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Novo projecto do Governo promete oportunidades de emprego para 500 mil jovens

Novo projecto do Governo promete oportunidades de emprego para 500 mil jovens
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O Executivo angolano lançou, nesta terça-feira, 16 de Junho, em Luanda, o Projecto de Emprego e Oportunidades para Jovens em Angola (Jovem Mais), uma iniciativa que prevê beneficiar 500 mil jovens até 2030, através de programas de empregabilidade, qualificação profissional, empreendedorismo e geração de rendimento.

Apresentado pelo Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), por intermédio do Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP), o projecto conta com um financiamento de 250 milhões de dólares do Banco Mundial e pretende responder a alguns dos principais desafios enfrentados pela juventude angolana no acesso ao mercado de trabalho.

Durante o lançamento, a ministra Teresa Rodrigues Dias destacou que o Jovem Mais foi concebido para melhorar o acesso ao emprego e criar oportunidades de rendimento para os cidadãos, através de medidas ajustadas às diferentes realidades e necessidades das regiões do país.

Segundo a governante, o programa será implementado entre 2026 e 2030 e integra a Agenda Nacional de Emprego, reforçando as políticas activas voltadas para a inserção profissional, a criação do próprio emprego e o aumento da produtividade.

A responsável explicou que o projecto resulta de uma coordenação multissectorial liderada pelo MAPTSS, envolvendo igualmente os Ministérios do Planeamento, das Finanças, da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, bem como da Juventude e Desporto.

Teresa Rodrigues Dias reconheceu que a juventude constitui a principal força demográfica de Angola, mas continua a enfrentar obstáculos relacionados com a qualificação profissional, a obtenção de emprego e o acesso a oportunidades económicas.

Os estudos que antecederam a implementação do programa identificaram diversos constrangimentos, entre os quais a insuficiência de incentivos para a contratação de jovens recém-formados, o desajuste entre as competências exigidas pelo mercado e a formação disponível, a baixa produtividade e a limitada qualidade dos postos de trabalho existentes.

O diagnóstico apontou igualmente para as dificuldades acrescidas enfrentadas pelas mulheres na integração profissional, bem como para a necessidade de promover empregos verdes, inovação e empreendedorismo sustentável.

De acordo com a ministra, o Jovem Mais surge precisamente para responder a essas recomendações, estando alinhado com o Plano de Desenvolvimento Nacional 2023-2027 e com a estratégia governamental de diversificação económica e valorização do capital humano.

O objectivo central do programa é ampliar as oportunidades de emprego digno, empreendedorismo sustentável e geração de rendimento para os jovens angolanos.

Entre os beneficiários previstos, pelo menos 40 por cento serão mulheres e 6 por cento pessoas com deficiência, numa aposta que o Executivo considera fundamental para reforçar a inclusão social e reduzir desigualdades no acesso às oportunidades económicas.

A cerimónia de lançamento contou com a presença do director do Gabinete de Quadros do Presidente da República, Edson Barreto, secretários de Estado e outros membros do Executivo.

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Veloso de Almeida

Repórter

Veloso estudou Comunicação Social no Instituto Superior Técnico de Angola (ISTA) e estagia como jornalista no portal ONgoma News.

O Executivo angolano lançou, nesta terça-feira, 16 de Junho, em Luanda, o Projecto de Emprego e Oportunidades para Jovens em Angola (Jovem Mais), uma iniciativa que prevê beneficiar 500 mil jovens até 2030, através de programas de empregabilidade, qualificação profissional, empreendedorismo e geração de rendimento.

Apresentado pelo Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), por intermédio do Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP), o projecto conta com um financiamento de 250 milhões de dólares do Banco Mundial e pretende responder a alguns dos principais desafios enfrentados pela juventude angolana no acesso ao mercado de trabalho.

Durante o lançamento, a ministra Teresa Rodrigues Dias destacou que o Jovem Mais foi concebido para melhorar o acesso ao emprego e criar oportunidades de rendimento para os cidadãos, através de medidas ajustadas às diferentes realidades e necessidades das regiões do país.

Segundo a governante, o programa será implementado entre 2026 e 2030 e integra a Agenda Nacional de Emprego, reforçando as políticas activas voltadas para a inserção profissional, a criação do próprio emprego e o aumento da produtividade.

A responsável explicou que o projecto resulta de uma coordenação multissectorial liderada pelo MAPTSS, envolvendo igualmente os Ministérios do Planeamento, das Finanças, da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, bem como da Juventude e Desporto.

Teresa Rodrigues Dias reconheceu que a juventude constitui a principal força demográfica de Angola, mas continua a enfrentar obstáculos relacionados com a qualificação profissional, a obtenção de emprego e o acesso a oportunidades económicas.

Os estudos que antecederam a implementação do programa identificaram diversos constrangimentos, entre os quais a insuficiência de incentivos para a contratação de jovens recém-formados, o desajuste entre as competências exigidas pelo mercado e a formação disponível, a baixa produtividade e a limitada qualidade dos postos de trabalho existentes.

O diagnóstico apontou igualmente para as dificuldades acrescidas enfrentadas pelas mulheres na integração profissional, bem como para a necessidade de promover empregos verdes, inovação e empreendedorismo sustentável.

De acordo com a ministra, o Jovem Mais surge precisamente para responder a essas recomendações, estando alinhado com o Plano de Desenvolvimento Nacional 2023-2027 e com a estratégia governamental de diversificação económica e valorização do capital humano.

O objectivo central do programa é ampliar as oportunidades de emprego digno, empreendedorismo sustentável e geração de rendimento para os jovens angolanos.

Entre os beneficiários previstos, pelo menos 40 por cento serão mulheres e 6 por cento pessoas com deficiência, numa aposta que o Executivo considera fundamental para reforçar a inclusão social e reduzir desigualdades no acesso às oportunidades económicas.

A cerimónia de lançamento contou com a presença do director do Gabinete de Quadros do Presidente da República, Edson Barreto, secretários de Estado e outros membros do Executivo.

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