Actualidade
Sociedade

Chuvas intensas provocam mortes, inundações e graves estragos em Luanda e Benguela

Chuvas intensas provocam mortes, inundações e graves estragos em Luanda e Benguela
Foto por:
vídeo por:
DR

As chuvas que se abateram sobre Angola sábado e nas primeiras horas de ontem provocaram graves transtornos em várias províncias, com destaque para Luanda e Benguela. O volume elevado de precipitação transformou ruas em verdadeiros rios, invadiu residências e comprometeu infra‑estruturas essenciais, incluindo estradas e unidades de saúde. A situação afectou milhares de famílias, expondo novamente as fragilidades do sistema de drenagem urbana e obrigando autoridades e moradores a agir rapidamente para reduzir os prejuízos.

Segundo o porta-voz do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB), até domingo foram registadas seis mortes em Luanda e 22 em Benguela, resultado de afogamentos, quedas em valas e ruas inundadas. Estes números alertam para a magnitude do fenómeno e para a necessidade de reforço das acções preventivas e emergenciais, principalmente nas zonas mais vulneráveis, onde a população vive próxima de rios, valas ou áreas de baixa altitude.

Na capital, os municípios mais afectados incluem Maianga, Viana, Cazenga, Talatona, Kilamba Kiaxi, Sambizanga e Cacuaco. Nos bairros de Catotes (Paviterra II), Honga, Bagdá, Kifica, Danjareux e Benfica, as inundações foram particularmente graves. Muitas ruas ficaram completamente bloqueadas, residências alagadas e pequenos comércios submersos, enquanto moradores tentavam proteger os seus bens e atravessar as zonas inundadas, expondo-se a riscos de vida e saúde.

No município da Maianga, o administrador municipal, Orlando Paca, liderou uma jornada de campo para avaliar os estragos e coordenar respostas imediatas. Durante a visita, a equipa técnica constatou residências inundadas, vias bloqueadas e unidades hospitalares parcialmente afectadas, situação que comprometeu o acesso a serviços essenciais e aumentou a vulnerabilidade das famílias que vivem nas áreas mais críticas do município.

As equipas do Serviço Provincial de Protecção Civil e Bombeiros, juntamente com as administrações municipais, têm intensificado as intervenções no terreno. Entre as acções em curso estão a evacuação de famílias, a drenagem de águas acumuladas, a limpeza e desobstrução de canais e valas, e a reposição da circulação rodoviária e pedonal nas principais vias afectadas. O objectivo é reduzir o impacto imediato das chuvas, proteger vidas humanas e minimizar os prejuízos materiais.

Os moradores afectadas relatam dificuldades enormes no dia a dia. Muitas famílias enfrentam lama, água estagnada e risco de contaminação, enquanto a mobilidade fica severamente limitada e o transporte público praticamente paralisado. Em várias zonas, cidadãos foram obrigados a deixar temporariamente as suas casas e procurar abrigo seguro, aguardando que as águas recuem e que as equipas de emergência concluam as intervenções para garantir a segurança das comunidades.

As autoridades apelam à responsabilidade da população, especialmente quanto ao correcto descarte de resíduos sólidos, para evitar a obstrução dos sistemas de drenagem, que agravaria ainda mais as inundações. Garantem, igualmente, que continuam a trabalhar em medidas estruturais e emergenciais para tornar Luanda e outras províncias mais resilientes face às chuvas intensas, assegurando maior segurança, condições de vida dignas e minimizando o risco de futuras tragédias.

6galeria

Marcelino Vasconcelos

As chuvas que se abateram sobre Angola sábado e nas primeiras horas de ontem provocaram graves transtornos em várias províncias, com destaque para Luanda e Benguela. O volume elevado de precipitação transformou ruas em verdadeiros rios, invadiu residências e comprometeu infra‑estruturas essenciais, incluindo estradas e unidades de saúde. A situação afectou milhares de famílias, expondo novamente as fragilidades do sistema de drenagem urbana e obrigando autoridades e moradores a agir rapidamente para reduzir os prejuízos.

Segundo o porta-voz do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB), até domingo foram registadas seis mortes em Luanda e 22 em Benguela, resultado de afogamentos, quedas em valas e ruas inundadas. Estes números alertam para a magnitude do fenómeno e para a necessidade de reforço das acções preventivas e emergenciais, principalmente nas zonas mais vulneráveis, onde a população vive próxima de rios, valas ou áreas de baixa altitude.

Na capital, os municípios mais afectados incluem Maianga, Viana, Cazenga, Talatona, Kilamba Kiaxi, Sambizanga e Cacuaco. Nos bairros de Catotes (Paviterra II), Honga, Bagdá, Kifica, Danjareux e Benfica, as inundações foram particularmente graves. Muitas ruas ficaram completamente bloqueadas, residências alagadas e pequenos comércios submersos, enquanto moradores tentavam proteger os seus bens e atravessar as zonas inundadas, expondo-se a riscos de vida e saúde.

No município da Maianga, o administrador municipal, Orlando Paca, liderou uma jornada de campo para avaliar os estragos e coordenar respostas imediatas. Durante a visita, a equipa técnica constatou residências inundadas, vias bloqueadas e unidades hospitalares parcialmente afectadas, situação que comprometeu o acesso a serviços essenciais e aumentou a vulnerabilidade das famílias que vivem nas áreas mais críticas do município.

As equipas do Serviço Provincial de Protecção Civil e Bombeiros, juntamente com as administrações municipais, têm intensificado as intervenções no terreno. Entre as acções em curso estão a evacuação de famílias, a drenagem de águas acumuladas, a limpeza e desobstrução de canais e valas, e a reposição da circulação rodoviária e pedonal nas principais vias afectadas. O objectivo é reduzir o impacto imediato das chuvas, proteger vidas humanas e minimizar os prejuízos materiais.

Os moradores afectadas relatam dificuldades enormes no dia a dia. Muitas famílias enfrentam lama, água estagnada e risco de contaminação, enquanto a mobilidade fica severamente limitada e o transporte público praticamente paralisado. Em várias zonas, cidadãos foram obrigados a deixar temporariamente as suas casas e procurar abrigo seguro, aguardando que as águas recuem e que as equipas de emergência concluam as intervenções para garantir a segurança das comunidades.

As autoridades apelam à responsabilidade da população, especialmente quanto ao correcto descarte de resíduos sólidos, para evitar a obstrução dos sistemas de drenagem, que agravaria ainda mais as inundações. Garantem, igualmente, que continuam a trabalhar em medidas estruturais e emergenciais para tornar Luanda e outras províncias mais resilientes face às chuvas intensas, assegurando maior segurança, condições de vida dignas e minimizando o risco de futuras tragédias.

6galeria

Artigos relacionados

Thank you! Your submission has been received!
Oops! Something went wrong while submitting the form