
Quando se fala da Taça do Mundial, a maioria das pessoas imagina apenas o troféu dourado erguido pelos campeões. No entanto, ao longo da história da competição existiram duas taças diferentes, cada uma com uma história própria.
A primeira foi a Taça Jules Rimet, criada para a edição inaugural do Mundial, em 1930. O nome homenageava Jules Rimet, o dirigente francês que idealizou a competição. O troféu representava Nice, deusa da mitologia grega que personifica a vitória, o triunfo e o sucesso, tanto em batalhas militares quanto em competições desportivas
O regulamento determinava que a selecção que conquistasse o Mundial três vezes ficaria definitivamente com o troféu. Esse feito foi alcançado pelo Brasil em 1970, após os títulos de 1958, 1962 e 1970. Assim, a Taça Jules Rimet passou a pertencer em definitivo aos brasileiros.

A história deste troféu, porém, ficou marcada por dois roubos. O primeiro aconteceu em 1966, poucos meses antes do Mundial realizado em Inglaterra. A taça estava exposta numa mostra filatélica em Londres quando foi furtada. O desaparecimento desencadeou uma grande operação policial, mas quem acabou por encontrá-la foi um herói improvável: Pickles, um cão que passeava com o seu dono. O animal descobriu o troféu embrulhado em jornais, escondido debaixo de uma sebe num bairro londrino, tornando-se uma celebridade internacional.
O segundo roubo ocorreu em 1983, já no Brasil, onde a Taça Jules Rimet era guardada após ter sido conquistada definitivamente pela selecção brasileira. Desta vez, o troféu foi roubado da sede da Confederação Brasileira de Futebol, no Rio de Janeiro, e nunca mais foi recuperado. As autoridades acreditam que a taça terá sido derretida pelos ladrões para venda do ouro.
Foi após a conquista definitiva da Jules Rimet pelo Brasil que a FIFA decidiu criar um novo troféu. Assim nasceu, em 1974, a actual Taça do Mundial, desenhada pelo escultor italiano Silvio Gazzaniga. A peça mostra duas figuras humanas a sustentar o planeta Terra e tornou-se um dos símbolos mais reconhecidos do desporto mundial.
Ao contrário da sua antecessora, a actual Taça do Mundial não pode ser atribuída definitivamente a nenhuma selecção, independentemente do número de títulos conquistados. Os campeões recebem uma réplica, enquanto o troféu original permanece sob custódia da FIFA.
Mais do que um símbolo de vitória, as duas taças contam a evolução do maior torneio de futebol do planeta. E uma delas guarda um dos episódios mais curiosos da história do desporto: foi encontrada por um cão e, anos mais tarde, desapareceu para sempre.
Quando se fala da Taça do Mundial, a maioria das pessoas imagina apenas o troféu dourado erguido pelos campeões. No entanto, ao longo da história da competição existiram duas taças diferentes, cada uma com uma história própria.
A primeira foi a Taça Jules Rimet, criada para a edição inaugural do Mundial, em 1930. O nome homenageava Jules Rimet, o dirigente francês que idealizou a competição. O troféu representava Nice, deusa da mitologia grega que personifica a vitória, o triunfo e o sucesso, tanto em batalhas militares quanto em competições desportivas
O regulamento determinava que a selecção que conquistasse o Mundial três vezes ficaria definitivamente com o troféu. Esse feito foi alcançado pelo Brasil em 1970, após os títulos de 1958, 1962 e 1970. Assim, a Taça Jules Rimet passou a pertencer em definitivo aos brasileiros.

A história deste troféu, porém, ficou marcada por dois roubos. O primeiro aconteceu em 1966, poucos meses antes do Mundial realizado em Inglaterra. A taça estava exposta numa mostra filatélica em Londres quando foi furtada. O desaparecimento desencadeou uma grande operação policial, mas quem acabou por encontrá-la foi um herói improvável: Pickles, um cão que passeava com o seu dono. O animal descobriu o troféu embrulhado em jornais, escondido debaixo de uma sebe num bairro londrino, tornando-se uma celebridade internacional.
O segundo roubo ocorreu em 1983, já no Brasil, onde a Taça Jules Rimet era guardada após ter sido conquistada definitivamente pela selecção brasileira. Desta vez, o troféu foi roubado da sede da Confederação Brasileira de Futebol, no Rio de Janeiro, e nunca mais foi recuperado. As autoridades acreditam que a taça terá sido derretida pelos ladrões para venda do ouro.
Foi após a conquista definitiva da Jules Rimet pelo Brasil que a FIFA decidiu criar um novo troféu. Assim nasceu, em 1974, a actual Taça do Mundial, desenhada pelo escultor italiano Silvio Gazzaniga. A peça mostra duas figuras humanas a sustentar o planeta Terra e tornou-se um dos símbolos mais reconhecidos do desporto mundial.
Ao contrário da sua antecessora, a actual Taça do Mundial não pode ser atribuída definitivamente a nenhuma selecção, independentemente do número de títulos conquistados. Os campeões recebem uma réplica, enquanto o troféu original permanece sob custódia da FIFA.
Mais do que um símbolo de vitória, as duas taças contam a evolução do maior torneio de futebol do planeta. E uma delas guarda um dos episódios mais curiosos da história do desporto: foi encontrada por um cão e, anos mais tarde, desapareceu para sempre.