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Encontro no Porto propõe reflexão sobre o presente e o futuro da língua portuguesa

Encontro no Porto propõe reflexão sobre o presente e o futuro da língua portuguesa
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No próximo dia 5 de maio, assinalando o Dia Mundial da Língua Portuguesa, o Centro Português de Fotografia, no Porto, acolhe o encontro “Esta Língua que Nos Une”, uma iniciativa dedicada à língua portuguesa enquanto espaço vivo de criação, memória e futuro partilhado.

Promovido pela Associação Portugal Brasil 200 anos, em parceria com a UCCLA e o próprio Centro Português de Fotografia, o evento reúne escritores, intelectuais, curadores, professores e representantes institucionais de vários pontos do mundo lusófono, propondo a literatura como território comum entre margens atlânticas.

A entrada é livre, ainda que limitada à capacidade do espaço, e integra uma programação distribuída ao longo do dia, organizada em torno de três eixos, invenção, travessia e futuro que procuram refletir uma língua em constante movimento, mais casa habitada do que herança fixa.

A sessão de abertura, marcada para as 10 horas, contará com intervenções de Teresa Leitão, Luís Álvaro Campos Ferreira e José Manuel Diogo.

Às 10h30, a primeira mesa, “A Língua em Estado de Invenção”, junta o escritor Sérgio Rodrigues e o ensaísta Arnaldo Saraiva, numa conversa sobre a língua enquanto organismo vivo, moldado entre norma e desvio, humor e identidade.

Pelas 12 horas, será apresentado o projecto “O Mundo da Lusofonia”, desenvolvido pelo Agrupamento de Escolas da Caparica, com participação de escolas de Portugal, Cabo Verde e Brasil, destacando a língua portuguesa como instrumento de colaboração e cidadania global.

Durante a tarde, às 15 horas, a mesa “Corpo, Memória e Travessia” reúne Álvaro Filho e Inês Pedrosa, com moderação de Ângela Berlinde, para uma reflexão sobre deslocação, pertença e memória na literatura contemporânea.

Já às 16h30, “Poesia, Mundo e Futuro da Língua” convoca José Gardeazabal e José Inácio Vieira de Melo, com moderação de Maria Bochicchio, para pensar a poesia como espaço de risco e reinvenção da língua.

O programa inclui ainda, às 17h45, o lançamento da Leitura Coletiva Global de Os Lusíadas, iniciativa internacional que convida leitores de diferentes geografias a partilhar, em voz alta, excertos do poema, reafirmando-o como património comum.

O encontro encerra às 18h15 com um recital de José Inácio Vieira de Melo, numa celebração da musicalidade e da vitalidade da língua portuguesa, entre textos clássicos e contemporâneos.

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Veloso de Almeida

Repórter

Veloso estudou Comunicação Social no Instituto Superior Técnico de Angola (ISTA) e estagia como jornalista no portal ONgoma News.

No próximo dia 5 de maio, assinalando o Dia Mundial da Língua Portuguesa, o Centro Português de Fotografia, no Porto, acolhe o encontro “Esta Língua que Nos Une”, uma iniciativa dedicada à língua portuguesa enquanto espaço vivo de criação, memória e futuro partilhado.

Promovido pela Associação Portugal Brasil 200 anos, em parceria com a UCCLA e o próprio Centro Português de Fotografia, o evento reúne escritores, intelectuais, curadores, professores e representantes institucionais de vários pontos do mundo lusófono, propondo a literatura como território comum entre margens atlânticas.

A entrada é livre, ainda que limitada à capacidade do espaço, e integra uma programação distribuída ao longo do dia, organizada em torno de três eixos, invenção, travessia e futuro que procuram refletir uma língua em constante movimento, mais casa habitada do que herança fixa.

A sessão de abertura, marcada para as 10 horas, contará com intervenções de Teresa Leitão, Luís Álvaro Campos Ferreira e José Manuel Diogo.

Às 10h30, a primeira mesa, “A Língua em Estado de Invenção”, junta o escritor Sérgio Rodrigues e o ensaísta Arnaldo Saraiva, numa conversa sobre a língua enquanto organismo vivo, moldado entre norma e desvio, humor e identidade.

Pelas 12 horas, será apresentado o projecto “O Mundo da Lusofonia”, desenvolvido pelo Agrupamento de Escolas da Caparica, com participação de escolas de Portugal, Cabo Verde e Brasil, destacando a língua portuguesa como instrumento de colaboração e cidadania global.

Durante a tarde, às 15 horas, a mesa “Corpo, Memória e Travessia” reúne Álvaro Filho e Inês Pedrosa, com moderação de Ângela Berlinde, para uma reflexão sobre deslocação, pertença e memória na literatura contemporânea.

Já às 16h30, “Poesia, Mundo e Futuro da Língua” convoca José Gardeazabal e José Inácio Vieira de Melo, com moderação de Maria Bochicchio, para pensar a poesia como espaço de risco e reinvenção da língua.

O programa inclui ainda, às 17h45, o lançamento da Leitura Coletiva Global de Os Lusíadas, iniciativa internacional que convida leitores de diferentes geografias a partilhar, em voz alta, excertos do poema, reafirmando-o como património comum.

O encontro encerra às 18h15 com um recital de José Inácio Vieira de Melo, numa celebração da musicalidade e da vitalidade da língua portuguesa, entre textos clássicos e contemporâneos.

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