
O Wireless Festival, um dos maiores eventos musicais do Reino Unido, foi cancelado depois de Kanye West, anunciado como cabeça de cartaz, ter sido impedido de entrar no país pelas autoridades britânicas.
A decisão surge na sequência de uma forte contestação pública à presença do artista, motivada por declarações antissemitas feitas nos últimos anos. A polémica levou também à retirada de patrocinadores-chave, como Pepsi e Diageo, fragilizando a realização do evento.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, criticou duramente o convite feito ao rapper, afirmando que “nunca deveria ter sido escolhido” para liderar o festival. O governante reforçou ainda o compromisso do país no combate ao antissemitismo, sublinhando que a presença de West “não seria benéfica para o bem público”.
Perante este cenário, a organização Festival Republic anunciou o cancelamento do festival, garantindo o reembolso total dos bilhetes.
Entretanto, o artista manifestou intenção de reparar os danos causados, afirmando que pretende promover “união, paz e amor” através da música e mostrando abertura para dialogar com a comunidade judaica no Reino Unido. Ainda assim, organizações como a Campaign Against Antisemitism apoiaram a decisão do governo, considerando-a “correcta”.
Com capacidade para atrair cerca de 150 mil pessoas, o Wireless Festival acaba por não se realizar este ano, num desfecho que expõe os riscos reputacionais e financeiros de decisões artísticas controversas num contexto cada vez mais sensível a questões sociais.
O Wireless Festival, um dos maiores eventos musicais do Reino Unido, foi cancelado depois de Kanye West, anunciado como cabeça de cartaz, ter sido impedido de entrar no país pelas autoridades britânicas.
A decisão surge na sequência de uma forte contestação pública à presença do artista, motivada por declarações antissemitas feitas nos últimos anos. A polémica levou também à retirada de patrocinadores-chave, como Pepsi e Diageo, fragilizando a realização do evento.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, criticou duramente o convite feito ao rapper, afirmando que “nunca deveria ter sido escolhido” para liderar o festival. O governante reforçou ainda o compromisso do país no combate ao antissemitismo, sublinhando que a presença de West “não seria benéfica para o bem público”.
Perante este cenário, a organização Festival Republic anunciou o cancelamento do festival, garantindo o reembolso total dos bilhetes.
Entretanto, o artista manifestou intenção de reparar os danos causados, afirmando que pretende promover “união, paz e amor” através da música e mostrando abertura para dialogar com a comunidade judaica no Reino Unido. Ainda assim, organizações como a Campaign Against Antisemitism apoiaram a decisão do governo, considerando-a “correcta”.
Com capacidade para atrair cerca de 150 mil pessoas, o Wireless Festival acaba por não se realizar este ano, num desfecho que expõe os riscos reputacionais e financeiros de decisões artísticas controversas num contexto cada vez mais sensível a questões sociais.