
A digitalização da gestão dos recursos minerais, petrolíferos e territoriais em Angola ganhou destaque na segunda edição do ANGOTIC 2026, com a CEANGEO, S.A. a apresentar soluções tecnológicas que prometem transformar a forma como são geridas concessões, licenças e activos estratégicos do país. A empresa destacou o Cadastro Mineiro Digital de Angola, desenvolvido em parceria com a Spatial Dimension, como uma das iniciativas com maior potencial para modernizar o sector extractivo nacional.
Durante o evento, a directora do Departamento de Recursos Humanos da CEANGEO, Tatiana Panzo, explicou que a empresa é actualmente representante oficial da plataforma Landfolio em Angola e participa na implementação do Cadastro Mineiro Digital junto das entidades responsáveis pela gestão dos recursos minerais. Segundo a responsável, a iniciativa enquadra-se no processo de transformação digital que o país tem vindo a promover em diferentes sectores da economia.
Na prática, a implementação do Landfolio representa uma mudança significativa para Angola. Durante muitos anos, os pedidos de concessões mineiras e outros processos ligados à gestão dos recursos naturais eram realizados de forma presencial e com recurso a documentação física. Com a nova plataforma, os procedimentos passam a ser efectuados digitalmente, reduzindo burocracias, deslocações e o tempo de resposta aos utentes e investidores.
O impacto económico da iniciativa poderá ser expressivo. Ao tornar os processos mais rápidos, transparentes e eficientes, o sistema cria melhores condições para atrair investimento nacional e estrangeiro nos sectores mineiro, petrolífero e energético. A digitalização dos processos também contribui para reduzir custos operacionais, aumentar a confiança dos investidores e reforçar a capacidade de monitorização e fiscalização por parte do Estado.
Entre os principais resultados esperados estão a centralização das informações territoriais e geográficas, o controlo mais eficiente das concessões, a automatização dos processos de licenciamento e fiscalização, bem como uma melhor gestão das obrigações legais e financeiras associadas aos projectos de exploração. A plataforma permite ainda integrar dados geográficos avançados, apoiando a tomada de decisões com base em informação actualizada e fiável.
As empresas beneficiarão directamente através da simplificação dos procedimentos administrativos, podendo acompanhar processos, submeter pedidos e obter informações através de um portal digital desenvolvido para facilitar a comunicação entre os utentes e as entidades gestoras. Para os cidadãos, os ganhos reflectem-se numa administração pública mais eficiente, transparente e capaz de gerar maior retorno económico a partir da exploração sustentável dos recursos naturais.
A adopção do Landfolio coloca Angola ao lado de vários países africanos que já utilizam esta solução tecnológica para a gestão dos seus recursos naturais e activos territoriais. Entre eles destacam-se Moçambique, Tanzânia, Zâmbia, República Democrática do Congo, Etiópia, Senegal, Uganda, Quénia, Namíbia, Sudão do Sul, Guiné-Bissau, Malawi, Camarões, Zimbabwe, Mauritânia, Togo, África do Sul e Botswana, demonstrando a crescente confiança do continente em sistemas digitais para reforçar a transparência e a eficiência na administração dos recursos estratégicos.
Apesar das vantagens, a implementação de sistemas desta natureza exige desafios importantes, como a capacitação contínua dos técnicos, o reforço das infra-estruturas tecnológicas e a adaptação das instituições aos novos modelos digitais. Ainda assim, para a CEANGEO, a parceria com a Spatial Dimension reforça a sua capacidade técnica e abre portas para novos mercados. Com a aposta no Landfolio e no Cadastro Mineiro Digital, a empresa posiciona-se como um dos actores nacionais que contribuem para a modernização da gestão dos recursos naturais e para o desenvolvimento económico sustentável de Angola.
A digitalização da gestão dos recursos minerais, petrolíferos e territoriais em Angola ganhou destaque na segunda edição do ANGOTIC 2026, com a CEANGEO, S.A. a apresentar soluções tecnológicas que prometem transformar a forma como são geridas concessões, licenças e activos estratégicos do país. A empresa destacou o Cadastro Mineiro Digital de Angola, desenvolvido em parceria com a Spatial Dimension, como uma das iniciativas com maior potencial para modernizar o sector extractivo nacional.
Durante o evento, a directora do Departamento de Recursos Humanos da CEANGEO, Tatiana Panzo, explicou que a empresa é actualmente representante oficial da plataforma Landfolio em Angola e participa na implementação do Cadastro Mineiro Digital junto das entidades responsáveis pela gestão dos recursos minerais. Segundo a responsável, a iniciativa enquadra-se no processo de transformação digital que o país tem vindo a promover em diferentes sectores da economia.
Na prática, a implementação do Landfolio representa uma mudança significativa para Angola. Durante muitos anos, os pedidos de concessões mineiras e outros processos ligados à gestão dos recursos naturais eram realizados de forma presencial e com recurso a documentação física. Com a nova plataforma, os procedimentos passam a ser efectuados digitalmente, reduzindo burocracias, deslocações e o tempo de resposta aos utentes e investidores.
O impacto económico da iniciativa poderá ser expressivo. Ao tornar os processos mais rápidos, transparentes e eficientes, o sistema cria melhores condições para atrair investimento nacional e estrangeiro nos sectores mineiro, petrolífero e energético. A digitalização dos processos também contribui para reduzir custos operacionais, aumentar a confiança dos investidores e reforçar a capacidade de monitorização e fiscalização por parte do Estado.
Entre os principais resultados esperados estão a centralização das informações territoriais e geográficas, o controlo mais eficiente das concessões, a automatização dos processos de licenciamento e fiscalização, bem como uma melhor gestão das obrigações legais e financeiras associadas aos projectos de exploração. A plataforma permite ainda integrar dados geográficos avançados, apoiando a tomada de decisões com base em informação actualizada e fiável.
As empresas beneficiarão directamente através da simplificação dos procedimentos administrativos, podendo acompanhar processos, submeter pedidos e obter informações através de um portal digital desenvolvido para facilitar a comunicação entre os utentes e as entidades gestoras. Para os cidadãos, os ganhos reflectem-se numa administração pública mais eficiente, transparente e capaz de gerar maior retorno económico a partir da exploração sustentável dos recursos naturais.
A adopção do Landfolio coloca Angola ao lado de vários países africanos que já utilizam esta solução tecnológica para a gestão dos seus recursos naturais e activos territoriais. Entre eles destacam-se Moçambique, Tanzânia, Zâmbia, República Democrática do Congo, Etiópia, Senegal, Uganda, Quénia, Namíbia, Sudão do Sul, Guiné-Bissau, Malawi, Camarões, Zimbabwe, Mauritânia, Togo, África do Sul e Botswana, demonstrando a crescente confiança do continente em sistemas digitais para reforçar a transparência e a eficiência na administração dos recursos estratégicos.
Apesar das vantagens, a implementação de sistemas desta natureza exige desafios importantes, como a capacitação contínua dos técnicos, o reforço das infra-estruturas tecnológicas e a adaptação das instituições aos novos modelos digitais. Ainda assim, para a CEANGEO, a parceria com a Spatial Dimension reforça a sua capacidade técnica e abre portas para novos mercados. Com a aposta no Landfolio e no Cadastro Mineiro Digital, a empresa posiciona-se como um dos actores nacionais que contribuem para a modernização da gestão dos recursos naturais e para o desenvolvimento económico sustentável de Angola.