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O Executivo angolano anunciou, esta quinta-feira, 14 de Maio, em Luanda, que começará ainda este mês o processamento dos salários dos jornalistas com base nos resultados da progressão de carreira. A informação foi avançada pelo secretário de Estado da Comunicação Social, Nuno Caldas Albino, numa declaração feita no Centro de Imprensa Aníbal de Melo (CIAM), em resposta às reivindicações apresentadas pelos profissionais da comunicação social pública.
Segundo o governante, a medida resulta dos entendimentos alcançados durante o processo negocial realizado em Janeiro de 2026 entre o Executivo e representantes da classe jornalística. Nuno Caldas Albino garantiu que, além da actualização salarial, o Governo irá igualmente proceder ao pagamento dos retroactivos correspondentes ao período entre Janeiro e Abril deste ano, valor que será liquidado em seis prestações.
O anúncio surge numa altura de forte tensão no sector, após o Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA) ter decretado uma greve dos profissionais da comunicação social pública para o período entre 18 e 21 de Maio. A paralisação foi convocada com base na alegada falta de respostas concretas ao caderno reivindicativo apresentado ao Executivo, que inclui questões ligadas à progressão de carreira, actualização salarial e melhoria das condições de trabalho.
Na sequência da nova posição do Governo, o SJA convocou para esta sexta-feira, 15 de Maio, uma Assembleia Geral dirigida aos trabalhadores das principais empresas públicas de comunicação social, nomeadamente a Edições Novembro, Televisão Pública de Angola (TPA), Rádio Nacional de Angola (RNA), TV Zimbo e Grupo Media Nova. O encontro deverá servir para avaliar os desenvolvimentos das negociações e deliberar sobre os próximos passos do movimento reivindicativo.
De acordo com um documento citado pelo Jornal de Angola Online, durante a assembleia os profissionais irão analisar a proposta apresentada pelo Executivo relativa ao pagamento dos salários actualizados e discutir a eventual suspensão da primeira fase da greve anunciada. A expectativa é que a nova medida contribua para reduzir o clima de insatisfação existente entre os trabalhadores do sector da comunicação social pública.
O anúncio do Executivo é visto como um passo importante no processo de diálogo entre o Governo e os jornalistas, numa altura em que a classe tem reforçado os apelos por maior valorização profissional e cumprimento dos direitos laborais. A evolução das negociações nas próximas horas poderá ser decisiva para determinar se a greve será mantida ou suspensa, enquanto os profissionais aguardam pela concretização efectiva das medidas anunciadas.
O Executivo angolano anunciou, esta quinta-feira, 14 de Maio, em Luanda, que começará ainda este mês o processamento dos salários dos jornalistas com base nos resultados da progressão de carreira. A informação foi avançada pelo secretário de Estado da Comunicação Social, Nuno Caldas Albino, numa declaração feita no Centro de Imprensa Aníbal de Melo (CIAM), em resposta às reivindicações apresentadas pelos profissionais da comunicação social pública.
Segundo o governante, a medida resulta dos entendimentos alcançados durante o processo negocial realizado em Janeiro de 2026 entre o Executivo e representantes da classe jornalística. Nuno Caldas Albino garantiu que, além da actualização salarial, o Governo irá igualmente proceder ao pagamento dos retroactivos correspondentes ao período entre Janeiro e Abril deste ano, valor que será liquidado em seis prestações.
O anúncio surge numa altura de forte tensão no sector, após o Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA) ter decretado uma greve dos profissionais da comunicação social pública para o período entre 18 e 21 de Maio. A paralisação foi convocada com base na alegada falta de respostas concretas ao caderno reivindicativo apresentado ao Executivo, que inclui questões ligadas à progressão de carreira, actualização salarial e melhoria das condições de trabalho.
Na sequência da nova posição do Governo, o SJA convocou para esta sexta-feira, 15 de Maio, uma Assembleia Geral dirigida aos trabalhadores das principais empresas públicas de comunicação social, nomeadamente a Edições Novembro, Televisão Pública de Angola (TPA), Rádio Nacional de Angola (RNA), TV Zimbo e Grupo Media Nova. O encontro deverá servir para avaliar os desenvolvimentos das negociações e deliberar sobre os próximos passos do movimento reivindicativo.
De acordo com um documento citado pelo Jornal de Angola Online, durante a assembleia os profissionais irão analisar a proposta apresentada pelo Executivo relativa ao pagamento dos salários actualizados e discutir a eventual suspensão da primeira fase da greve anunciada. A expectativa é que a nova medida contribua para reduzir o clima de insatisfação existente entre os trabalhadores do sector da comunicação social pública.
O anúncio do Executivo é visto como um passo importante no processo de diálogo entre o Governo e os jornalistas, numa altura em que a classe tem reforçado os apelos por maior valorização profissional e cumprimento dos direitos laborais. A evolução das negociações nas próximas horas poderá ser decisiva para determinar se a greve será mantida ou suspensa, enquanto os profissionais aguardam pela concretização efectiva das medidas anunciadas.