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França e Alemanha deixam top 10 das nações mais ricas em 2026

França e Alemanha deixam top 10 das nações mais ricas em 2026
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A França e a Alemanha deixaram de integrar o grupo dos dez países mais ricos do mundo em 2026, segundo o novo “Índice de Prosperidade” divulgado pela plataforma internacional HelloSafe. O estudo, publicado esta semana e repercutido pela imprensa europeia, avalia não apenas o Produto Interno Bruto (PIB), mas também factores como qualidade de vida, distribuição de renda, desenvolvimento humano e coesão social.

De acordo com a análise, a Noruega assumiu a liderança do ranking global de prosperidade, seguida pela Irlanda e Luxemburgo. O levantamento destaca que países tradicionalmente considerados potências económicas, como Estados Unidos, França e Alemanha, perderam posições devido às desigualdades sociais, ao aumento do custo de vida e às dificuldades em transformar riqueza económica em bem-estar para a população.

A HelloSafe explica que medir riqueza apenas pelo PIB pode ser “enganador”, já que o indicador não reflecte, necessariamente, a qualidade de vida dos cidadãos. Segundo a plataforma, muitos países apresentam economias robustas, mas enfrentam problemas relacionados com pobreza relativa, concentração de renda e pressão sobre os serviços públicos.

No caso da Alemanha, o relatório aponta sinais de desaceleração económica e menor crescimento industrial, factores que reduziram o desempenho social do país. Já a França foi penalizada pelo aumento das desigualdades e pelas dificuldades económicas enfrentadas por parte da população nos últimos anos. Ainda assim, ambos continuam entre as maiores economias do mundo em termos de PIB nominal.

O ranking de 2026 mostra uma forte presença dos países nórdicos e do norte da Europa entre os mais prósperos do planeta. Além da Noruega, aparecem no top 10 países como Suíça, Islândia, Dinamarca, Países Baixos, Bélgica e Suécia. Singapura é o único país asiático presente entre os dez primeiros colocados.

Segundo a Euronews, que destacou o estudo europeu, a nova metodologia combina dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Eurostat e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O objectivo é medir a prosperidade de forma mais ampla e próxima da realidade social dos países analisados.

A divulgação do índice reacendeu o debate internacional sobre o verdadeiro significado de riqueza nacional. Especialistas defendem que crescimento económico sem equilíbrio social já não é suficiente para colocar um país entre os mais desenvolvidos do mundo. Para os analistas, o relatório reforça a tendência global de valorização do bem-estar social, sustentabilidade e distribuição justa da renda como novos critérios de prosperidade no século XXI.

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Marcelino Vasconcelos

A França e a Alemanha deixaram de integrar o grupo dos dez países mais ricos do mundo em 2026, segundo o novo “Índice de Prosperidade” divulgado pela plataforma internacional HelloSafe. O estudo, publicado esta semana e repercutido pela imprensa europeia, avalia não apenas o Produto Interno Bruto (PIB), mas também factores como qualidade de vida, distribuição de renda, desenvolvimento humano e coesão social.

De acordo com a análise, a Noruega assumiu a liderança do ranking global de prosperidade, seguida pela Irlanda e Luxemburgo. O levantamento destaca que países tradicionalmente considerados potências económicas, como Estados Unidos, França e Alemanha, perderam posições devido às desigualdades sociais, ao aumento do custo de vida e às dificuldades em transformar riqueza económica em bem-estar para a população.

A HelloSafe explica que medir riqueza apenas pelo PIB pode ser “enganador”, já que o indicador não reflecte, necessariamente, a qualidade de vida dos cidadãos. Segundo a plataforma, muitos países apresentam economias robustas, mas enfrentam problemas relacionados com pobreza relativa, concentração de renda e pressão sobre os serviços públicos.

No caso da Alemanha, o relatório aponta sinais de desaceleração económica e menor crescimento industrial, factores que reduziram o desempenho social do país. Já a França foi penalizada pelo aumento das desigualdades e pelas dificuldades económicas enfrentadas por parte da população nos últimos anos. Ainda assim, ambos continuam entre as maiores economias do mundo em termos de PIB nominal.

O ranking de 2026 mostra uma forte presença dos países nórdicos e do norte da Europa entre os mais prósperos do planeta. Além da Noruega, aparecem no top 10 países como Suíça, Islândia, Dinamarca, Países Baixos, Bélgica e Suécia. Singapura é o único país asiático presente entre os dez primeiros colocados.

Segundo a Euronews, que destacou o estudo europeu, a nova metodologia combina dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Eurostat e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O objectivo é medir a prosperidade de forma mais ampla e próxima da realidade social dos países analisados.

A divulgação do índice reacendeu o debate internacional sobre o verdadeiro significado de riqueza nacional. Especialistas defendem que crescimento económico sem equilíbrio social já não é suficiente para colocar um país entre os mais desenvolvidos do mundo. Para os analistas, o relatório reforça a tendência global de valorização do bem-estar social, sustentabilidade e distribuição justa da renda como novos critérios de prosperidade no século XXI.

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