
As mudanças introduzidas este ano no sistema fiscal angolano, com a implementação da facturação electrónica, estarão em análise no próximo dia 6 de Maio, em Luanda, durante a VI Conferência Economia e Mercado sobre Tributação.
Sob o tema “Facturação Electrónica: Entre a Obrigatoriedade e a Transformação Económica”, o encontro terá lugar a partir das 8h30, no Hotel Epic Sana, reunindo especialistas, gestores e representantes institucionais para discutir os impactos da medida.
Organizada pela revista Economia e Mercado, a conferência propõe uma reflexão crítica sobre os desafios e as oportunidades associados à obrigatoriedade da facturação electrónica para grandes contribuintes e fornecedores do Estado. A medida, em vigor desde 1 de Janeiro de 2026, tem sido apresentada como um passo relevante no combate à evasão fiscal e na modernização da Administração Geral Tributária (AGT).
Entre os potenciais ganhos apontados destacam-se o reforço da transparência, a rastreabilidade das transacções, a redução da informalidade e o alargamento da base tributária, além do estímulo à digitalização da economia. No entanto, persistem constrangimentos que condicionam a sua adopção plena, como a fraca literacia digital, limitações de infra-estrutura tecnológica, custos de implementação, necessidade de formação e alguma resistência à mudança por parte dos contribuintes.
O programa inclui uma prelecção dedicada ao tema “Facturação Electrónica em Angola: Um novo paradigma fiscal”, bem como uma mesa-redonda centrada nos efeitos práticos da medida no tecido económico.
A sessão de abertura estará a cargo do presidente do Conselho de Administração da AGT, José Leiria. Entre os oradores confirmados constam Maria Miguel Pinto, CEO da Raxio Angola; Cristina Silvestre, presidente da Direcção da OCPCA; Mário Rafael, CEO da Stepfoward; bem como representantes da AGT, da TIS, através de Rui Rodrigues, e da Área Chave, representada por Gil Muata.
As mudanças introduzidas este ano no sistema fiscal angolano, com a implementação da facturação electrónica, estarão em análise no próximo dia 6 de Maio, em Luanda, durante a VI Conferência Economia e Mercado sobre Tributação.
Sob o tema “Facturação Electrónica: Entre a Obrigatoriedade e a Transformação Económica”, o encontro terá lugar a partir das 8h30, no Hotel Epic Sana, reunindo especialistas, gestores e representantes institucionais para discutir os impactos da medida.
Organizada pela revista Economia e Mercado, a conferência propõe uma reflexão crítica sobre os desafios e as oportunidades associados à obrigatoriedade da facturação electrónica para grandes contribuintes e fornecedores do Estado. A medida, em vigor desde 1 de Janeiro de 2026, tem sido apresentada como um passo relevante no combate à evasão fiscal e na modernização da Administração Geral Tributária (AGT).
Entre os potenciais ganhos apontados destacam-se o reforço da transparência, a rastreabilidade das transacções, a redução da informalidade e o alargamento da base tributária, além do estímulo à digitalização da economia. No entanto, persistem constrangimentos que condicionam a sua adopção plena, como a fraca literacia digital, limitações de infra-estrutura tecnológica, custos de implementação, necessidade de formação e alguma resistência à mudança por parte dos contribuintes.
O programa inclui uma prelecção dedicada ao tema “Facturação Electrónica em Angola: Um novo paradigma fiscal”, bem como uma mesa-redonda centrada nos efeitos práticos da medida no tecido económico.
A sessão de abertura estará a cargo do presidente do Conselho de Administração da AGT, José Leiria. Entre os oradores confirmados constam Maria Miguel Pinto, CEO da Raxio Angola; Cristina Silvestre, presidente da Direcção da OCPCA; Mário Rafael, CEO da Stepfoward; bem como representantes da AGT, da TIS, através de Rui Rodrigues, e da Área Chave, representada por Gil Muata.