Actualidade
Saúde

Proteína animal ou vegetal? Conheça as diferenças, benefícios e o impacto ao longo da vida

Proteína animal ou vegetal? Conheça as diferenças, benefícios e o impacto ao longo da vida
Foto por:
vídeo por:
DR

Um estudo de investigadores portugueses concluiu que a proteína de origem animal e vegetal tem praticamente o mesmo efeito no aumento de massa muscular em pessoas mais jovens, contrariando a ideia de uma superioridade clara entre as duas fontes.

A investigação, uma meta-análise que reuniu 12 estudos com 303 participantes, avaliou o impacto do consumo de proteína no ganho de massa muscular, incluindo contextos com treino de força. Nos mais jovens, os resultados mostram diferenças praticamente inexistentes entre proteína animal e vegetal.

Segundo os autores, a distinção torna-se mais evidente apenas a partir dos 65 anos, quando a proteína animal apresenta uma ligeira vantagem na estimulação da síntese muscular, devido ao maior teor de leucina, um aminoácido essencial para o desenvolvimento muscular.

O orientador do estudo, Gonçalo Vilhena de Mendonça, explica que o envelhecimento altera a forma como o organismo responde à proteína. “A partir de determinada idade, é necessária uma maior quantidade de leucina para estimular o aumento de proteína no músculo esquelético”, referiu.

Apesar disso, os investigadores destacam que a proteína vegetal mantém vantagens importantes, como menor custo, maior sustentabilidade ambiental e adequação a dietas vegetarianas ou com restrições alimentares.

O estudo sublinha ainda que a proteína vegetal, sobretudo em forma de suplemento, pode ser uma alternativa eficaz para grande parte da população, sem comprometer os resultados no desenvolvimento muscular.

Os investigadores alertam também para casos de intolerância à lactose, em que suplementos como o whey protein (proteína em pó derivada do soro do leite) podem não ser ideais, reforçando o papel das opções vegetais.

O trabalho, realizado pelo Laboratório de Função Neuromuscular da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, reforça a tendência científica de aproximar a eficácia das duas fontes proteicas na maioria da população jovem e adulta.

6galeria

Marcelino Vasconcelos

Um estudo de investigadores portugueses concluiu que a proteína de origem animal e vegetal tem praticamente o mesmo efeito no aumento de massa muscular em pessoas mais jovens, contrariando a ideia de uma superioridade clara entre as duas fontes.

A investigação, uma meta-análise que reuniu 12 estudos com 303 participantes, avaliou o impacto do consumo de proteína no ganho de massa muscular, incluindo contextos com treino de força. Nos mais jovens, os resultados mostram diferenças praticamente inexistentes entre proteína animal e vegetal.

Segundo os autores, a distinção torna-se mais evidente apenas a partir dos 65 anos, quando a proteína animal apresenta uma ligeira vantagem na estimulação da síntese muscular, devido ao maior teor de leucina, um aminoácido essencial para o desenvolvimento muscular.

O orientador do estudo, Gonçalo Vilhena de Mendonça, explica que o envelhecimento altera a forma como o organismo responde à proteína. “A partir de determinada idade, é necessária uma maior quantidade de leucina para estimular o aumento de proteína no músculo esquelético”, referiu.

Apesar disso, os investigadores destacam que a proteína vegetal mantém vantagens importantes, como menor custo, maior sustentabilidade ambiental e adequação a dietas vegetarianas ou com restrições alimentares.

O estudo sublinha ainda que a proteína vegetal, sobretudo em forma de suplemento, pode ser uma alternativa eficaz para grande parte da população, sem comprometer os resultados no desenvolvimento muscular.

Os investigadores alertam também para casos de intolerância à lactose, em que suplementos como o whey protein (proteína em pó derivada do soro do leite) podem não ser ideais, reforçando o papel das opções vegetais.

O trabalho, realizado pelo Laboratório de Função Neuromuscular da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, reforça a tendência científica de aproximar a eficácia das duas fontes proteicas na maioria da população jovem e adulta.

6galeria

Artigos relacionados

Thank you! Your submission has been received!
Oops! Something went wrong while submitting the form