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Os estudantes da Universidade do Namibe passam a beneficiar de internet gratuita via satélite ANGOSAT-2, no âmbito de um programa nacional que procura expandir o acesso às tecnologias digitais nas instituições de ensino superior em Angola.
Com esta nova instalação, a Universidade do Namibe torna-se a sexta instituição universitária do país abrangida pela iniciativa, depois das universidades Agostinho Neto, Katyavala Bwila, Rainha Njinga a Mbande, Kimpa Vita e Mandume Ya Ndemufayo. Segundo dados apresentados pelo Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), mais de 20 mil estudantes já foram alcançados pelo projecto.
A conectividade será assegurada através de uma antena de comunicação via satélite instalada durante aulas práticas promovidas pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS). As actividades envolvem especialistas, docentes e estudantes na montagem e configuração dos equipamentos.
O programa decorre em formato híbrido, combinando sessões teóricas e práticas, e inclui uma plataforma digital de ensino à distância com acesso a conteúdos multimédia e ferramentas interactivas.
Além da componente técnica, o projecto tem promovido debates sobre o papel das tecnologias espaciais no desenvolvimento das comunidades e na transformação digital do país, através das chamadas “Tertúlias Espaciais”.
De acordo com o GGPEN, a expansão da conectividade nas universidades procura reduzir a infoexclusão e melhorar o acesso dos estudantes a ferramentas digitais de aprendizagem. Na Universidade Rainha Njinga a Mbande, em Malanje, o consumo de internet já ultrapassou os 2,33 terabits desde o início da implementação do serviço.
A iniciativa faz parte do projecto “Tecnologia Espacial nas Comunidades”, ligado ao programa Conecta Angola Comercial.
Os estudantes da Universidade do Namibe passam a beneficiar de internet gratuita via satélite ANGOSAT-2, no âmbito de um programa nacional que procura expandir o acesso às tecnologias digitais nas instituições de ensino superior em Angola.
Com esta nova instalação, a Universidade do Namibe torna-se a sexta instituição universitária do país abrangida pela iniciativa, depois das universidades Agostinho Neto, Katyavala Bwila, Rainha Njinga a Mbande, Kimpa Vita e Mandume Ya Ndemufayo. Segundo dados apresentados pelo Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), mais de 20 mil estudantes já foram alcançados pelo projecto.
A conectividade será assegurada através de uma antena de comunicação via satélite instalada durante aulas práticas promovidas pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS). As actividades envolvem especialistas, docentes e estudantes na montagem e configuração dos equipamentos.
O programa decorre em formato híbrido, combinando sessões teóricas e práticas, e inclui uma plataforma digital de ensino à distância com acesso a conteúdos multimédia e ferramentas interactivas.
Além da componente técnica, o projecto tem promovido debates sobre o papel das tecnologias espaciais no desenvolvimento das comunidades e na transformação digital do país, através das chamadas “Tertúlias Espaciais”.
De acordo com o GGPEN, a expansão da conectividade nas universidades procura reduzir a infoexclusão e melhorar o acesso dos estudantes a ferramentas digitais de aprendizagem. Na Universidade Rainha Njinga a Mbande, em Malanje, o consumo de internet já ultrapassou os 2,33 terabits desde o início da implementação do serviço.
A iniciativa faz parte do projecto “Tecnologia Espacial nas Comunidades”, ligado ao programa Conecta Angola Comercial.