.png)
Foi inaugurada em Luanda, na quinta-feira, 23 de Abril, a exposição “Angola 75 – A Expressão Gráfica da Independência”, um projecto cultural de forte carga simbólica que resgata a memória visual do período da independência nacional. A mostra, instalada no emblemático Palácio de Ferro, resulta do acervo dos coleccionadores José Julião e Jeredh Santos, em parceria com a Fundação BAI, reunindo mais de duas centenas de peças históricas.
A cerimónia de abertura contou com o corte simbólico da fita pela PCA da Fundação BAI, Inokcelina de Carvalho, na presença dos promotores do projecto, da secretária de Estado da Cultura, Maria de Jesus da Piedade, em representação do Ministro da Cultura, Filipe Zau, além de convidados ligados ao sector cultural e académico. O ambiente foi marcado por forte componente emotiva e histórica.
Na ocasião, a secretária de Estado da Cultura, Maria de Jesus da Piedade, destacou a relevância da iniciativa, sublinhando o seu valor enquanto espaço de memória colectiva. “Hoje não estamos apenas diante de uma exposição. Estamos diante de um encontro de memória, de um diálogo profundo entre o passado e o presente”, afirmou, reforçando o papel da cultura na construção da identidade nacional.
Por sua vez, Inokcelina de Carvalho valorizou a exposição como um instrumento de educação e transformação social. A responsável da Fundação BAI afirmou que a memória deve ser entendida como ferramenta essencial de formação cidadã, destacando o compromisso da instituição em promover projectos culturais que aproximem as novas gerações da história do país.
O promotor Jeredh Santos explicou que a exposição representa não apenas um trabalho de colecção, mas também uma afirmação de identidade e patriotismo. Segundo o responsável, o objectivo é dar visibilidade a um conjunto de expressões gráficas que marcaram a luta e a consolidação da soberania nacional, muitas das quais permaneciam fora do acesso público.
Com direcção artística da Letras & Expressões e consultoria de Íris Chocolate, a exposição apresenta uma leitura visual e documental do período entre 1960 e 1979, reunindo cartazes, moedas, selos, jornais, revistas, mapas e outros elementos históricos. O conjunto permite uma imersão nas diferentes dimensões políticas, culturais e sociais da época.
A Fundação BAI reforçou ainda que o projecto terá um programa de visitas educativas para escolas e universidades, com o objectivo de estimular o pensamento crítico e o diálogo sobre memória, cidadania e identidade. A inauguração foi encerrada com uma actuação cultural da Banda Xiuca 61, num momento que uniu arte, história e celebração nacional.
Foi inaugurada em Luanda, na quinta-feira, 23 de Abril, a exposição “Angola 75 – A Expressão Gráfica da Independência”, um projecto cultural de forte carga simbólica que resgata a memória visual do período da independência nacional. A mostra, instalada no emblemático Palácio de Ferro, resulta do acervo dos coleccionadores José Julião e Jeredh Santos, em parceria com a Fundação BAI, reunindo mais de duas centenas de peças históricas.
A cerimónia de abertura contou com o corte simbólico da fita pela PCA da Fundação BAI, Inokcelina de Carvalho, na presença dos promotores do projecto, da secretária de Estado da Cultura, Maria de Jesus da Piedade, em representação do Ministro da Cultura, Filipe Zau, além de convidados ligados ao sector cultural e académico. O ambiente foi marcado por forte componente emotiva e histórica.
Na ocasião, a secretária de Estado da Cultura, Maria de Jesus da Piedade, destacou a relevância da iniciativa, sublinhando o seu valor enquanto espaço de memória colectiva. “Hoje não estamos apenas diante de uma exposição. Estamos diante de um encontro de memória, de um diálogo profundo entre o passado e o presente”, afirmou, reforçando o papel da cultura na construção da identidade nacional.
Por sua vez, Inokcelina de Carvalho valorizou a exposição como um instrumento de educação e transformação social. A responsável da Fundação BAI afirmou que a memória deve ser entendida como ferramenta essencial de formação cidadã, destacando o compromisso da instituição em promover projectos culturais que aproximem as novas gerações da história do país.
O promotor Jeredh Santos explicou que a exposição representa não apenas um trabalho de colecção, mas também uma afirmação de identidade e patriotismo. Segundo o responsável, o objectivo é dar visibilidade a um conjunto de expressões gráficas que marcaram a luta e a consolidação da soberania nacional, muitas das quais permaneciam fora do acesso público.
Com direcção artística da Letras & Expressões e consultoria de Íris Chocolate, a exposição apresenta uma leitura visual e documental do período entre 1960 e 1979, reunindo cartazes, moedas, selos, jornais, revistas, mapas e outros elementos históricos. O conjunto permite uma imersão nas diferentes dimensões políticas, culturais e sociais da época.
A Fundação BAI reforçou ainda que o projecto terá um programa de visitas educativas para escolas e universidades, com o objectivo de estimular o pensamento crítico e o diálogo sobre memória, cidadania e identidade. A inauguração foi encerrada com uma actuação cultural da Banda Xiuca 61, num momento que uniu arte, história e celebração nacional.