
O DJ e produtor norte-americano Afrika Bambaataa morreu aos 67 anos, na cidade de Filadélfia, vítima de complicações relacionadas com um cancro, segundo avançou o TMZ.
Figura central na génese da cultura hip-hop, Bambaataa, nascido Lance Taylor, no Bronx, foi um dos responsáveis por transformar um movimento local numa linguagem global. Fundador da Universal Zulu Nation, promoveu valores como paz, união e criatividade, numa tentativa de afastar os jovens da violência urbana.
O seu nome ficou eternizado com “Planet Rock”, lançado em 1982, uma faixa inovadora que ajudou a consolidar o electro funk e a expandir as fronteiras sonoras do hip-hop. Ao longo da carreira, colaborou com artistas como James Brown e George Clinton, e participou em projectos de intervenção social, como o movimento Artists United Against Apartheid.
Contudo, o seu percurso artístico ficou marcado por polémicas. Nos últimos anos, surgiram várias acusações de abuso sexual infantil, algumas das quais resultaram em processos judiciais. O artista sempre negou as alegações, mas o tema gerou divisões profundas na comunidade hip-hop.
Num comunicado, a Hip Hop Alliance reconheceu tanto o impacto cultural de Bambaataa como a complexidade do seu legado, sublinhando a necessidade de preservar a verdade e dar espaço a todas as vozes.
Entre a inovação musical e as sombras que o acompanharam, Afrika Bambaataa deixa uma marca incontornável e debatida na história do hip-hop.
O DJ e produtor norte-americano Afrika Bambaataa morreu aos 67 anos, na cidade de Filadélfia, vítima de complicações relacionadas com um cancro, segundo avançou o TMZ.
Figura central na génese da cultura hip-hop, Bambaataa, nascido Lance Taylor, no Bronx, foi um dos responsáveis por transformar um movimento local numa linguagem global. Fundador da Universal Zulu Nation, promoveu valores como paz, união e criatividade, numa tentativa de afastar os jovens da violência urbana.
O seu nome ficou eternizado com “Planet Rock”, lançado em 1982, uma faixa inovadora que ajudou a consolidar o electro funk e a expandir as fronteiras sonoras do hip-hop. Ao longo da carreira, colaborou com artistas como James Brown e George Clinton, e participou em projectos de intervenção social, como o movimento Artists United Against Apartheid.
Contudo, o seu percurso artístico ficou marcado por polémicas. Nos últimos anos, surgiram várias acusações de abuso sexual infantil, algumas das quais resultaram em processos judiciais. O artista sempre negou as alegações, mas o tema gerou divisões profundas na comunidade hip-hop.
Num comunicado, a Hip Hop Alliance reconheceu tanto o impacto cultural de Bambaataa como a complexidade do seu legado, sublinhando a necessidade de preservar a verdade e dar espaço a todas as vozes.
Entre a inovação musical e as sombras que o acompanharam, Afrika Bambaataa deixa uma marca incontornável e debatida na história do hip-hop.