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A violência enquanto herança social, política e emocional é o ponto de partida da exposição “No Corpo, a Memória da Violência”, que será inaugurada no próximo dia 21 de Maio, às 18 horas, na galeria Plano B, em Luanda. A iniciativa marca também o lançamento da 4.ª edição da revista Ngapa, numa proposta que une artes visuais, reflexão crítica e memória colectiva.
Com curadoria de Hemak-V, a mostra reúne obras criadas especialmente para a nova edição da publicação e propõe uma leitura artística sobre as várias formas de violência que atravessam o quotidiano angolano — desde as manifestações mais visíveis até às estruturas silenciosas que moldam relações, hábitos e instituições ao longo das últimas décadas.
Fotografia, pintura, ilustração, escultura, música, teatro e performance dialogam num mesmo espaço através das linguagens de Anita Sambanje, Cela, Débora Sandjai, Ely Inglês, Gegé M’bakudi, Isis Hembe e Killa O, Mac Verkron, Sarhai, Tiago Mena Abrantes e Tonspi.
Segundo Hemak-V, as obras partem da ideia do corpo como território político e social onde a violência se inscreve e se reproduz. O curador explica que a exposição procura ir além da denúncia, abrindo espaço para pensar possibilidades de ruptura, reparação e reinvenção das formas de convivência e presença no mundo.
Já César da Silveira, coordenador da Ngapa, considera que o projecto reforça o posicionamento da revista enquanto plataforma editorial que ultrapassa o formato impresso para ampliar o debate artístico, social e político em Angola.
Patrocinada e apoiada pela Refriango, Engconsult, Kinsari Sistemas de Comunicação, Isenta Comunicação, Kacimbo Editora e Uika Filmes, a exposição estará patente até 28 de Maio. As obras apresentadas estarão igualmente disponíveis para venda.
A violência enquanto herança social, política e emocional é o ponto de partida da exposição “No Corpo, a Memória da Violência”, que será inaugurada no próximo dia 21 de Maio, às 18 horas, na galeria Plano B, em Luanda. A iniciativa marca também o lançamento da 4.ª edição da revista Ngapa, numa proposta que une artes visuais, reflexão crítica e memória colectiva.
Com curadoria de Hemak-V, a mostra reúne obras criadas especialmente para a nova edição da publicação e propõe uma leitura artística sobre as várias formas de violência que atravessam o quotidiano angolano — desde as manifestações mais visíveis até às estruturas silenciosas que moldam relações, hábitos e instituições ao longo das últimas décadas.
Fotografia, pintura, ilustração, escultura, música, teatro e performance dialogam num mesmo espaço através das linguagens de Anita Sambanje, Cela, Débora Sandjai, Ely Inglês, Gegé M’bakudi, Isis Hembe e Killa O, Mac Verkron, Sarhai, Tiago Mena Abrantes e Tonspi.
Segundo Hemak-V, as obras partem da ideia do corpo como território político e social onde a violência se inscreve e se reproduz. O curador explica que a exposição procura ir além da denúncia, abrindo espaço para pensar possibilidades de ruptura, reparação e reinvenção das formas de convivência e presença no mundo.
Já César da Silveira, coordenador da Ngapa, considera que o projecto reforça o posicionamento da revista enquanto plataforma editorial que ultrapassa o formato impresso para ampliar o debate artístico, social e político em Angola.
Patrocinada e apoiada pela Refriango, Engconsult, Kinsari Sistemas de Comunicação, Isenta Comunicação, Kacimbo Editora e Uika Filmes, a exposição estará patente até 28 de Maio. As obras apresentadas estarão igualmente disponíveis para venda.