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O aumento global da miopia está a acender sinais de alerta entre especialistas da área da saúde, que defendem medidas urgentes para travar a sua progressão, sobretudo em regiões onde a prevalência ainda é relativamente baixa.
Durante um encontro dedicado à saúde e estética, realizado em Luanda, o tema ganhou destaque com dados que revelam uma tendência preocupante: o número de pessoas com miopia no mundo poderá mais do que duplicar em poucas décadas. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, o total de casos poderá passar de cerca de 1,4 mil milhões no início do século para mais de 3,3 mil milhões até 2030.
A miopia, caracterizada pela dificuldade em ver ao longe, está cada vez mais associada a mudanças no estilo de vida. A redução do tempo passado ao ar livre e o aumento do uso de dispositivos electrónicos, sobretudo entre crianças, são apontados como factores determinantes. A exposição prolongada a actividades de visão ao perto leva o olho a adaptar-se, comprometendo a visão à distância.
Apesar de a África Subsariana ainda apresentar níveis inferiores aos de outras regiões, como o Sudeste Asiático, especialistas alertam que este pode ser o momento decisivo para evitar um agravamento do cenário. A preservação de hábitos como actividades ao ar livre e a limitação do tempo de ecrã surgem como medidas essenciais.
O alerta foi reforçado por José Geraldes, director técnico do sector óptico, durante a sua intervenção no FEES Health & Beauty Business Summit, realizado na capital angolana. O especialista sublinhou que o crescimento da miopia está fortemente ligado às alterações comportamentais, sobretudo entre os mais jovens, cada vez mais expostos a ecrãs durante longos períodos.
Para além das dificuldades visuais, a miopia elevada pode desencadear problemas mais graves, incluindo doenças oculares, redução da qualidade de vida e impactos económicos significativos. Um estudo da Organização Mundial da Saúde estima que os custos globais associados à perda de produtividade atinjam cerca de 244 mil milhões de dólares por ano.
Sem uma solução única, o combate à miopia exige uma abordagem integrada, que passa pela prevenção, acompanhamento regular e correcção adequada. Mais do que tratar, o desafio está em antecipar e evitar que uma condição silenciosa se transforme numa crise de saúde pública.
O aumento global da miopia está a acender sinais de alerta entre especialistas da área da saúde, que defendem medidas urgentes para travar a sua progressão, sobretudo em regiões onde a prevalência ainda é relativamente baixa.
Durante um encontro dedicado à saúde e estética, realizado em Luanda, o tema ganhou destaque com dados que revelam uma tendência preocupante: o número de pessoas com miopia no mundo poderá mais do que duplicar em poucas décadas. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, o total de casos poderá passar de cerca de 1,4 mil milhões no início do século para mais de 3,3 mil milhões até 2030.
A miopia, caracterizada pela dificuldade em ver ao longe, está cada vez mais associada a mudanças no estilo de vida. A redução do tempo passado ao ar livre e o aumento do uso de dispositivos electrónicos, sobretudo entre crianças, são apontados como factores determinantes. A exposição prolongada a actividades de visão ao perto leva o olho a adaptar-se, comprometendo a visão à distância.
Apesar de a África Subsariana ainda apresentar níveis inferiores aos de outras regiões, como o Sudeste Asiático, especialistas alertam que este pode ser o momento decisivo para evitar um agravamento do cenário. A preservação de hábitos como actividades ao ar livre e a limitação do tempo de ecrã surgem como medidas essenciais.
O alerta foi reforçado por José Geraldes, director técnico do sector óptico, durante a sua intervenção no FEES Health & Beauty Business Summit, realizado na capital angolana. O especialista sublinhou que o crescimento da miopia está fortemente ligado às alterações comportamentais, sobretudo entre os mais jovens, cada vez mais expostos a ecrãs durante longos períodos.
Para além das dificuldades visuais, a miopia elevada pode desencadear problemas mais graves, incluindo doenças oculares, redução da qualidade de vida e impactos económicos significativos. Um estudo da Organização Mundial da Saúde estima que os custos globais associados à perda de produtividade atinjam cerca de 244 mil milhões de dólares por ano.
Sem uma solução única, o combate à miopia exige uma abordagem integrada, que passa pela prevenção, acompanhamento regular e correcção adequada. Mais do que tratar, o desafio está em antecipar e evitar que uma condição silenciosa se transforme numa crise de saúde pública.