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A transformação digital deixou de ser uma escolha estratégica para se tornar uma necessidade de sobrevivência no mercado actual. A ideia foi defendida por Miguel Soares, CEO da Escolha do Consumidor Angola e especialista em inteligência artificial, durante a sua participação no podcast Taça Cheia.
Com mais de três décadas de experiência nas áreas das telecomunicações e marketing, o gestor partilhou uma visão centrada no impacto da tecnologia sobre os hábitos de consumo, a competitividade empresarial e o futuro dos mercados emergentes.
Ao longo da conversa, Soares sublinhou que a inteligência artificial já ocupa um papel determinante na aproximação entre empresas e consumidores, permitindo respostas mais rápidas, serviços personalizados e soluções mais acessíveis. Para o especialista, as empresas que resistirem à adaptação tecnológica correm o risco de perder relevância num mercado cada vez mais digital.
“Hoje, a transformação digital não é opcional, é vital para o futuro das empresas”, afirmou.
O CEO destacou ainda que Angola possui condições para aproveitar o actual avanço tecnológico como uma oportunidade de posicionamento internacional. Segundo explicou, mercados emergentes podem competir em escala global desde que apostem seriamente na inovação, capacitação e digitalização dos serviços.
Mais do que uma mudança técnica, Miguel Soares considera que a transformação digital deve produzir impacto social e cultural, criando novas formas de inclusão, acesso e consumo.
A participação no Taça Cheia trouxe também reflexões sobre liderança, adaptação às mudanças e a necessidade de as empresas acompanharem a velocidade da evolução tecnológica para se manterem relevantes num cenário económico cada vez mais competitivo.
A transformação digital deixou de ser uma escolha estratégica para se tornar uma necessidade de sobrevivência no mercado actual. A ideia foi defendida por Miguel Soares, CEO da Escolha do Consumidor Angola e especialista em inteligência artificial, durante a sua participação no podcast Taça Cheia.
Com mais de três décadas de experiência nas áreas das telecomunicações e marketing, o gestor partilhou uma visão centrada no impacto da tecnologia sobre os hábitos de consumo, a competitividade empresarial e o futuro dos mercados emergentes.
Ao longo da conversa, Soares sublinhou que a inteligência artificial já ocupa um papel determinante na aproximação entre empresas e consumidores, permitindo respostas mais rápidas, serviços personalizados e soluções mais acessíveis. Para o especialista, as empresas que resistirem à adaptação tecnológica correm o risco de perder relevância num mercado cada vez mais digital.
“Hoje, a transformação digital não é opcional, é vital para o futuro das empresas”, afirmou.
O CEO destacou ainda que Angola possui condições para aproveitar o actual avanço tecnológico como uma oportunidade de posicionamento internacional. Segundo explicou, mercados emergentes podem competir em escala global desde que apostem seriamente na inovação, capacitação e digitalização dos serviços.
Mais do que uma mudança técnica, Miguel Soares considera que a transformação digital deve produzir impacto social e cultural, criando novas formas de inclusão, acesso e consumo.
A participação no Taça Cheia trouxe também reflexões sobre liderança, adaptação às mudanças e a necessidade de as empresas acompanharem a velocidade da evolução tecnológica para se manterem relevantes num cenário económico cada vez mais competitivo.