
O PCE do Grupo Executive, Nuno Fernandes, foi uma das figuras central da primeira edição do Fórum “Pensar Global”, realizada em Luanda pela Edicenter Publicações, LDA, num encontro dedicado à reflexão sobre o futuro de África e do mundo sob o tema “África e o Mundo: Repensar o Presente e Redefinir o Futuro”.
A iniciativa contou com a organização da Edicenter Publicações, LDA e o apoio do Centro de Estudos de Ciências Jurídicas e Económicas e Sociais da Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto, bem como da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações de Angola (AIPEX), reunindo académicos, empresários, membros do Executivo e representantes de vários sectores sociais.
Na sessão de abertura, Nuno Fernandes apresentou as bases conceptuais do Fórum, sublinhando que a plataforma nasce da convicção de que o futuro depende da capacidade de pensar de forma estruturada. “Pensar o mundo, pensar África e pensar Angola” foi uma das ideias centrais destacadas na sua intervenção.
O responsável alertou para a necessidade de ultrapassar o imediatismo das agendas quotidianas, num contexto marcado por rápidas transformações tecnológicas, mudanças nos centros de poder económico e político, desafios climáticos e exigências crescentes de justiça social e desenvolvimento equilibrado.
Segundo Nuno Fernandes, o Fórum “Pensar Global” pretende afirmar-se como um espaço de diálogo e produção de conhecimento, onde as grandes questões contemporâneas sejam analisadas de forma ampla, multidisciplinar e com uma visão internacional, aproximando diferentes perspectivas sobre o futuro.
O mesmo reforçou ainda a importância de compreender a ligação entre as dinâmicas globais e as realidades nacionais, defendendo que o desenvolvimento sustentável depende directamente da qualidade do pensamento estratégico e da capacidade de antecipar mudanças e mobilizar inteligência colectiva.
Por fim, destacou que África enfrenta uma oportunidade histórica de maior afirmação global, impulsionada pela juventude da sua população, pelos recursos naturais e pelo dinamismo económico emergente. No entanto, frisou que este potencial apenas se concretizará se for transformado em visão, estratégia e acção concreta e coordenada.
O PCE do Grupo Executive, Nuno Fernandes, foi uma das figuras central da primeira edição do Fórum “Pensar Global”, realizada em Luanda pela Edicenter Publicações, LDA, num encontro dedicado à reflexão sobre o futuro de África e do mundo sob o tema “África e o Mundo: Repensar o Presente e Redefinir o Futuro”.
A iniciativa contou com a organização da Edicenter Publicações, LDA e o apoio do Centro de Estudos de Ciências Jurídicas e Económicas e Sociais da Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto, bem como da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações de Angola (AIPEX), reunindo académicos, empresários, membros do Executivo e representantes de vários sectores sociais.
Na sessão de abertura, Nuno Fernandes apresentou as bases conceptuais do Fórum, sublinhando que a plataforma nasce da convicção de que o futuro depende da capacidade de pensar de forma estruturada. “Pensar o mundo, pensar África e pensar Angola” foi uma das ideias centrais destacadas na sua intervenção.
O responsável alertou para a necessidade de ultrapassar o imediatismo das agendas quotidianas, num contexto marcado por rápidas transformações tecnológicas, mudanças nos centros de poder económico e político, desafios climáticos e exigências crescentes de justiça social e desenvolvimento equilibrado.
Segundo Nuno Fernandes, o Fórum “Pensar Global” pretende afirmar-se como um espaço de diálogo e produção de conhecimento, onde as grandes questões contemporâneas sejam analisadas de forma ampla, multidisciplinar e com uma visão internacional, aproximando diferentes perspectivas sobre o futuro.
O mesmo reforçou ainda a importância de compreender a ligação entre as dinâmicas globais e as realidades nacionais, defendendo que o desenvolvimento sustentável depende directamente da qualidade do pensamento estratégico e da capacidade de antecipar mudanças e mobilizar inteligência colectiva.
Por fim, destacou que África enfrenta uma oportunidade histórica de maior afirmação global, impulsionada pela juventude da sua população, pelos recursos naturais e pelo dinamismo económico emergente. No entanto, frisou que este potencial apenas se concretizará se for transformado em visão, estratégia e acção concreta e coordenada.