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O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, alertou nesta segunda-feira, 27 de Abril, em Nova Iorque, para o que classificou como um “estado de amnésia colectiva” global, denunciando o regresso das ameaças nucleares e o enfraquecimento das normas internacionais de controlo de armamento.
Na abertura da reunião dos países signatários do "Tratado de Não Proliferação Nuclear", realizada na sede da ONU, Guterres sublinhou que o mundo enfrenta um momento crítico, em que conquistas históricas na limitação de armas nucleares estão a ser colocadas em causa. Segundo o líder da organização, há sinais claros de retrocesso num sistema que durante décadas procurou evitar uma catástrofe global.
O secretário-geral destacou que, pela primeira vez em muitos anos, o número de ogivas nucleares voltou a crescer, enquanto discussões sobre a retoma de testes nucleares ganham espaço no cenário internacional. Além disso, alguns governos admitem abertamente a possibilidade de adquirir armas nucleares, um cenário que, segundo Guterres, aumenta significativamente o risco de conflito.
Num tom firme, o responsável máximo da ONU questionou a aparente perda de memória histórica por parte da comunidade internacional. “Esquecemo-nos que uma guerra nuclear não pode ser ganha e não deve ser iniciada?”, perguntou, acrescentando que as armas nucleares não garantem segurança, mas sim ampliam ameaças e incertezas.
Guterres recordou ainda que o mundo conseguiu evitar o pior durante décadas graças a compromissos multilaterais e à cooperação entre nações. Para o diplomata, foi essa união que impediu que a humanidade mergulhasse num cenário de destruição irreversível, reforçando a necessidade urgente de revitalizar esses compromissos.
Perante este contexto, o secretário-geral apelou a uma acção imediata e coordenada dos Estados para reforçar o desarmamento nuclear e restaurar a confiança nas instituições internacionais. O alerta surge num momento de crescente tensão geopolítica, em que o risco nuclear volta a ser uma preocupação central na agenda global.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, alertou nesta segunda-feira, 27 de Abril, em Nova Iorque, para o que classificou como um “estado de amnésia colectiva” global, denunciando o regresso das ameaças nucleares e o enfraquecimento das normas internacionais de controlo de armamento.
Na abertura da reunião dos países signatários do "Tratado de Não Proliferação Nuclear", realizada na sede da ONU, Guterres sublinhou que o mundo enfrenta um momento crítico, em que conquistas históricas na limitação de armas nucleares estão a ser colocadas em causa. Segundo o líder da organização, há sinais claros de retrocesso num sistema que durante décadas procurou evitar uma catástrofe global.
O secretário-geral destacou que, pela primeira vez em muitos anos, o número de ogivas nucleares voltou a crescer, enquanto discussões sobre a retoma de testes nucleares ganham espaço no cenário internacional. Além disso, alguns governos admitem abertamente a possibilidade de adquirir armas nucleares, um cenário que, segundo Guterres, aumenta significativamente o risco de conflito.
Num tom firme, o responsável máximo da ONU questionou a aparente perda de memória histórica por parte da comunidade internacional. “Esquecemo-nos que uma guerra nuclear não pode ser ganha e não deve ser iniciada?”, perguntou, acrescentando que as armas nucleares não garantem segurança, mas sim ampliam ameaças e incertezas.
Guterres recordou ainda que o mundo conseguiu evitar o pior durante décadas graças a compromissos multilaterais e à cooperação entre nações. Para o diplomata, foi essa união que impediu que a humanidade mergulhasse num cenário de destruição irreversível, reforçando a necessidade urgente de revitalizar esses compromissos.
Perante este contexto, o secretário-geral apelou a uma acção imediata e coordenada dos Estados para reforçar o desarmamento nuclear e restaurar a confiança nas instituições internacionais. O alerta surge num momento de crescente tensão geopolítica, em que o risco nuclear volta a ser uma preocupação central na agenda global.