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A Academia de Letras do Brasil Internacional (ALBI), por meio da Ordem de Platão, vai empossar nesta quinta-feira, 7 de maio, os primeiros membros eleitos de Angola, numa cerimónia que decorre em formato híbrido, presencial e online, a partir das 17h00, na Biblioteca do Governo Provincial de Luanda. O acto assinala um marco histórico para a integração de intelectuais angolanos na academia internacional, reforçando os laços culturais no espaço lusófono e promovendo o intercâmbio literário entre países de língua portuguesa.
Durante a cerimónia, os novos integrantes serão oficialmente investidos como “Imortais”, designação tradicional atribuída aos membros de academias literárias que reconhece o seu contributo duradouro para a literatura, o pensamento e a cultura. A distinção simboliza não apenas o prestígio alcançado ao longo das suas trajectórias, mas também o compromisso contínuo com a produção intelectual e a preservação da língua portuguesa como património comum.
O evento será presidido pelo académico e ex-ministro da Justiça de Angola, Francisco Queiroz, que actualmente exerce funções de vice-presidente da ALBI. A sua presença confere peso institucional e reforça a importância do momento, que reúne figuras de destaque do meio literário e académico, tanto a nível nacional como internacional.
A iniciativa representa um passo significativo na valorização da literatura angolana no cenário global, criando novas oportunidades para escritores nacionais ampliarem a sua visibilidade e influência além-fronteiras. Ao integrar a ALBI, os novos membros passam a fazer parte de uma rede internacional de intelectuais comprometidos com o desenvolvimento cultural, a investigação e a difusão do conhecimento.
Além do reconhecimento individual dos empossados, a cerimónia surge como um espaço de celebração colectiva da identidade cultural angolana, evidenciando a riqueza das suas narrativas, tradições e expressões artísticas. O acto também reforça a importância das instituições literárias na promoção do diálogo intercultural e na construção de pontes entre diferentes comunidades lusófonas.
Com esta posse inédita em Angola, a ALBI consolida a sua presença no continente africano e reafirma o seu compromisso com a expansão da cultura e das letras em língua portuguesa. A expectativa é de que o evento impulsione novas iniciativas culturais no país, estimulando o surgimento de talentos e fortalecendo o papel da literatura como instrumento de transformação social e afirmação identitária.
A Academia de Letras do Brasil Internacional (ALBI), por meio da Ordem de Platão, vai empossar nesta quinta-feira, 7 de maio, os primeiros membros eleitos de Angola, numa cerimónia que decorre em formato híbrido, presencial e online, a partir das 17h00, na Biblioteca do Governo Provincial de Luanda. O acto assinala um marco histórico para a integração de intelectuais angolanos na academia internacional, reforçando os laços culturais no espaço lusófono e promovendo o intercâmbio literário entre países de língua portuguesa.
Durante a cerimónia, os novos integrantes serão oficialmente investidos como “Imortais”, designação tradicional atribuída aos membros de academias literárias que reconhece o seu contributo duradouro para a literatura, o pensamento e a cultura. A distinção simboliza não apenas o prestígio alcançado ao longo das suas trajectórias, mas também o compromisso contínuo com a produção intelectual e a preservação da língua portuguesa como património comum.
O evento será presidido pelo académico e ex-ministro da Justiça de Angola, Francisco Queiroz, que actualmente exerce funções de vice-presidente da ALBI. A sua presença confere peso institucional e reforça a importância do momento, que reúne figuras de destaque do meio literário e académico, tanto a nível nacional como internacional.
A iniciativa representa um passo significativo na valorização da literatura angolana no cenário global, criando novas oportunidades para escritores nacionais ampliarem a sua visibilidade e influência além-fronteiras. Ao integrar a ALBI, os novos membros passam a fazer parte de uma rede internacional de intelectuais comprometidos com o desenvolvimento cultural, a investigação e a difusão do conhecimento.
Além do reconhecimento individual dos empossados, a cerimónia surge como um espaço de celebração colectiva da identidade cultural angolana, evidenciando a riqueza das suas narrativas, tradições e expressões artísticas. O acto também reforça a importância das instituições literárias na promoção do diálogo intercultural e na construção de pontes entre diferentes comunidades lusófonas.
Com esta posse inédita em Angola, a ALBI consolida a sua presença no continente africano e reafirma o seu compromisso com a expansão da cultura e das letras em língua portuguesa. A expectativa é de que o evento impulsione novas iniciativas culturais no país, estimulando o surgimento de talentos e fortalecendo o papel da literatura como instrumento de transformação social e afirmação identitária.