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Angola defende reforma da saúde em África com produção local e financiamento sustentável

Angola defende reforma da saúde em África com produção local e financiamento sustentável
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Angola defendeu, esta segunda-feira, 27 de Abril, em Nairobi, Quénia, a necessidade de uma reforma profunda dos sistemas de saúde em África, baseada na liderança dos próprios países, no financiamento sustentável e no reforço da produção local de vacinas, medicamentos e tecnologias, bem como na melhoria da capacidade de resposta a emergências sanitárias no continente.

A posição foi apresentada pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, durante a Reunião de Alto Nível do Comité de Ministros da Africa CDC, que decorre entre 27 e 29 de Abril sob o lema “Reimaginando os Sistemas de Saúde de África: Inovação, Integração e Interdependência”, reunindo responsáveis de saúde de vários países africanos e parceiros internacionais.

No encontro, a governante sublinhou que o futuro da saúde no continente depende da capacidade dos Estados africanos assumirem uma liderança efectiva na definição de políticas públicas, reduzindo a dependência externa e apostando na autonomia na produção de bens essenciais, sobretudo em áreas críticas como medicamentos e vacinas.

Sílvia Lutucuta destacou ainda a importância de um financiamento mais estável e sustentável para o sector da saúde, defendendo que os países africanos devem aumentar o investimento interno nos seus sistemas sanitários, de forma a garantir maior resiliência perante crises globais e choques externos que afectam o acesso a cuidados médicos.

A ministra lembrou também o compromisso do Presidente da República, João Lourenço, com o sector social, destacando as reformas em curso no país, que incluem o reforço dos cuidados primários, a modernização da rede sanitária, a formação de profissionais e a expansão dos serviços de saúde.

O encontro em Nairobi prossegue com debates sobre inovação, integração e cooperação entre países africanos, num contexto em que o director-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou para a urgência de reformar a arquitectura global da saúde, defendendo sistemas mais resilientes, equitativos e liderados pelos próprios países africanos.

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Marcelino Vasconcelos

Angola defendeu, esta segunda-feira, 27 de Abril, em Nairobi, Quénia, a necessidade de uma reforma profunda dos sistemas de saúde em África, baseada na liderança dos próprios países, no financiamento sustentável e no reforço da produção local de vacinas, medicamentos e tecnologias, bem como na melhoria da capacidade de resposta a emergências sanitárias no continente.

A posição foi apresentada pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, durante a Reunião de Alto Nível do Comité de Ministros da Africa CDC, que decorre entre 27 e 29 de Abril sob o lema “Reimaginando os Sistemas de Saúde de África: Inovação, Integração e Interdependência”, reunindo responsáveis de saúde de vários países africanos e parceiros internacionais.

No encontro, a governante sublinhou que o futuro da saúde no continente depende da capacidade dos Estados africanos assumirem uma liderança efectiva na definição de políticas públicas, reduzindo a dependência externa e apostando na autonomia na produção de bens essenciais, sobretudo em áreas críticas como medicamentos e vacinas.

Sílvia Lutucuta destacou ainda a importância de um financiamento mais estável e sustentável para o sector da saúde, defendendo que os países africanos devem aumentar o investimento interno nos seus sistemas sanitários, de forma a garantir maior resiliência perante crises globais e choques externos que afectam o acesso a cuidados médicos.

A ministra lembrou também o compromisso do Presidente da República, João Lourenço, com o sector social, destacando as reformas em curso no país, que incluem o reforço dos cuidados primários, a modernização da rede sanitária, a formação de profissionais e a expansão dos serviços de saúde.

O encontro em Nairobi prossegue com debates sobre inovação, integração e cooperação entre países africanos, num contexto em que o director-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou para a urgência de reformar a arquitectura global da saúde, defendendo sistemas mais resilientes, equitativos e liderados pelos próprios países africanos.

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