.jpeg)
O presidente da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores da Educação, Cultura e Desporto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP-SE) em Angola, Adriano dos Santos, defendeu em Benguela a necessidade urgente de garantir uma educação de qualidade e mais inclusiva para crianças em situação de vulnerabilidade social. A posição foi expressa esta terça-feira, 05 de Maio, durante a abertura da Conferência Organizacional da Confederação Sindical da Educação da CPLP, que decorre no Lobito até sexta-feira, sob o lema “O Sindicalismo docente na lusofonia: responder aos desafios de hoje”.
O encontro reúne representantes sindicais e educacionais de vários países lusófonos, num espaço de debate sobre os principais desafios enfrentados pelo sector da educação. Na sua intervenção, Adriano dos Santos alertou para a crescente tendência global de fragilização da escola pública em favor do ensino privado, sobretudo em países industrializados, o que, segundo ele, pode comprometer o acesso universal à educação.
O dirigente sindical afirmou que existe um risco crescente de mercantilização da educação, transformando um direito fundamental em negócio. Por isso, defendeu a necessidade de políticas públicas mais robustas e orçamentos consistentes que garantam uma escola verdadeiramente inclusiva, onde mesmo os mais pobres tenham acesso a uma formação de qualidade.
“Os países têm de garantir que a escola seja para todos. O mais pobre precisa, no mínimo, de uma boa instrução”, destacou Adriano dos Santos, sublinhando que os professores e sindicatos têm um papel essencial na defesa desse direito universal. Acrescentou ainda que o sindicalismo docente deve ser uma voz activa na protecção dos mais desfavorecidos e na valorização da educação pública.
O presidente da CPLP-SE em Angola referiu igualmente que a conferência permitirá a troca de experiências entre os países participantes, promovendo o fortalecimento das acções sindicais e educativas no espaço lusófono. Segundo o responsável, num mundo cada vez mais marcado por desigualdades entre países ricos e pobres, a união dos sistemas educativos da CPLP torna-se fundamental para enfrentar desafios comuns.
Por sua vez, o secretário-geral da Confederação Sindical da Educação dos Países de Língua Portuguesa, Heleno Araújo, destacou que estes encontros internacionais têm sido essenciais para reforçar a cooperação entre professores e sindicatos dos países lusófonos. O responsável sublinhou que a partilha de experiências contribui para o fortalecimento das acções locais e para a construção de uma agenda comum de defesa da educação pública.
A conferência, que conta com a participação de oito países e 12 entidades sindicais, aborda temas como condições de trabalho, políticas salariais, digitalização do ensino, tecnologia e inteligência artificial. Para os organizadores, o objectivo é consolidar uma visão comum sobre o futuro da educação na lusofonia, promovendo a valorização dos profissionais do sector e a defesa de uma educação pública de qualidade como direito universal.
O presidente da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores da Educação, Cultura e Desporto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP-SE) em Angola, Adriano dos Santos, defendeu em Benguela a necessidade urgente de garantir uma educação de qualidade e mais inclusiva para crianças em situação de vulnerabilidade social. A posição foi expressa esta terça-feira, 05 de Maio, durante a abertura da Conferência Organizacional da Confederação Sindical da Educação da CPLP, que decorre no Lobito até sexta-feira, sob o lema “O Sindicalismo docente na lusofonia: responder aos desafios de hoje”.
O encontro reúne representantes sindicais e educacionais de vários países lusófonos, num espaço de debate sobre os principais desafios enfrentados pelo sector da educação. Na sua intervenção, Adriano dos Santos alertou para a crescente tendência global de fragilização da escola pública em favor do ensino privado, sobretudo em países industrializados, o que, segundo ele, pode comprometer o acesso universal à educação.
O dirigente sindical afirmou que existe um risco crescente de mercantilização da educação, transformando um direito fundamental em negócio. Por isso, defendeu a necessidade de políticas públicas mais robustas e orçamentos consistentes que garantam uma escola verdadeiramente inclusiva, onde mesmo os mais pobres tenham acesso a uma formação de qualidade.
“Os países têm de garantir que a escola seja para todos. O mais pobre precisa, no mínimo, de uma boa instrução”, destacou Adriano dos Santos, sublinhando que os professores e sindicatos têm um papel essencial na defesa desse direito universal. Acrescentou ainda que o sindicalismo docente deve ser uma voz activa na protecção dos mais desfavorecidos e na valorização da educação pública.
O presidente da CPLP-SE em Angola referiu igualmente que a conferência permitirá a troca de experiências entre os países participantes, promovendo o fortalecimento das acções sindicais e educativas no espaço lusófono. Segundo o responsável, num mundo cada vez mais marcado por desigualdades entre países ricos e pobres, a união dos sistemas educativos da CPLP torna-se fundamental para enfrentar desafios comuns.
Por sua vez, o secretário-geral da Confederação Sindical da Educação dos Países de Língua Portuguesa, Heleno Araújo, destacou que estes encontros internacionais têm sido essenciais para reforçar a cooperação entre professores e sindicatos dos países lusófonos. O responsável sublinhou que a partilha de experiências contribui para o fortalecimento das acções locais e para a construção de uma agenda comum de defesa da educação pública.
A conferência, que conta com a participação de oito países e 12 entidades sindicais, aborda temas como condições de trabalho, políticas salariais, digitalização do ensino, tecnologia e inteligência artificial. Para os organizadores, o objectivo é consolidar uma visão comum sobre o futuro da educação na lusofonia, promovendo a valorização dos profissionais do sector e a defesa de uma educação pública de qualidade como direito universal.