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O rapper Prodígio lançou na madrugada desta sexta-feira, 03 de Abril, o seu mais recente álbum, ‘A Última Ceia do Bandido’, já disponível em todas as plataformas digitais. O projecto assinala o regresso do artista aos álbuns, após um intervalo de mais de três anos.
Com participações de sete artistas de diferentes nacionalidades, o disco apresenta-se como uma obra plural, tanto em sonoridade como em visão, reforçando a dimensão internacional do percurso do rapper.
O título ‘A Última Ceia do Bandido’ evoca uma linguagem de inspiração religiosa, ainda que desprovida de conotação espiritual. Segundo o próprio artista, trata-se de uma metáfora construída a partir da incerteza dos tempos actuais. “Foi gravado quase como se fosse o último álbum. Com as guerras e as constantes transformações que ocorrem no mundo quase diariamente, o amanhã é incerto e cheio de dúvidas. Que certezas temos sobre o amanhã? Gravei este álbum precisamente como se fosse o último. Contudo, representa a consagração: não de um fim, mas de um percurso que transformou rótulos em essência, e cicatrizes em força”, afirmou.
Mais do que um simples regresso, o álbum posiciona-se como um ponto de maturidade artística, onde a urgência do presente se cruza com a celebração de um caminho já consolidado.
O rapper Prodígio lançou na madrugada desta sexta-feira, 03 de Abril, o seu mais recente álbum, ‘A Última Ceia do Bandido’, já disponível em todas as plataformas digitais. O projecto assinala o regresso do artista aos álbuns, após um intervalo de mais de três anos.
Com participações de sete artistas de diferentes nacionalidades, o disco apresenta-se como uma obra plural, tanto em sonoridade como em visão, reforçando a dimensão internacional do percurso do rapper.
O título ‘A Última Ceia do Bandido’ evoca uma linguagem de inspiração religiosa, ainda que desprovida de conotação espiritual. Segundo o próprio artista, trata-se de uma metáfora construída a partir da incerteza dos tempos actuais. “Foi gravado quase como se fosse o último álbum. Com as guerras e as constantes transformações que ocorrem no mundo quase diariamente, o amanhã é incerto e cheio de dúvidas. Que certezas temos sobre o amanhã? Gravei este álbum precisamente como se fosse o último. Contudo, representa a consagração: não de um fim, mas de um percurso que transformou rótulos em essência, e cicatrizes em força”, afirmou.
Mais do que um simples regresso, o álbum posiciona-se como um ponto de maturidade artística, onde a urgência do presente se cruza com a celebração de um caminho já consolidado.