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O jornalista angolano e escritor Israel Campos foi um dos destaques da edição de Abril do jornal literário Rascunho, ao participar num ensaio conduzido pelo escritor e fotógrafo Ozias Filho, realizado em Lisboa.
A iniciativa integra a conhecida coluna de Ozias Filho, que cruza literatura e fotografia para revelar a dimensão humana dos autores contemporâneos. Nesta edição, o foco recaiu sobre o percurso literário de Israel Campos, com particular atenção ao seu romance “E o Céu Mudou de Cor”, publicado em 2023.
O ensaio propõe um olhar íntimo sobre o autor, destacando a sua abordagem à escrita como espaço de reflexão e confronto com as contradições sociais. A análise sublinha ainda o uso de cartas como recurso narrativo, um elemento que, embora clássico, ganha nova força num contexto onde o silêncio continua a marcar muitas realidades.
Em declarações associadas à publicação, Israel Campos manifestou satisfação pelo convite e pelo diálogo estabelecido, considerando o trabalho como um momento de valorização da sua trajectória literária além-fronteiras.
A participação no Rascunho representa não apenas um reconhecimento individual, mas também uma oportunidade de projecção da literatura angolana no espaço lusófono, reforçando pontes culturais entre África e o Brasil.
veja o ensaio completo aqui
O jornalista angolano e escritor Israel Campos foi um dos destaques da edição de Abril do jornal literário Rascunho, ao participar num ensaio conduzido pelo escritor e fotógrafo Ozias Filho, realizado em Lisboa.
A iniciativa integra a conhecida coluna de Ozias Filho, que cruza literatura e fotografia para revelar a dimensão humana dos autores contemporâneos. Nesta edição, o foco recaiu sobre o percurso literário de Israel Campos, com particular atenção ao seu romance “E o Céu Mudou de Cor”, publicado em 2023.
O ensaio propõe um olhar íntimo sobre o autor, destacando a sua abordagem à escrita como espaço de reflexão e confronto com as contradições sociais. A análise sublinha ainda o uso de cartas como recurso narrativo, um elemento que, embora clássico, ganha nova força num contexto onde o silêncio continua a marcar muitas realidades.
Em declarações associadas à publicação, Israel Campos manifestou satisfação pelo convite e pelo diálogo estabelecido, considerando o trabalho como um momento de valorização da sua trajectória literária além-fronteiras.
A participação no Rascunho representa não apenas um reconhecimento individual, mas também uma oportunidade de projecção da literatura angolana no espaço lusófono, reforçando pontes culturais entre África e o Brasil.
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