%20(1)%20(1)%20(1).jpg)
A FIFA confirmou um conjunto de alterações regulamentares que serão aplicadas na Copa do Mundo de 2026, introduzindo novas medidas destinadas a reduzir perdas de tempo, reforçar a disciplina em campo e aumentar a eficácia da arbitragem através do recurso ao VAR.
Entre as principais mudanças está a implementação de uma contagem regressiva de cinco segundos para os lançamentos laterais. Sempre que um jogador atrasar deliberadamente o reinício da partida, a posse de bola poderá ser atribuída à equipa adversária.
A mesma regra será aplicada aos pontapés de baliza. Caso a equipa procure ganhar tempo de forma intencional, o árbitro poderá assinalar um canto a favor do adversário.
As substituições também passam a obedecer a novas exigências. Os jogadores substituídos terão apenas 10 segundos para abandonar o terreno de jogo pelo ponto mais próximo. Caso não cumpram esse prazo, o substituto ficará impedido de entrar durante, pelo menos, um minuto, obrigando a equipa a jogar temporariamente com menos um elemento.
Outra novidade diz respeito ao tratamento médico. Os jogadores assistidos pelas equipas de fisioterapia deverão permanecer fora do campo durante 60 segundos antes de regressarem à partida. A regra prevê exceções para guarda-redes, situações de lesão mais grave e casos em que um adversário seja advertido ou expulso na sequência da jogada.
No capítulo disciplinar, a FIFA prevê sanções mais severas para comportamentos considerados antidesportivos. Os jogadores que tapem a boca durante confrontos ou discussões com adversários poderão ser punidos, inclusive com cartão vermelho, dependendo da avaliação da equipa de arbitragem.
O recurso ao vídeoárbitro também será alargado. O VAR passará a poder verificar se a atribuição de um pontapé de canto foi correcta, desde que a revisão seja concluída rapidamente e antes do recomeço do jogo.
Além disso, expulsões resultantes da acumulação de dois cartões amarelos poderão ser revistas, embora o protocolo não permita a análise de lances para determinar se um eventual segundo cartão amarelo deveria ou não ter sido mostrado.
As novas regras integram o conjunto de medidas aprovadas para a competição de 2026 e visam tornar o jogo mais fluido, reduzir interrupções e reforçar a transparência das decisões arbitrais.
A FIFA confirmou um conjunto de alterações regulamentares que serão aplicadas na Copa do Mundo de 2026, introduzindo novas medidas destinadas a reduzir perdas de tempo, reforçar a disciplina em campo e aumentar a eficácia da arbitragem através do recurso ao VAR.
Entre as principais mudanças está a implementação de uma contagem regressiva de cinco segundos para os lançamentos laterais. Sempre que um jogador atrasar deliberadamente o reinício da partida, a posse de bola poderá ser atribuída à equipa adversária.
A mesma regra será aplicada aos pontapés de baliza. Caso a equipa procure ganhar tempo de forma intencional, o árbitro poderá assinalar um canto a favor do adversário.
As substituições também passam a obedecer a novas exigências. Os jogadores substituídos terão apenas 10 segundos para abandonar o terreno de jogo pelo ponto mais próximo. Caso não cumpram esse prazo, o substituto ficará impedido de entrar durante, pelo menos, um minuto, obrigando a equipa a jogar temporariamente com menos um elemento.
Outra novidade diz respeito ao tratamento médico. Os jogadores assistidos pelas equipas de fisioterapia deverão permanecer fora do campo durante 60 segundos antes de regressarem à partida. A regra prevê exceções para guarda-redes, situações de lesão mais grave e casos em que um adversário seja advertido ou expulso na sequência da jogada.
No capítulo disciplinar, a FIFA prevê sanções mais severas para comportamentos considerados antidesportivos. Os jogadores que tapem a boca durante confrontos ou discussões com adversários poderão ser punidos, inclusive com cartão vermelho, dependendo da avaliação da equipa de arbitragem.
O recurso ao vídeoárbitro também será alargado. O VAR passará a poder verificar se a atribuição de um pontapé de canto foi correcta, desde que a revisão seja concluída rapidamente e antes do recomeço do jogo.
Além disso, expulsões resultantes da acumulação de dois cartões amarelos poderão ser revistas, embora o protocolo não permita a análise de lances para determinar se um eventual segundo cartão amarelo deveria ou não ter sido mostrado.
As novas regras integram o conjunto de medidas aprovadas para a competição de 2026 e visam tornar o jogo mais fluido, reduzir interrupções e reforçar a transparência das decisões arbitrais.