizar o português enquanto língua viva e em constante transformação, capaz de ligar geografias distintas e estimular o diálogo intercultural.
A programação aposta numa abordagem diversa, que cruza literatura, performance e formação. A abertura, a 5 de maio, é marcada pela sessão de poesia “Há Poesia na Língua”, com Sandra Bande, numa celebração dedicada à força e à sensibilidade da palavra.
No dia seguinte, o público mais jovem é chamado a participar na oficina “(Re)criação de Histórias”, orientada pelo Leitor do Camões Samba, dirigida a crianças entre os 5 e os 12 anos.
De 7 a 9 de maio, o CCP recebe a Feira do Livro em Português, reunindo editoras e livrarias com propostas recentes do universo editorial lusófono. Ainda no dia 7, a iniciativa “Palavras Soltas”, em parceria com o Clube de Leitura HOT, promove uma sessão de leitura com microfone aberto, incentivando a participação do público. A jornada culmina com um concerto de Yaki Bandeira, que percorre diferentes sonoridades da língua portuguesa.
Nos dias 8 e 9, o festival apresenta “Dás Línguas”, uma leitura encenada a partir da obra Comer a Língua, de Regina Guimarães, com criação e interpretação de Catarina Lacerda e Susana Madeira.
O encerramento, a 9 de maio, fica marcado pelo lançamento do livro 30 Odes (Pouco ou Nada Ortodoxas), de José Luís Mendonça, seguido da festa “CPLP 30 em Língua na Pista”, conduzida pelo DJ Danny, numa celebração onde a música eletrónica se cruza com o português.
Mais do que uma agenda cultural, o “Em Comum” afirma-se como um espaço de partilha e construção coletiva, reforçando a presença da língua portuguesa como território de encontro.
Entre os dias 5 e 9 de maio de 2026, o Camões – Centro Cultural Português (CCP), em Luanda, acolhe o festival “Em Comum, Festival da Língua Portuguesa”, uma iniciativa que assinala o Dia Mundial da Língua Portuguesa e os 30 anos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Ao longo de cinco dias, o espaço transforma-se num ponto de encontro entre diferentes expressões da lusofonia, reunindo escritores, poetas, músicos e agentes culturais. A proposta passa por valorizar o português enquanto língua viva e em constante transformação, capaz de ligar geografias distintas e estimular o diálogo intercultural.
A programação aposta numa abordagem diversa, que cruza literatura, performance e formação. A abertura, a 5 de maio, é marcada pela sessão de poesia “Há Poesia na Língua”, com Sandra Bande, numa celebração dedicada à força e à sensibilidade da palavra.
No dia seguinte, o público mais jovem é chamado a participar na oficina “(Re)criação de Histórias”, orientada pelo Leitor do Camões Samba, dirigida a crianças entre os 5 e os 12 anos.
De 7 a 9 de maio, o CCP recebe a Feira do Livro em Português, reunindo editoras e livrarias com propostas recentes do universo editorial lusófono. Ainda no dia 7, a iniciativa “Palavras Soltas”, em parceria com o Clube de Leitura HOT, promove uma sessão de leitura com microfone aberto, incentivando a participação do público. A jornada culmina com um concerto de Yaki Bandeira, que percorre diferentes sonoridades da língua portuguesa.
Nos dias 8 e 9, o festival apresenta “Dás Línguas”, uma leitura encenada a partir da obra Comer a Língua, de Regina Guimarães, com criação e interpretação de Catarina Lacerda e Susana Madeira.
O encerramento, a 9 de maio, fica marcado pelo lançamento do livro 30 Odes (Pouco ou Nada Ortodoxas), de José Luís Mendonça, seguido da festa “CPLP 30 em Língua na Pista”, conduzida pelo DJ Danny, numa celebração onde a música eletrónica se cruza com o português.
Mais do que uma agenda cultural, o “Em Comum” afirma-se como um espaço de partilha e construção coletiva, reforçando a presença da língua portuguesa como território de encontro.