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A República de Angola reforçou a sua presença no debate global sobre inovação em saúde ao participar na Mesa Redonda Estratégica de Alto Nível sobre Atendimento Virtual e Telecirurgia, realizada em Genebra, na Suíça, no âmbito da 79.ª Assembleia Mundial da Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS).
O encontro decorreu no Centro de Inovação da OMS, no Espaço Eurêka, reunindo líderes governamentais, especialistas internacionais e parceiros estratégicos sob o lema “Reconfigurar a Saúde Global: uma responsabilidade partilhada”, com foco no futuro da saúde digital e da medicina assistida por tecnologia.
A delegação angolana foi liderada pela Ministra da Saúde, Sílvia Paula Valentim Lutucuta, que apresentou os avanços do país na modernização do sistema nacional de saúde, destacando a aposta na telemedicina, cirurgia robótica e formação especializada de quadros técnicos.
Durante a sessão, Angola recebeu reconhecimento internacional pelo progresso alcançado na área da cirurgia robótica, com destaque para o Complexo Hospitalar de Doenças Cardiopulmonares Cardeal Dom Alexandre do Nascimento, onde já foram realizadas dezenas de intervenções minimamente invasivas com apoio de tecnologia avançada.
Um dos momentos mais relevantes do painel foi a demonstração de cirurgias robóticas realizadas a longa distância, com operações comandadas a partir de cerca de 17 mil quilómetros, a partir de Orlando, nos Estados Unidos da América, evidenciando o avanço da telecirurgia e a integração de Angola em redes médicas globais.
A ministra destacou ainda a expansão da rede sanitária nacional, que passou de 2.612 para 3.350 unidades de saúde entre 2017 e 2026, reforçando a cobertura médica e o acesso aos cuidados primários em todo o território angolano.
No domínio da formação, foi referido que Angola integrou mais de 46 mil profissionais de saúde e lançou programas que visam formar dezenas de milhares de quadros adicionais até 2028, incluindo a certificação dos primeiros médicos nacionais habilitados para operar sistemas de cirurgia robótica de forma autónoma.
A participação angolana em Genebra reforça o posicionamento do país como uma nação africana em transformação tecnológica no sector da saúde, apostando na inovação, na cooperação internacional e na valorização do capital humano como pilares para a construção de um sistema de saúde mais moderno, inclusivo e acessível.
A República de Angola reforçou a sua presença no debate global sobre inovação em saúde ao participar na Mesa Redonda Estratégica de Alto Nível sobre Atendimento Virtual e Telecirurgia, realizada em Genebra, na Suíça, no âmbito da 79.ª Assembleia Mundial da Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS).
O encontro decorreu no Centro de Inovação da OMS, no Espaço Eurêka, reunindo líderes governamentais, especialistas internacionais e parceiros estratégicos sob o lema “Reconfigurar a Saúde Global: uma responsabilidade partilhada”, com foco no futuro da saúde digital e da medicina assistida por tecnologia.
A delegação angolana foi liderada pela Ministra da Saúde, Sílvia Paula Valentim Lutucuta, que apresentou os avanços do país na modernização do sistema nacional de saúde, destacando a aposta na telemedicina, cirurgia robótica e formação especializada de quadros técnicos.
Durante a sessão, Angola recebeu reconhecimento internacional pelo progresso alcançado na área da cirurgia robótica, com destaque para o Complexo Hospitalar de Doenças Cardiopulmonares Cardeal Dom Alexandre do Nascimento, onde já foram realizadas dezenas de intervenções minimamente invasivas com apoio de tecnologia avançada.
Um dos momentos mais relevantes do painel foi a demonstração de cirurgias robóticas realizadas a longa distância, com operações comandadas a partir de cerca de 17 mil quilómetros, a partir de Orlando, nos Estados Unidos da América, evidenciando o avanço da telecirurgia e a integração de Angola em redes médicas globais.
A ministra destacou ainda a expansão da rede sanitária nacional, que passou de 2.612 para 3.350 unidades de saúde entre 2017 e 2026, reforçando a cobertura médica e o acesso aos cuidados primários em todo o território angolano.
No domínio da formação, foi referido que Angola integrou mais de 46 mil profissionais de saúde e lançou programas que visam formar dezenas de milhares de quadros adicionais até 2028, incluindo a certificação dos primeiros médicos nacionais habilitados para operar sistemas de cirurgia robótica de forma autónoma.
A participação angolana em Genebra reforça o posicionamento do país como uma nação africana em transformação tecnológica no sector da saúde, apostando na inovação, na cooperação internacional e na valorização do capital humano como pilares para a construção de um sistema de saúde mais moderno, inclusivo e acessível.