
Os governadores e presidentes dos bancos centrais dos países de língua portuguesa acordaram, em Washington DC, a criação da primeira rede formal que une estas instituições, numa iniciativa que promete reforçar a cooperação técnica, a coordenação de políticas e o peso internacional das economias lusófonas.
A decisão foi tomada à margem das Reuniões de Primavera do Grupo Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, reunindo representantes dos Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa (BCPLP). Em conferência de imprensa, o governador do Banco Nacional de Angola, Manuel Dias, destacou que a criação da rede “espelha a importância crescente da construção de pontes entre as instituições dos nossos países”, estruturando uma cooperação que até agora decorria de forma pontual.
A nova plataforma institucional surge com o objectivo de tornar permanente o intercâmbio de experiências e conhecimento entre os bancos centrais lusófonos, criando mecanismos mais eficazes de articulação técnica e estratégica. A primeira reunião oficial da rede está marcada para Novembro de 2026, em Luanda, enquanto a presidência inaugural, em 2027, será assegurada pelo Banco de Portugal.
Além de encontros regulares de alto nível, a rede prevê a criação de grupos de trabalho especializados para analisar temas económicos e financeiros de interesse comum. Entre as medidas estruturantes, destaca-se ainda a formação de um comité de política económica, que terá como missão discutir e alinhar posições sobre desafios partilhados pelas economias dos países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
Segundo Manuel Dias, a iniciativa permitirá que técnicos dos diferentes bancos centrais colaborem de forma mais directa e integrada, contribuindo para decisões mais informadas e políticas mais eficazes. “Os nossos técnicos poderão envolver os seus pares de outros bancos centrais sempre que necessário, reforçando a qualidade da análise e da resposta aos desafios económicos”, sublinhou.
A criação da rede é vista como um passo estratégico para fortalecer a cooperação entre os países lusófonos, não apenas ao nível técnico, mas também na afirmação conjunta em fóruns multilaterais. A partilha de conhecimentos e o alinhamento de posições deverão, segundo os responsáveis, aumentar a relevância dos BCPLP no cenário financeiro internacional.
Com um modelo de presidência rotativa anual, cada banco central terá a oportunidade de definir prioridades e promover debates sobre temas que considere estratégicos, consolidando uma agenda comum e reforçando o papel da lusofonia na arquitectura económica global.
Os governadores e presidentes dos bancos centrais dos países de língua portuguesa acordaram, em Washington DC, a criação da primeira rede formal que une estas instituições, numa iniciativa que promete reforçar a cooperação técnica, a coordenação de políticas e o peso internacional das economias lusófonas.
A decisão foi tomada à margem das Reuniões de Primavera do Grupo Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, reunindo representantes dos Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa (BCPLP). Em conferência de imprensa, o governador do Banco Nacional de Angola, Manuel Dias, destacou que a criação da rede “espelha a importância crescente da construção de pontes entre as instituições dos nossos países”, estruturando uma cooperação que até agora decorria de forma pontual.
A nova plataforma institucional surge com o objectivo de tornar permanente o intercâmbio de experiências e conhecimento entre os bancos centrais lusófonos, criando mecanismos mais eficazes de articulação técnica e estratégica. A primeira reunião oficial da rede está marcada para Novembro de 2026, em Luanda, enquanto a presidência inaugural, em 2027, será assegurada pelo Banco de Portugal.
Além de encontros regulares de alto nível, a rede prevê a criação de grupos de trabalho especializados para analisar temas económicos e financeiros de interesse comum. Entre as medidas estruturantes, destaca-se ainda a formação de um comité de política económica, que terá como missão discutir e alinhar posições sobre desafios partilhados pelas economias dos países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
Segundo Manuel Dias, a iniciativa permitirá que técnicos dos diferentes bancos centrais colaborem de forma mais directa e integrada, contribuindo para decisões mais informadas e políticas mais eficazes. “Os nossos técnicos poderão envolver os seus pares de outros bancos centrais sempre que necessário, reforçando a qualidade da análise e da resposta aos desafios económicos”, sublinhou.
A criação da rede é vista como um passo estratégico para fortalecer a cooperação entre os países lusófonos, não apenas ao nível técnico, mas também na afirmação conjunta em fóruns multilaterais. A partilha de conhecimentos e o alinhamento de posições deverão, segundo os responsáveis, aumentar a relevância dos BCPLP no cenário financeiro internacional.
Com um modelo de presidência rotativa anual, cada banco central terá a oportunidade de definir prioridades e promover debates sobre temas que considere estratégicos, consolidando uma agenda comum e reforçando o papel da lusofonia na arquitectura económica global.