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Num país onde o digital cresce a um ritmo acelerado, também as ameaças se multiplicam. É neste cenário que surge a Propri, uma plataforma tecnológica criada pelo jovem empreendedor angolano Marcelino Caoio, de 25 anos, com a ambição de detectar, analisar e combater fraudes digitais que exploram indevidamente marcas no ambiente online.
Nos últimos anos, têm-se tornado cada vez mais comuns páginas falsas que imitam instituições financeiras, perfis que se fazem passar por operadoras de telecomunicações, anúncios enganosos em marketplaces e esquemas de phishing cada vez mais sofisticados. As consequências são visíveis: prejuízos para consumidores, erosão da confiança e danos reputacionais para empresas.
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A Propri apresenta-se como uma resposta estruturada a este problema. Através de um sistema de monitorização contínua, a plataforma realiza varreduras automáticas diárias em motores de busca, redes sociais e marketplaces. Com recurso à inteligência artificial, analisa ocorrências e classifica-as como normais, suspeitas ou potenciais fraudes.
Sempre que uma ameaça é identificada, o sistema emite alertas detalhados, recomenda acções concretas, gera notificações legais de remoção e facilita o acesso directo aos mecanismos de denúncia nas plataformas digitais.
“Até agora, proteger uma marca online exigia tempo, equipa e conhecimento técnico. A Propri simplifica esse processo e torna-o acessível a qualquer empresa”, afirmou Marcelino Caoio.
Com mais de 15 milhões de utilizadores de internet, Angola vive um crescimento digital significativo — acompanhado, porém, por um aumento proporcional das fraudes online. Ainda assim, o segmento de protecção de marcas permanece pouco explorado, sobretudo no que diz respeito a soluções adaptadas à realidade local.
Entre os próximos passos, a Propri prevê integrar reconhecimento de imagem para detectar o uso indevido de logótipos, expandir as fontes de dados locais e desenvolver painéis de gestão voltados para agências e consultoras que administram múltiplas marcas.
Mais do que uma ferramenta tecnológica, a iniciativa posiciona-se como um sinal de maturidade do ecossistema digital angolano — onde inovar já não é apenas criar, mas também proteger.
Num país onde o digital cresce a um ritmo acelerado, também as ameaças se multiplicam. É neste cenário que surge a Propri, uma plataforma tecnológica criada pelo jovem empreendedor angolano Marcelino Caoio, de 25 anos, com a ambição de detectar, analisar e combater fraudes digitais que exploram indevidamente marcas no ambiente online.
Nos últimos anos, têm-se tornado cada vez mais comuns páginas falsas que imitam instituições financeiras, perfis que se fazem passar por operadoras de telecomunicações, anúncios enganosos em marketplaces e esquemas de phishing cada vez mais sofisticados. As consequências são visíveis: prejuízos para consumidores, erosão da confiança e danos reputacionais para empresas.
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A Propri apresenta-se como uma resposta estruturada a este problema. Através de um sistema de monitorização contínua, a plataforma realiza varreduras automáticas diárias em motores de busca, redes sociais e marketplaces. Com recurso à inteligência artificial, analisa ocorrências e classifica-as como normais, suspeitas ou potenciais fraudes.
Sempre que uma ameaça é identificada, o sistema emite alertas detalhados, recomenda acções concretas, gera notificações legais de remoção e facilita o acesso directo aos mecanismos de denúncia nas plataformas digitais.
“Até agora, proteger uma marca online exigia tempo, equipa e conhecimento técnico. A Propri simplifica esse processo e torna-o acessível a qualquer empresa”, afirmou Marcelino Caoio.
Com mais de 15 milhões de utilizadores de internet, Angola vive um crescimento digital significativo — acompanhado, porém, por um aumento proporcional das fraudes online. Ainda assim, o segmento de protecção de marcas permanece pouco explorado, sobretudo no que diz respeito a soluções adaptadas à realidade local.
Entre os próximos passos, a Propri prevê integrar reconhecimento de imagem para detectar o uso indevido de logótipos, expandir as fontes de dados locais e desenvolver painéis de gestão voltados para agências e consultoras que administram múltiplas marcas.
Mais do que uma ferramenta tecnológica, a iniciativa posiciona-se como um sinal de maturidade do ecossistema digital angolano — onde inovar já não é apenas criar, mas também proteger.