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A startup angolana Otchivi, formada por jovens empreendedores nacionais, desenvolveu a plataforma digital "G-10", uma solução de gestão académica inteligente concebida para modernizar e simplificar a administração escolar em Angola. A ferramenta, apresentada no Fórum do ANGOTIC 2026, centraliza informações essenciais do processo educativo e surge como uma aposta na transformação digital do sector da Educação.
"O G-10 nasce para aproximar a tecnologia da realidade das escolas angolanas, permitindo uma gestão centralizada de notas, frequência, horários, comunicados, materiais didácticos e acompanhamento académico", explicou o representante da Otchivi, Helson Correia, sublinhando que a plataforma foi desenhada para atender todos os intervenientes do sistema educativo.
A iniciativa representa uma mudança concreta para o país ao introduzir um modelo de administração escolar mais eficiente, reduzindo processos burocráticos e facilitando a comunicação entre alunos, professores, encarregados de educação, direcções escolares, secretarias e o próprio Ministério da Educação. A plataforma foi concebida para funcionar tanto online como offline, garantindo o acesso aos dados mesmo em regiões com limitações de conectividade.
"Todas as funcionalidades de consulta funcionam sem rede e as acções realizadas são armazenadas localmente e sincronizadas automaticamente quando a ligação é restabelecida", esclareceu Helson Correia, destacando que o sistema adopta a filosofia offline-first, considerada estratégica para a realidade tecnológica de muitas escolas angolanas.
Do ponto de vista económico, o G-10 poderá reduzir custos administrativos nas instituições de ensino, aumentar a eficiência operacional e impulsionar a digitalização do sector educativo. O projecto também abre espaço para o desenvolvimento de novas soluções tecnológicas nacionais, promovendo oportunidades de emprego e empreendedorismo entre jovens ligados e não ligados às Tecnologias de Informação.
"A nossa startup tem como objectivo impulsionar as tecnologias para pessoas que seguem a área das TI e também para aquelas que actuam em outros sectores. É um espaço inclusivo, onde qualquer pessoa pode apresentar uma ideia e contribuir para a digitalização da sua área de actuação", afirmou Helson Correia.
Entre os resultados esperados estão a melhoria do acompanhamento académico dos estudantes, maior transparência na gestão escolar, acesso mais rápido às informações pedagógicas e a criação de um ecossistema digital integrado. A plataforma também incorpora inteligência artificial e ferramentas de apoio ao estudo, incluindo a técnica "Pomodoro", que incentiva períodos de concentração e pausas estratégicas para melhorar o rendimento dos alunos.
"Este projecto é um pouco de rebeldia tecnológica. É juntar aplicações, ideias inovadoras, inteligência artificial, sistemas escolares e ciência num único ambiente digital. Precisamos de financiamento para potencializar ainda mais as nossas infra-estruturas", apelou Helson Correia, reconhecendo que os principais desafios para a implementação passam pelo reforço do investimento, expansão das infra-estruturas tecnológicas e maior acesso à internet em todas as regiões do país.
A startup angolana Otchivi, formada por jovens empreendedores nacionais, desenvolveu a plataforma digital "G-10", uma solução de gestão académica inteligente concebida para modernizar e simplificar a administração escolar em Angola. A ferramenta, apresentada no Fórum do ANGOTIC 2026, centraliza informações essenciais do processo educativo e surge como uma aposta na transformação digital do sector da Educação.
"O G-10 nasce para aproximar a tecnologia da realidade das escolas angolanas, permitindo uma gestão centralizada de notas, frequência, horários, comunicados, materiais didácticos e acompanhamento académico", explicou o representante da Otchivi, Helson Correia, sublinhando que a plataforma foi desenhada para atender todos os intervenientes do sistema educativo.
A iniciativa representa uma mudança concreta para o país ao introduzir um modelo de administração escolar mais eficiente, reduzindo processos burocráticos e facilitando a comunicação entre alunos, professores, encarregados de educação, direcções escolares, secretarias e o próprio Ministério da Educação. A plataforma foi concebida para funcionar tanto online como offline, garantindo o acesso aos dados mesmo em regiões com limitações de conectividade.
"Todas as funcionalidades de consulta funcionam sem rede e as acções realizadas são armazenadas localmente e sincronizadas automaticamente quando a ligação é restabelecida", esclareceu Helson Correia, destacando que o sistema adopta a filosofia offline-first, considerada estratégica para a realidade tecnológica de muitas escolas angolanas.
Do ponto de vista económico, o G-10 poderá reduzir custos administrativos nas instituições de ensino, aumentar a eficiência operacional e impulsionar a digitalização do sector educativo. O projecto também abre espaço para o desenvolvimento de novas soluções tecnológicas nacionais, promovendo oportunidades de emprego e empreendedorismo entre jovens ligados e não ligados às Tecnologias de Informação.
"A nossa startup tem como objectivo impulsionar as tecnologias para pessoas que seguem a área das TI e também para aquelas que actuam em outros sectores. É um espaço inclusivo, onde qualquer pessoa pode apresentar uma ideia e contribuir para a digitalização da sua área de actuação", afirmou Helson Correia.
Entre os resultados esperados estão a melhoria do acompanhamento académico dos estudantes, maior transparência na gestão escolar, acesso mais rápido às informações pedagógicas e a criação de um ecossistema digital integrado. A plataforma também incorpora inteligência artificial e ferramentas de apoio ao estudo, incluindo a técnica "Pomodoro", que incentiva períodos de concentração e pausas estratégicas para melhorar o rendimento dos alunos.
"Este projecto é um pouco de rebeldia tecnológica. É juntar aplicações, ideias inovadoras, inteligência artificial, sistemas escolares e ciência num único ambiente digital. Precisamos de financiamento para potencializar ainda mais as nossas infra-estruturas", apelou Helson Correia, reconhecendo que os principais desafios para a implementação passam pelo reforço do investimento, expansão das infra-estruturas tecnológicas e maior acesso à internet em todas as regiões do país.