
O Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, alertou nesta segunda-feira, 20 de Abril, no Lubango, província da Huíla, que o garimpo ilegal constitui crime e que todos os seus praticantes devem ser responsabilizados, defendendo uma actuação firme e coordenada das instituições do Estado para travar o fenómeno.
A posição foi expressa durante um encontro de cortesia com o governador da Huíla, Nuno Mahapi Dala, no âmbito da visita de trabalho que o governante realiza à região, com foco na avaliação do sector mineiro e no reforço das medidas de controlo e fiscalização da actividade extractiva.
Na ocasião, o ministro foi categórico ao sublinhar que o combate ao garimpo ilegal não deve ser visto como uma responsabilidade exclusiva do seu pelouro, mas sim como uma missão colectiva. “O garimpo é ilegal e quem o pratica deve ser responsabilizado”, reiterou, acrescentando que a eficácia no combate depende da articulação entre órgãos de defesa e segurança, autoridades administrativas e as próprias comunidades.
Diamantino Azevedo reconheceu que o garimpo ilegal continua a representar um desafio significativo para Angola, devido aos prejuízos económicos que causa ao Estado, bem como aos impactos sociais e ambientais nas zonas de exploração. Por isso, defendeu o reforço das acções de sensibilização, fiscalização e responsabilização dos infractores.
O governante destacou ainda que o Executivo tem vindo a implementar medidas estruturantes para organizar o sector mineiro, incentivar a exploração legal dos recursos e assegurar que as riquezas minerais contribuam efectivamente para o desenvolvimento sustentável das comunidades.
Por sua vez, o governador Nuno Mahapi Dala reconheceu a necessidade de intensificar a fiscalização nas áreas mais afectadas pelo garimpo ilegal na província, sublinhando a importância do envolvimento das administrações locais e das populações na denúncia e prevenção desta prática.
O encontro permitiu igualmente analisar o ponto de situação dos projectos mineiros em curso na Huíla, bem como identificar novas oportunidades de investimento no sector, com especial enfoque na geração de emprego e na diversificação da economia local.
A visita de trabalho de Diamantino Azevedo enquadra-se na estratégia do Governo angolano de reforçar a legalidade, transparência e eficiência na gestão dos recursos minerais do país.
O Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, alertou nesta segunda-feira, 20 de Abril, no Lubango, província da Huíla, que o garimpo ilegal constitui crime e que todos os seus praticantes devem ser responsabilizados, defendendo uma actuação firme e coordenada das instituições do Estado para travar o fenómeno.
A posição foi expressa durante um encontro de cortesia com o governador da Huíla, Nuno Mahapi Dala, no âmbito da visita de trabalho que o governante realiza à região, com foco na avaliação do sector mineiro e no reforço das medidas de controlo e fiscalização da actividade extractiva.
Na ocasião, o ministro foi categórico ao sublinhar que o combate ao garimpo ilegal não deve ser visto como uma responsabilidade exclusiva do seu pelouro, mas sim como uma missão colectiva. “O garimpo é ilegal e quem o pratica deve ser responsabilizado”, reiterou, acrescentando que a eficácia no combate depende da articulação entre órgãos de defesa e segurança, autoridades administrativas e as próprias comunidades.
Diamantino Azevedo reconheceu que o garimpo ilegal continua a representar um desafio significativo para Angola, devido aos prejuízos económicos que causa ao Estado, bem como aos impactos sociais e ambientais nas zonas de exploração. Por isso, defendeu o reforço das acções de sensibilização, fiscalização e responsabilização dos infractores.
O governante destacou ainda que o Executivo tem vindo a implementar medidas estruturantes para organizar o sector mineiro, incentivar a exploração legal dos recursos e assegurar que as riquezas minerais contribuam efectivamente para o desenvolvimento sustentável das comunidades.
Por sua vez, o governador Nuno Mahapi Dala reconheceu a necessidade de intensificar a fiscalização nas áreas mais afectadas pelo garimpo ilegal na província, sublinhando a importância do envolvimento das administrações locais e das populações na denúncia e prevenção desta prática.
O encontro permitiu igualmente analisar o ponto de situação dos projectos mineiros em curso na Huíla, bem como identificar novas oportunidades de investimento no sector, com especial enfoque na geração de emprego e na diversificação da economia local.
A visita de trabalho de Diamantino Azevedo enquadra-se na estratégia do Governo angolano de reforçar a legalidade, transparência e eficiência na gestão dos recursos minerais do país.