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“Liderança não é só cobrar, é fazer os outros fazer acontecer”, afirma Maurício Guimarães

“Liderança não é só cobrar, é fazer os outros fazer acontecer”, afirma Maurício Guimarães
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Marcelino Vasconcelos

Gestores e empresários angolanos foram alertados sobre práticas de liderança que podem estar a travar o crescimento das suas equipas e organizações, durante um workshop realizado pelo Grupo Acelerador de Angola (GAA), empresa especializada em aceleração empresarial e desenvolvimento de líderes, em Luanda, no Hotel Epic Sana, que defendeu uma mudança urgente de mentalidade na gestão corporativa.

O workshop dedicado à Gestão de Liderança na Empresa ocorreu nos dias 22 e 23 de Junho e reuniu empresários, gestores e representantes de várias organizações para debater os desafios da liderança corporativa e o fortalecimento do ambiente empresarial no país.

O treinamento foi conduzido pelo mentor e director executivo do Grupo Acelerador de Angola, Maurício Guimarães, que partilhou ferramentas e estratégias voltadas para a construção de lideranças mais eficientes, inclusivas e orientadas para resultados. A iniciativa procurou incentivar uma mudança de mentalidade entre os participantes, destacando a importância de desenvolver equipas mais preparadas e ambientes de trabalho mais colaborativos.

Ao trazer para Angola uma metodologia inspirada em práticas empresariais brasileiras, o Grupo Acelerador de Angola (GAA), reforçou a necessidade de estruturar processos internos, fortalecer a governança corporativa e investir na formação de líderes capazes de responder aos desafios do mercado actual. Segundo Maurício Guimarães, a transformação das empresas começa pela mudança de atitudes e comportamentos daqueles que ocupam posições de liderança.

Durante a sua intervenção, o especialista alertou para erros frequentemente cometidos por muitos gestores, entre eles a insistência em executar tarefas porque “sempre foram eles a fazê-las”, por acreditarem ser os mais competentes para determinadas funções ou simplesmente por gostarem de as realizar. Para o mentor, estas práticas limitam o crescimento das equipas e comprometem o desenvolvimento sustentável das organizações.

“Liderança é quando você faz os outros fazer acontecer”, afirmou Maurício Guimarães, acrescentando que o verdadeiro líder deve actuar como mentor e facilitador do crescimento dos seus colaboradores. “Quem é líder deve ser mentor, não é só cobrar”, sustentou.

O director do Grupo Acelerador de Angola sublinhou ainda que muitas empresas falham ao encarar os seus trabalhadores como simples ajudantes, em vez de os reconhecerem como profissionais capazes de gerar valor. Para ele, as organizações precisam de criar espaços de confiança, respeito e valorização das competências individuais para alcançar níveis mais elevados de produtividade e inovação.

Ao abordar os segredos de uma liderança eficaz, Maurício Guimarães destacou a importância de uma comunicação clara, do desenvolvimento contínuo das pessoas, do engajamento das equipas e da capacidade de delegar responsabilidades. O workshop terminou com um apelo aos participantes para que adoptem modelos de liderança mais humanos e estratégicos, capazes de impulsionar o crescimento das empresas e contribuir para o fortalecimento do tecido empresarial angolano.

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Marcelino Vasconcelos

Gestores e empresários angolanos foram alertados sobre práticas de liderança que podem estar a travar o crescimento das suas equipas e organizações, durante um workshop realizado pelo Grupo Acelerador de Angola (GAA), empresa especializada em aceleração empresarial e desenvolvimento de líderes, em Luanda, no Hotel Epic Sana, que defendeu uma mudança urgente de mentalidade na gestão corporativa.

O workshop dedicado à Gestão de Liderança na Empresa ocorreu nos dias 22 e 23 de Junho e reuniu empresários, gestores e representantes de várias organizações para debater os desafios da liderança corporativa e o fortalecimento do ambiente empresarial no país.

O treinamento foi conduzido pelo mentor e director executivo do Grupo Acelerador de Angola, Maurício Guimarães, que partilhou ferramentas e estratégias voltadas para a construção de lideranças mais eficientes, inclusivas e orientadas para resultados. A iniciativa procurou incentivar uma mudança de mentalidade entre os participantes, destacando a importância de desenvolver equipas mais preparadas e ambientes de trabalho mais colaborativos.

Ao trazer para Angola uma metodologia inspirada em práticas empresariais brasileiras, o Grupo Acelerador de Angola (GAA), reforçou a necessidade de estruturar processos internos, fortalecer a governança corporativa e investir na formação de líderes capazes de responder aos desafios do mercado actual. Segundo Maurício Guimarães, a transformação das empresas começa pela mudança de atitudes e comportamentos daqueles que ocupam posições de liderança.

Durante a sua intervenção, o especialista alertou para erros frequentemente cometidos por muitos gestores, entre eles a insistência em executar tarefas porque “sempre foram eles a fazê-las”, por acreditarem ser os mais competentes para determinadas funções ou simplesmente por gostarem de as realizar. Para o mentor, estas práticas limitam o crescimento das equipas e comprometem o desenvolvimento sustentável das organizações.

“Liderança é quando você faz os outros fazer acontecer”, afirmou Maurício Guimarães, acrescentando que o verdadeiro líder deve actuar como mentor e facilitador do crescimento dos seus colaboradores. “Quem é líder deve ser mentor, não é só cobrar”, sustentou.

O director do Grupo Acelerador de Angola sublinhou ainda que muitas empresas falham ao encarar os seus trabalhadores como simples ajudantes, em vez de os reconhecerem como profissionais capazes de gerar valor. Para ele, as organizações precisam de criar espaços de confiança, respeito e valorização das competências individuais para alcançar níveis mais elevados de produtividade e inovação.

Ao abordar os segredos de uma liderança eficaz, Maurício Guimarães destacou a importância de uma comunicação clara, do desenvolvimento contínuo das pessoas, do engajamento das equipas e da capacidade de delegar responsabilidades. O workshop terminou com um apelo aos participantes para que adoptem modelos de liderança mais humanos e estratégicos, capazes de impulsionar o crescimento das empresas e contribuir para o fortalecimento do tecido empresarial angolano.

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