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O auditório da UCCLA, em Lisboa, recebe no próximo dia 21 de Abril, às 18 horas, a apresentação do livro “O colono preto saiu do guarda-fato”, da autoria de Sérgio Raimundo.
Editada pela Oficina de Textos, a obra será apresentada por Catarina Simão, num encontro que promete cruzar literatura, memória e reflexão histórica.
Composto por um conjunto de crónicas centradas em Moçambique, o livro assume-se como uma celebração literária dos 50 anos de independência do país. Ao longo das páginas, o autor propõe uma leitura crítica e sensível dos acontecimentos recentes, desafiando o leitor a questionar narrativas e a revisitar o passado. A escrita segue, em parte, a linha defendida por Jorge Amado: mais do que explicar, importa contar.
Nascido em Maputo, no bairro de Chamanculo, em 1992, Sérgio Raimundo construiu um percurso multifacetado entre a literatura, o jornalismo e o ensino. Licenciado em Filosofia pela Universidade Eduardo Mondlane e mestre em Ciências da Educação pela Universidade do Algarve, encontra-se actualmente a frequentar o doutoramento em Ciências da Comunicação no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa.
Ao longo da sua carreira, publicou obras de poesia, romance e crónica, destacando-se títulos como “A ilha dos mulatos” e “As ancas do camarada chefe”. O seu trabalho já lhe valeu diversos prémios e distinções em Moçambique, Portugal e além-fronteiras, consolidando-o como uma das vozes emergentes da literatura lusófona contemporânea.
Dividido entre Moçambique e Portugal, o autor continua a explorar, através da escrita, as tensões, memórias e identidades que marcam o espaço pós-colonial agora reunidas num livro que promete mais perguntas do que respostas.
O auditório da UCCLA, em Lisboa, recebe no próximo dia 21 de Abril, às 18 horas, a apresentação do livro “O colono preto saiu do guarda-fato”, da autoria de Sérgio Raimundo.
Editada pela Oficina de Textos, a obra será apresentada por Catarina Simão, num encontro que promete cruzar literatura, memória e reflexão histórica.
Composto por um conjunto de crónicas centradas em Moçambique, o livro assume-se como uma celebração literária dos 50 anos de independência do país. Ao longo das páginas, o autor propõe uma leitura crítica e sensível dos acontecimentos recentes, desafiando o leitor a questionar narrativas e a revisitar o passado. A escrita segue, em parte, a linha defendida por Jorge Amado: mais do que explicar, importa contar.
Nascido em Maputo, no bairro de Chamanculo, em 1992, Sérgio Raimundo construiu um percurso multifacetado entre a literatura, o jornalismo e o ensino. Licenciado em Filosofia pela Universidade Eduardo Mondlane e mestre em Ciências da Educação pela Universidade do Algarve, encontra-se actualmente a frequentar o doutoramento em Ciências da Comunicação no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa.
Ao longo da sua carreira, publicou obras de poesia, romance e crónica, destacando-se títulos como “A ilha dos mulatos” e “As ancas do camarada chefe”. O seu trabalho já lhe valeu diversos prémios e distinções em Moçambique, Portugal e além-fronteiras, consolidando-o como uma das vozes emergentes da literatura lusófona contemporânea.
Dividido entre Moçambique e Portugal, o autor continua a explorar, através da escrita, as tensões, memórias e identidades que marcam o espaço pós-colonial agora reunidas num livro que promete mais perguntas do que respostas.