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“Angola ambiciona ser uma importante plataforma africana para o desenvolvimento energético e industrial”, afirma Diamantino Azevedo

“Angola ambiciona ser uma importante plataforma africana para o desenvolvimento energético e industrial”, afirma Diamantino Azevedo
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O Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, afirmou na quinta-feira, 14 de Maio,  em Londres, Reino Unido, que Angola está determinada a consolidar-se como uma das principais plataformas energéticas, mineiras e industriais de África. A declaração foi feita durante a Conferência Internacional sobre Petróleo, Gás e Mineração, num encontro que reuniu líderes e investidores do sector energético global.

O governante destacou que o país dispõe de um vasto potencial nos sectores do petróleo, gás natural e mineração, sublinhando que este conjunto de recursos está a ser acompanhado por um programa de investimentos estruturantes. Entre as prioridades estão a expansão das refinarias, o reforço da produção de energia, o desenvolvimento da indústria petroquímica e a valorização dos minerais críticos.

No seu discurso, Diamantino Azevedo reforçou a estratégia de transformação económica do país, sublinhando que o objetivo é ultrapassar a simples exportação de matérias-primas. “Angola ambiciona ser uma importante plataforma africana para o desenvolvimento energético, mineiro e industrial, com progressos concretos já em curso”, afirmou o ministro.

O governante explicou ainda que a visão de longo prazo passa pela criação de cadeias de valor completas dentro do território nacional. “A nossa ambição a longo prazo é clara: transformar minério de ferro em aço, gás em fertilizantes, expandir a produção e lapidação de diamantes, desenvolver o processamento mineral intermédio e construir cadeias de valor industriais integradas em Angola”, disse.

Segundo o ministro, o gás natural assume agora um papel central na estratégia energética do país, deixando de ser encarado apenas como subproduto do petróleo. “O gás deixou de ser um subproduto do petróleo e tornou-se num pilar da nossa estratégia de industrialização”, destacou, sublinhando a importância deste recurso para acelerar a diversificação económica.

Por fim, Diamantino Azevedo reforçou a visão de futuro de Angola, centrada na transformação estrutural da economia. “A nossa visão é posicionar Angola como uma importante plataforma africana para o desenvolvimento energético, mineiro e industrial. Num país que transforma recursos em valor, indústria, emprego, tecnologia e oportunidades de longo prazo”, concluiu.

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Marcelino Vasconcelos

O Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, afirmou na quinta-feira, 14 de Maio,  em Londres, Reino Unido, que Angola está determinada a consolidar-se como uma das principais plataformas energéticas, mineiras e industriais de África. A declaração foi feita durante a Conferência Internacional sobre Petróleo, Gás e Mineração, num encontro que reuniu líderes e investidores do sector energético global.

O governante destacou que o país dispõe de um vasto potencial nos sectores do petróleo, gás natural e mineração, sublinhando que este conjunto de recursos está a ser acompanhado por um programa de investimentos estruturantes. Entre as prioridades estão a expansão das refinarias, o reforço da produção de energia, o desenvolvimento da indústria petroquímica e a valorização dos minerais críticos.

No seu discurso, Diamantino Azevedo reforçou a estratégia de transformação económica do país, sublinhando que o objetivo é ultrapassar a simples exportação de matérias-primas. “Angola ambiciona ser uma importante plataforma africana para o desenvolvimento energético, mineiro e industrial, com progressos concretos já em curso”, afirmou o ministro.

O governante explicou ainda que a visão de longo prazo passa pela criação de cadeias de valor completas dentro do território nacional. “A nossa ambição a longo prazo é clara: transformar minério de ferro em aço, gás em fertilizantes, expandir a produção e lapidação de diamantes, desenvolver o processamento mineral intermédio e construir cadeias de valor industriais integradas em Angola”, disse.

Segundo o ministro, o gás natural assume agora um papel central na estratégia energética do país, deixando de ser encarado apenas como subproduto do petróleo. “O gás deixou de ser um subproduto do petróleo e tornou-se num pilar da nossa estratégia de industrialização”, destacou, sublinhando a importância deste recurso para acelerar a diversificação económica.

Por fim, Diamantino Azevedo reforçou a visão de futuro de Angola, centrada na transformação estrutural da economia. “A nossa visão é posicionar Angola como uma importante plataforma africana para o desenvolvimento energético, mineiro e industrial. Num país que transforma recursos em valor, indústria, emprego, tecnologia e oportunidades de longo prazo”, concluiu.

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