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Feira Internacional Agritech Show Luanda surge como nova aposta para revolucionar a agricultura e reduzir importações em Angola

Feira Internacional Agritech Show Luanda surge como nova aposta para revolucionar a agricultura e reduzir importações em Angola
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Foi oficialmente apresentada nesta terça-feira, 14 de Abril, em Luanda, a Agritech Show Luanda, uma iniciativa que visa impulsionar o sector agrícola nacional através da integração entre produção, tecnologia e investimento, num contexto em que a diversificação económica do país exige soluções práticas para reduzir a dependência de importações alimentares.

A feira surge como resposta directa aos principais desafios que travam o desenvolvimento agrícola em Angola, entre os quais se destacam a baixa mecanização, a reduzida qualificação técnica, o acesso limitado ao financiamento e as fragilidades logísticas que dificultam o escoamento da produção. Apesar do seu elevado potencial, o sector continua aquém das expectativas, exigindo uma abordagem mais estruturada e orientada para resultados.

A Agritech Show Luanda posiciona-se como uma plataforma estratégica de articulação entre os diferentes actores do ecossistema agrícola, com foco na criação de soluções concretas. Nesta primeira edição, o evento prevê reunir cerca de 150 entidades provenientes de 15 países, incluindo produtores, fornecedores de insumos, instituições financeiras, empresas tecnológicas e fabricantes de máquinas e equipamentos, criando um ambiente propício para a inovação e o investimento.

Segundo Paulo Fardilha, coordenador da Global Wide, entidade organizadora, “a Agritech Show Luanda foi desenhada para ligar quem produz, quem financia e quem desenvolve soluções. O foco está na execução e na capacidade de transformar potencial agrícola em produção efectiva”, sublinhando a necessidade de sair do campo teórico para a acção prática.

A iniciativa inclui ainda uma forte componente de ligação aos mercados, promovendo a organização da produção e a criação de canais de escoamento mais eficientes. Esta abordagem é vista como essencial para garantir escala, competitividade e sustentabilidade económica, tanto no abastecimento do mercado interno como na aposta em exportações.

Durante a apresentação, foi igualmente reforçado que o futuro do sector agrícola angolano depende menos da elaboração de estudos e mais da implementação de estratégias operacionais bem definidas. O desafio passa por romper o ciclo de baixa produção e ausência de agroindústria, criando condições para que Angola deixe de “não produzir por falta de mercado” e passe a estruturar um sistema produtivo robusto, capaz de responder às necessidades internas e externas.

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Marcelino Vasconcelos

Foi oficialmente apresentada nesta terça-feira, 14 de Abril, em Luanda, a Agritech Show Luanda, uma iniciativa que visa impulsionar o sector agrícola nacional através da integração entre produção, tecnologia e investimento, num contexto em que a diversificação económica do país exige soluções práticas para reduzir a dependência de importações alimentares.

A feira surge como resposta directa aos principais desafios que travam o desenvolvimento agrícola em Angola, entre os quais se destacam a baixa mecanização, a reduzida qualificação técnica, o acesso limitado ao financiamento e as fragilidades logísticas que dificultam o escoamento da produção. Apesar do seu elevado potencial, o sector continua aquém das expectativas, exigindo uma abordagem mais estruturada e orientada para resultados.

A Agritech Show Luanda posiciona-se como uma plataforma estratégica de articulação entre os diferentes actores do ecossistema agrícola, com foco na criação de soluções concretas. Nesta primeira edição, o evento prevê reunir cerca de 150 entidades provenientes de 15 países, incluindo produtores, fornecedores de insumos, instituições financeiras, empresas tecnológicas e fabricantes de máquinas e equipamentos, criando um ambiente propício para a inovação e o investimento.

Segundo Paulo Fardilha, coordenador da Global Wide, entidade organizadora, “a Agritech Show Luanda foi desenhada para ligar quem produz, quem financia e quem desenvolve soluções. O foco está na execução e na capacidade de transformar potencial agrícola em produção efectiva”, sublinhando a necessidade de sair do campo teórico para a acção prática.

A iniciativa inclui ainda uma forte componente de ligação aos mercados, promovendo a organização da produção e a criação de canais de escoamento mais eficientes. Esta abordagem é vista como essencial para garantir escala, competitividade e sustentabilidade económica, tanto no abastecimento do mercado interno como na aposta em exportações.

Durante a apresentação, foi igualmente reforçado que o futuro do sector agrícola angolano depende menos da elaboração de estudos e mais da implementação de estratégias operacionais bem definidas. O desafio passa por romper o ciclo de baixa produção e ausência de agroindústria, criando condições para que Angola deixe de “não produzir por falta de mercado” e passe a estruturar um sistema produtivo robusto, capaz de responder às necessidades internas e externas.

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