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CCL e Fundação Kissama levam contos ambientais às escolas com nova edição do “Estórias para Conservar”

CCL e Fundação Kissama levam contos ambientais às escolas com nova edição do “Estórias para Conservar”
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O Centro de Ciência de Luanda (CCL) e a Fundação Kissama voltam a unir esforços para mais uma sessão do projecto “Estórias para Conservar”, cuja terceira edição acontece na próxima quarta-feira, 29 de Abril, no espaço Multiusos do CCL, a partir das 14 horas.

A iniciativa, pensada para escolas públicas, insere-se num ciclo mensal de sessões de contos que se estenderá pelos próximos sete meses, sempre na última quarta-feira de cada mês. Com acesso gratuito para alunos da 4.ª à 9.ª classe, o projecto já envolveu mais de 120 estudantes, apostando na educação ambiental através da narrativa e do contacto directo com cientistas.

Cada sessão parte de um dos oito títulos da colecção “Estórias para Conservar”, lançada pela Fundação Kissama. Nesta edição, será apresentado o conto “Vari, a Incrível Palanca-Negra Gigante”, orientado pela cientista Graça Catuti.

Mais do que momentos de leitura, as sessões propõem um espaço de diálogo sobre biodiversidade, ecossistemas e cidadania, aproximando a ciência do quotidiano escolar. A presença de educadores e investigadores procura estimular o pensamento crítico e o interesse dos alunos pelas questões ambientais.

A realização desta edição surge em sintonia com o Dia Internacional da Terra, assinalado a 22 de Abril, reforçando a necessidade de acções concretas de sensibilização para a preservação do ambiente e da biodiversidade em Angola.

Durante o período de férias, a programação será adaptada. A partir de Julho, o projecto passa a contar com sessões semanais aos domingos, no espaço Doing do CCL, dirigidas tanto a instituições públicas como a famílias, mantendo o foco em actividades educativas e interactivas.

Com esta parceria, o CCL e a Fundação Kissama procuram consolidar um modelo de aprendizagem que combina ciência, cultura e consciência ambiental, ainda que o alcance permaneça, para já, limitado a instituições previamente convidadas, um aspecto que pode levantar o desafio de ampliar o acesso a um público mais diverso.

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Veloso de Almeida

Repórter

Veloso estudou Comunicação Social no Instituto Superior Técnico de Angola (ISTA) e estagia como jornalista no portal ONgoma News.

O Centro de Ciência de Luanda (CCL) e a Fundação Kissama voltam a unir esforços para mais uma sessão do projecto “Estórias para Conservar”, cuja terceira edição acontece na próxima quarta-feira, 29 de Abril, no espaço Multiusos do CCL, a partir das 14 horas.

A iniciativa, pensada para escolas públicas, insere-se num ciclo mensal de sessões de contos que se estenderá pelos próximos sete meses, sempre na última quarta-feira de cada mês. Com acesso gratuito para alunos da 4.ª à 9.ª classe, o projecto já envolveu mais de 120 estudantes, apostando na educação ambiental através da narrativa e do contacto directo com cientistas.

Cada sessão parte de um dos oito títulos da colecção “Estórias para Conservar”, lançada pela Fundação Kissama. Nesta edição, será apresentado o conto “Vari, a Incrível Palanca-Negra Gigante”, orientado pela cientista Graça Catuti.

Mais do que momentos de leitura, as sessões propõem um espaço de diálogo sobre biodiversidade, ecossistemas e cidadania, aproximando a ciência do quotidiano escolar. A presença de educadores e investigadores procura estimular o pensamento crítico e o interesse dos alunos pelas questões ambientais.

A realização desta edição surge em sintonia com o Dia Internacional da Terra, assinalado a 22 de Abril, reforçando a necessidade de acções concretas de sensibilização para a preservação do ambiente e da biodiversidade em Angola.

Durante o período de férias, a programação será adaptada. A partir de Julho, o projecto passa a contar com sessões semanais aos domingos, no espaço Doing do CCL, dirigidas tanto a instituições públicas como a famílias, mantendo o foco em actividades educativas e interactivas.

Com esta parceria, o CCL e a Fundação Kissama procuram consolidar um modelo de aprendizagem que combina ciência, cultura e consciência ambiental, ainda que o alcance permaneça, para já, limitado a instituições previamente convidadas, um aspecto que pode levantar o desafio de ampliar o acesso a um público mais diverso.

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