
Um grupo de jovens inventores angolanos, residentes em Luanda e pertencentes ao Núcleo de Jovens Inventores do Colégio Árvore da Felicidade, desenvolveu a tecnologia "Kuvuma", uma solução inovadora de transição energética capaz de converter a pressão exercida pelos veículos nas estradas em electricidade limpa. Criada em 2026, a iniciativa surge como uma aposta nacional para transformar a infraestrutura urbana e rural, ampliar o acesso à energia sustentável e posicionar Angola no mapa das tecnologias emergentes desenvolvidas pela juventude africana.
Desenvolvida pela startup angolana Kuvuma, a tecnologia nasce com a missão de implementar soluções energéticas que promovam autonomia e desenvolvimento. O foco inicial do projecto está na iluminação pública, permitindo que as vias produzam a energia necessária para a sua própria iluminação. "Cada veículo que passa gera a energia necessária para manter a via segura e iluminada à frente", explicou o Gestor de Projectos da Kuvuma, Hélio Manuel.
Para os seus criadores, a iniciativa poderá representar uma mudança concreta para Angola, sobretudo em localidades onde o fornecimento de energia continua a ser um desafio. Ao transformar as estradas em pequenas centrais de produção eléctrica, a tecnologia tem potencial para reduzir a dependência da rede convencional e levar soluções energéticas descentralizadas a escolas, comunidades e infraestruturas públicas. "Através de um sistema inovador de captação de energia mecânica integrado às vias públicas, transformamos o tráfego diário de veículos em electricidade limpa, imediata e descentralizada", afirmou Hélio Manuel.
Além do impacto social, o projecto poderá gerar benefícios económicos significativos. A utilização de energia produzida nas próprias vias pode reduzir custos operacionais de instituições públicas e privadas, estimular a criação de empregos nas áreas da inovação e engenharia e impulsionar o surgimento de novas soluções tecnológicas desenvolvidas em Angola. "A Kuvuma é uma startup voltada ao sector de energia limpa. Trabalhamos com soluções para criar energia, reduzindo a utilização de geradores a diesel", destacou o gestor de projectos.
Os resultados esperados pelos jovens inventores passam pela expansão da utilização de energias limpas e pela melhoria da segurança nas estradas e espaços públicos. Segundo os promotores, a energia gerada pelo sistema poderá alimentar não apenas a iluminação pública, mas também diversas infraestruturas essenciais. "Essa mesma energia pode ser utilizada para alimentar tanto a via pública como colégios, hotéis, empresas e muito mais", garantiu Hélio Manuel.
A startup desenvolveu ainda o projecto "Lumi", uma tecnologia baseada na fotossíntese das plantas. O sistema capta electrões libertados pelas plantas e converte-os em energia suficiente para alimentar dispositivos de iluminação. O projecto já conquistou reconhecimento ao vencer, em primeiro lugar, a categoria de Ciência e Tecnologia do concurso Tigra Nova Garra, demonstrando o potencial inovador da juventude angolana. "À medida que ocorre a fotossíntese, a planta liberta uma quantidade mínima de electrões, que são captados e convertidos em energia para alimentar uma lâmpada", explicou.
Apesar do potencial transformador, os responsáveis reconhecem que a implementação em larga escala exigirá investimento, testes em ambiente real, expansão da capacidade produtiva e um enquadramento regulatório favorável à inovação tecnológica. Ainda assim, os primeiros passos são encorajadores. Com apenas três meses no mercado, a startup já conquistou parceiros para o projecto Lumi e escolheu o ANGOTIC 2026 para apresentar publicamente a tecnologia Kuvuma. "A nossa meta é ser a referência nacional em tecnologia energética sustentável, transformando o sector através da inovação", concluiu Hélio.
Um grupo de jovens inventores angolanos, residentes em Luanda e pertencentes ao Núcleo de Jovens Inventores do Colégio Árvore da Felicidade, desenvolveu a tecnologia "Kuvuma", uma solução inovadora de transição energética capaz de converter a pressão exercida pelos veículos nas estradas em electricidade limpa. Criada em 2026, a iniciativa surge como uma aposta nacional para transformar a infraestrutura urbana e rural, ampliar o acesso à energia sustentável e posicionar Angola no mapa das tecnologias emergentes desenvolvidas pela juventude africana.
Desenvolvida pela startup angolana Kuvuma, a tecnologia nasce com a missão de implementar soluções energéticas que promovam autonomia e desenvolvimento. O foco inicial do projecto está na iluminação pública, permitindo que as vias produzam a energia necessária para a sua própria iluminação. "Cada veículo que passa gera a energia necessária para manter a via segura e iluminada à frente", explicou o Gestor de Projectos da Kuvuma, Hélio Manuel.
Para os seus criadores, a iniciativa poderá representar uma mudança concreta para Angola, sobretudo em localidades onde o fornecimento de energia continua a ser um desafio. Ao transformar as estradas em pequenas centrais de produção eléctrica, a tecnologia tem potencial para reduzir a dependência da rede convencional e levar soluções energéticas descentralizadas a escolas, comunidades e infraestruturas públicas. "Através de um sistema inovador de captação de energia mecânica integrado às vias públicas, transformamos o tráfego diário de veículos em electricidade limpa, imediata e descentralizada", afirmou Hélio Manuel.
Além do impacto social, o projecto poderá gerar benefícios económicos significativos. A utilização de energia produzida nas próprias vias pode reduzir custos operacionais de instituições públicas e privadas, estimular a criação de empregos nas áreas da inovação e engenharia e impulsionar o surgimento de novas soluções tecnológicas desenvolvidas em Angola. "A Kuvuma é uma startup voltada ao sector de energia limpa. Trabalhamos com soluções para criar energia, reduzindo a utilização de geradores a diesel", destacou o gestor de projectos.
Os resultados esperados pelos jovens inventores passam pela expansão da utilização de energias limpas e pela melhoria da segurança nas estradas e espaços públicos. Segundo os promotores, a energia gerada pelo sistema poderá alimentar não apenas a iluminação pública, mas também diversas infraestruturas essenciais. "Essa mesma energia pode ser utilizada para alimentar tanto a via pública como colégios, hotéis, empresas e muito mais", garantiu Hélio Manuel.
A startup desenvolveu ainda o projecto "Lumi", uma tecnologia baseada na fotossíntese das plantas. O sistema capta electrões libertados pelas plantas e converte-os em energia suficiente para alimentar dispositivos de iluminação. O projecto já conquistou reconhecimento ao vencer, em primeiro lugar, a categoria de Ciência e Tecnologia do concurso Tigra Nova Garra, demonstrando o potencial inovador da juventude angolana. "À medida que ocorre a fotossíntese, a planta liberta uma quantidade mínima de electrões, que são captados e convertidos em energia para alimentar uma lâmpada", explicou.
Apesar do potencial transformador, os responsáveis reconhecem que a implementação em larga escala exigirá investimento, testes em ambiente real, expansão da capacidade produtiva e um enquadramento regulatório favorável à inovação tecnológica. Ainda assim, os primeiros passos são encorajadores. Com apenas três meses no mercado, a startup já conquistou parceiros para o projecto Lumi e escolheu o ANGOTIC 2026 para apresentar publicamente a tecnologia Kuvuma. "A nossa meta é ser a referência nacional em tecnologia energética sustentável, transformando o sector através da inovação", concluiu Hélio.