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A cultura angolana esteve em evidência no Palácio de Ferro, em Luanda, com a apresentação oficial de “Liwe”, o mais recente álbum do cantor Gabriel Tchiema, num evento realizado no âmbito das celebrações do Dia de África.
“Liwe”, palavra que significa “pedra” em kimbundu, surge como uma obra de forte simbolismo, explorando temas ligados à resistência, à memória coletiva e à identidade cultural. O trabalho reúne 12 faixas e destaca-se pela fusão entre afro-soul, semba, jazz e sonoridades tradicionais angolanas, como a tchianda.
Entre os temas que compõem o álbum encontram-se “Chik Chik”, “O Farol” e “Muene Yesu”, canções que refletem a riqueza musical e cultural presente na obra.
A apresentação contou com o apoio da Fundação Brilhante, que tem vindo a investir em iniciativas de valorização da cultura nacional e de promoção dos artistas angolanos.
Durante o evento, o diretor-geral da Fundação Brilhante, Bruno dos Santos, destacou a importância da cultura na preservação da identidade nacional e no fortalecimento da criação artística no país.
A cerimónia reuniu diversas personalidades dos sectores cultural e institucional, num ambiente marcado pela celebração da arte, da música e das raízes angolanas.
A noite foi ainda enriquecida por atuações de artistas convidados, entre os quais Ângela Ferrão, Chetekela, Wilmar Nakeni e Branca Celeste, que proporcionaram momentos de partilha cultural e musical.
No encerramento, Gabriel Tchiema agradeceu o apoio recebido para a concretização do projeto, sublinhando a importância do incentivo à produção artística nacional e à preservação da identidade cultural angolana.
A cultura angolana esteve em evidência no Palácio de Ferro, em Luanda, com a apresentação oficial de “Liwe”, o mais recente álbum do cantor Gabriel Tchiema, num evento realizado no âmbito das celebrações do Dia de África.
“Liwe”, palavra que significa “pedra” em kimbundu, surge como uma obra de forte simbolismo, explorando temas ligados à resistência, à memória coletiva e à identidade cultural. O trabalho reúne 12 faixas e destaca-se pela fusão entre afro-soul, semba, jazz e sonoridades tradicionais angolanas, como a tchianda.
Entre os temas que compõem o álbum encontram-se “Chik Chik”, “O Farol” e “Muene Yesu”, canções que refletem a riqueza musical e cultural presente na obra.
A apresentação contou com o apoio da Fundação Brilhante, que tem vindo a investir em iniciativas de valorização da cultura nacional e de promoção dos artistas angolanos.
Durante o evento, o diretor-geral da Fundação Brilhante, Bruno dos Santos, destacou a importância da cultura na preservação da identidade nacional e no fortalecimento da criação artística no país.
A cerimónia reuniu diversas personalidades dos sectores cultural e institucional, num ambiente marcado pela celebração da arte, da música e das raízes angolanas.
A noite foi ainda enriquecida por atuações de artistas convidados, entre os quais Ângela Ferrão, Chetekela, Wilmar Nakeni e Branca Celeste, que proporcionaram momentos de partilha cultural e musical.
No encerramento, Gabriel Tchiema agradeceu o apoio recebido para a concretização do projeto, sublinhando a importância do incentivo à produção artística nacional e à preservação da identidade cultural angolana.